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Foram encontradas 70 questões.

1301952 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Engolidos pela favela
A imensidão da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, que se descortinava do Alto da Gávea, hoje apelidado de Baixo Rocinha, foi desaparecendo à medida que a favela da Rocinha se alastrava a passos largos pelo morro. Um dos moradores desse bairro nobre declarou: “O odor reinante acui é uma mistura de lixo com esgoto, e o som varia entre tiroteio e baile funk. Verde, quase não se vê mais." Como lá, várias áreas mais nobres do Rio, aquelas também de maior IPTU, estão hoje cercadas de barracos por todos os lados — retrato de um acelerado processo de expansão das favelas que, ano a ano, ganha novo impulso por uma questão de cunho demográfico. Novas projeções, conduzidas pelo demógrafo Kaizô Beltrão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, indicam que até o fim de 2010 a população das 1020 favelas cariocas atingirá 1,3 milhão de habitantes—*22% mais do que uma década atrás. O número salta aos olhos: é quase o dobro do ritmo populacional do restante da cidade. No Rio, um de cada cinco moradores já vive em favelas e, mantido o ritmo até 2020, esse será o caso de um em quatro cariocas. Explica Kaizô Beltrão: “As altas taxas de fecundidade estão contribuindo de forma decisiva para o inchaço dos morros."
Evidentemente existem outras razões para a visível proliferação das favelas cariocas — um processo secular que tem suas raízes cravadas na constante complacência das autoridades. Os primeiros registros de ocupação ilegal de terras no Rio de Janeiro datam do século XIX, época em que os escravos recém-liberados começaram a se instalar maciçamente nos morros. Já no século XX, sobretudo a partir da década de 50, com a industrialização do país. grandes levas de nordestinos aportaram na cidade em busca de emprego e fincaram seus barracos nas favelas — que inflaram. Em São Paulo, ocorreu algo semelhante com a diferença de que, no Rio, o crescimento da população favelada foi abertamente incentivada pelo populismo reinante.
Para o problema não há outra saída senão o Estado se fazer presente nas favelas — algo que, por décadas a fio, não aconteceu. Os especialistas são unânimes em afirmar que o rumo mais acertado, nesse caso, passa pela incorporação das favelas à cidade. Diz o urbanista Sérgio Magalhães: “Só com a legalização dos imóveis e a urbanização dos morros, elas deixarão de viver à margem do Estado e da lei e se integrarão, enfim, à economia formal”. A recente ocupação de alguns morros pela polícia, por meio das unidades pacificadoras, tem cumprido um papel básico e decisivo para isso: expulsar os bandidos das favelas. Um bom começo. Os galopantes indicadores demográficos — e a própria fotografia da cidade engolida por favelas — mostram que é preciso, mais do que nunca, acelerar o passo.
SOARES, Ronaldo. Engolidos pela favela. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2156, ano 43, n. 11, p. 94-96,17 mar. 2010. Adaptado.
O título do texto passa uma mensagem de forma
 

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1301927 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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enunciado 2123549-1
Os dados contidos no gráfico e no mapa permitem inferir que
 

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1301902 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Engolidos pela favela
A imensidão da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, que se descortinava do Alto da Gávea, hoje apelidado de Baixo Rocinha, foi desaparecendo à medida que a favela da Rocinha se alastrava a passos largos pelo morro. Um dos moradores desse bairro nobre declarou: “O odor reinante acui é uma mistura de lixo com esgoto, e o som varia entre tiroteio e baile funk. Verde, quase não se vê mais." Como lá, várias áreas mais nobres do Rio, aquelas também de maior IPTU, estão hoje cercadas de barracos por todos os lados — retrato de um acelerado processo de expansão das favelas que, ano a ano, ganha novo impulso por uma questão de cunho demográfico. Novas projeções, conduzidas pelo demógrafo Kaizô Beltrão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, indicam que até o fim de 2010 a população das 1020 favelas cariocas atingirá 1,3 milhão de habitantes—*22% mais do que uma década atrás. O número salta aos olhos: é quase o dobro do ritmo populacional do restante da cidade. No Rio, um de cada cinco moradores já vive em favelas e, mantido o ritmo até 2020, esse será o caso de um em quatro cariocas. Explica Kaizô Beltrão: “As altas taxas de fecundidade estão contribuindo de forma decisiva para o inchaço dos morros."
Evidentemente existem outras razões para a visível proliferação das favelas cariocas — um processo secular que tem suas raízes cravadas na constante complacência das autoridades. Os primeiros registros de ocupação ilegal de terras no Rio de Janeiro datam do século XIX, época em que os escravos recém-liberados começaram a se instalar maciçamente nos morros. Já no século XX, sobretudo a partir da década de 50, com a industrialização do país. grandes levas de nordestinos aportaram na cidade em busca de emprego e fincaram seus barracos nas favelas — que inflaram. Em São Paulo, ocorreu algo semelhante com a diferença de que, no Rio, o crescimento da população favelada foi abertamente incentivada pelo populismo reinante.
Para o problema não há outra saída senão o Estado se fazer presente nas favelas — algo que, por décadas a fio, não aconteceu. Os especialistas são unânimes em afirmar que o rumo mais acertado, nesse caso, passa pela incorporação das favelas à cidade. Diz o urbanista Sérgio Magalhães: “Só com a legalização dos imóveis e a urbanização dos morros, elas deixarão de viver à margem do Estado e da lei e se integrarão, enfim, à economia formal”. A recente ocupação de alguns morros pela polícia, por meio das unidades pacificadoras, tem cumprido um papel básico e decisivo para isso: expulsar os bandidos das favelas. Um bom começo. Os galopantes indicadores demográficos — e a própria fotografia da cidade engolida por favelas — mostram que é preciso, mais do que nunca, acelerar o passo.
SOARES, Ronaldo. Engolidos pela favela. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2156, ano 43, n. 11, p. 94-96,17 mar. 2010. Adaptado.
Sobre as informações contidas no texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) A acomodação dos moradores dos bairros nobres muito contribui para o crescente avanço dos barracos nos morros existentes em seu entorno.
( ) A expansão das favelas, nas megalópoles, implica a degradação dos bairros nobres próximos a elas e a desvalorização dos imóveis que os compõem.
( ) A ação enérgica da polícia nos morros do Rio de Janeiro, embora de caráter pacificador, prova que a delinquência tem freio e a questão enfocada, solução.
( ) A desinformação sobre os métodos contraceptivos — infere-se — tem sico o real motivo da explosão demográfica nessas áreas marcadas pela ausência das autoridades e pela ocupação ilegal.
( ) A sinalização dos urbanistas quanto à incorporação das favelas à cidade, mesmo sendo uma questão que demanda vontade política e verba, minimizaria boa parte dos problemas sociais nelas existentes.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
 

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1301845 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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A Constituição Federal dispõe de quatro incisos, nos quais se encontram os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil.

Assim sendo, pode-se destacar como objetivo fundamental

 

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1301839 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Segundo as leis brasileiras de trânsito, são considerados infratores os motoristas que dirijam estando no organismo com uma concentração superior a 0.6 gramas de álcool por litro de sangue, o que equivale a uma lata de cerveja. Admite-se que a quantidade, em glt% de álcool remanescente no organismo de uma pessoa, a partir do instante t, em horas, em que ela pare de beber, pode ser estimado através da expressão R(t) = k(0,5)t/2. Ingerindo 5 latas de cerveja, uma após outra e, desejando sair, imediatamente, ao volante do seu veículo, um motorista foi aconselhado, por amigos, a aguardar o tempo mínimo necessário para cue não infrinja a lei.
Considerando-se log 2 = 0,30, pode-se concluir que esse tempo é de
 

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1301827 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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A constituição é a base do ordenamento jurídico da sociedade moderna. No caso do Brasil, a existência de diversas constituições na sua história indica, dentre outros fatores, as mudanças políticas ocorridas no país.

Em relação a essas transformações e às constituições, pode-se afirmar que a

 

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1301817 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Engolidos pela favela
A imensidão da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, que se descortinava do Alto da Gávea, hoje apelidado de Baixo Rocinha, foi desaparecendo à medida que a favela da Rocinha se alastrava a passos largos pelo morro. Um dos moradores desse bairro nobre declarou: “O odor reinante acui é uma mistura de lixo com esgoto, e o som varia entre tiroteio e baile funk. Verde, quase não se vê mais." Como lá, várias áreas mais nobres do Rio, aquelas também de maior IPTU, estão hoje cercadas de barracos por todos os lados — retrato de um acelerado processo de expansão das favelas que, ano a ano, ganha novo impulso por uma questão de cunho demográfico. Novas projeções, conduzidas pelo demógrafo Kaizô Beltrão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, indicam que até o fim de 2010 a população das 1020 favelas cariocas atingirá 1,3 milhão de habitantes—*22% mais do que uma década atrás. O número salta aos olhos: é quase o dobro do ritmo populacional do restante da cidade. No Rio, um de cada cinco moradores já vive em favelas e, mantido o ritmo até 2020, esse será o caso de um em quatro cariocas. Explica Kaizô Beltrão: “As altas taxas de fecundidade estão contribuindo de forma decisiva para o inchaço dos morros."
Evidentemente existem outras razões para a visível proliferação das favelas cariocas — um processo secular que tem suas raízes cravadas na constante complacência das autoridades. Os primeiros registros de ocupação ilegal de terras no Rio de Janeiro datam do século XIX, época em que os escravos recém-liberados começaram a se instalar maciçamente nos morros. Já no século XX, sobretudo a partir da década de 50, com a industrialização do país. grandes levas de nordestinos aportaram na cidade em busca de emprego e fincaram seus barracos nas favelas — que inflaram. Em São Paulo, ocorreu algo semelhante com a diferença de que, no Rio, o crescimento da população favelada foi abertamente incentivada pelo populismo reinante.
Para o problema não há outra saída senão o Estado se fazer presente nas favelas — algo que, por décadas a fio, não aconteceu. Os especialistas são unânimes em afirmar que o rumo mais acertado, nesse caso, passa pela incorporação das favelas à cidade. Diz o urbanista Sérgio Magalhães: “Só com a legalização dos imóveis e a urbanização dos morros, elas deixarão de viver à margem do Estado e da lei e se integrarão, enfim, à economia formal”. A recente ocupação de alguns morros pela polícia, por meio das unidades pacificadoras, tem cumprido um papel básico e decisivo para isso: expulsar os bandidos das favelas. Um bom começo. Os galopantes indicadores demográficos — e a própria fotografia da cidade engolida por favelas — mostram que é preciso, mais do que nunca, acelerar o passo.
SOARES, Ronaldo. Engolidos pela favela. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2156, ano 43, n. 11, p. 94-96,17 mar. 2010. Adaptado.
O acento indicativo de crase presente no fragmento “e se integrarão, enfim, à economia formal”, foi usado pela mesma razão do que aparece na frase indicada em
 

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1301810 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Engolidos pela favela
A imensidão da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, que se descortinava do Alto da Gávea, hoje apelidado de Baixo Rocinha, foi desaparecendo à medida que a favela da Rocinha se alastrava a passos largos pelo morro. Um dos moradores desse bairro nobre declarou: “O odor reinante acui é uma mistura de lixo com esgoto, e o som varia entre tiroteio e baile funk. Verde, quase não se vê mais." Como lá, várias áreas mais nobres do Rio, aquelas também de maior IPTU, estão hoje cercadas de barracos por todos os lados — retrato de um acelerado processo de expansão das favelas que, ano a ano, ganha novo impulso por uma questão de cunho demográfico. Novas projeções, conduzidas pelo demógrafo Kaizô Beltrão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, indicam que até o fim de 2010 a população das 1020 favelas cariocas atingirá 1,3 milhão de habitantes—*22% mais do que uma década atrás. O número salta aos olhos: é quase o dobro do ritmo populacional do restante da cidade. No Rio, um de cada cinco moradores já vive em favelas e, mantido o ritmo até 2020, esse será o caso de um em quatro cariocas. Explica Kaizc Beltrão: “As altas taxas de fecundidade estão contribuindo de forma decisiva para o inchaço dos morros."
Evidentemente existem outras razões para a visível proliferação das favelas cariocas — um processo secular que tem suas raízes cravadas na constante complacência das autoridades. Os primeiros registros de ocupação ilegal de terras no Rio de Janeiro datam do século XIX, época em que os escravos recém-liberados começaram a se instalar maciçamente nos morros. Já no século XX, sobretudo a partir da década de 50, com a industrialização do país. grandes levas de nordestinos aportaram na cidade em busca de emprego e fincaram seus barracos nas favelas — que inflaram. Em São Paulo, ocorreu algo semelhante com a diferença de que, no Rio, o crescimento da população favelada foi abertamente incentivada pelo populismc reinante.
Para o problema não há outra saída senão o Estado se fazer presente nas favelas — algo que, por décadas a fio, não aconteceu. Os especialistas são unânimes em afirmar que o rumo mais acertado, nesse caso, passa pela incorporação das favelas à cidade. Diz o urbanista Sérgio Magalhães: “Só com a legalização dos imóveis e a urbanização dos morros, elas deixarão de viver à margem do Estado e da lei e se integrarão, enfim, à economia formal”. A recente ocupação de alguns morros pela polícia, por meio das unidades pacificadoras, tem cumprido um papel básico e decisivo para isso: expulsar os bandidos das favelas. Um bom começo. Os galopantes indicadores demográficos — e a própria fotografia da cidade engolida por favelas — mostram que é preciso, mais do que nunca, acelerar o passo.
SOARES, Ronaldo. Engolidos pela favela. Veja, São Paulo: Abril, ed. 2156, ano 43, n. 11, p. 94-96,17 mar. 2010. Adaptado.
De acordo com o texto, a favelização dos morros do Rio e de São Paulo é um problema
 

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1301745 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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O problema de policiar a polícia
Os oficiais da Polícia Militar de São Paulo responsáveis por investigar seus pares contam que nenhuma notícia se espalha mais rápido na corporação do que uma visita deles a alguma unidade. "A corregedoria está aí!”, comentam os policiais pelos corredores, ao mesmo tempo curiosos e apreensivos. C fato(a) de que podem ser punidos é o maior impedimento para que cometam alguma irregularidade ou crime. No entanto, como quem investiga policiais são também policiais, as corregedorias tanto das PMs como das polícias civis enfrentam uma dificuldade: evitar que o corporativismo e o jogo interno de influências inviabilizem a punição da banda podre das instituições. Um estudo inédito feito pelos pesquisadores Sandro Cabral, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Sérgio Lazzarini, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, confirma estatisticamente esse problema e aponta algumas soluções. Cabral e Lázaro analisaram 639 processos disciplinares contra policiais civis de um dos cinco maiores estados brasileiros (como condição para ter acesso(b) aos dados, os pesquisadores se comprometeram a não divulgar o nome da federação estudada). O levantamento revela que suspeitos de alto nível hierárquico são punidos com menor frequência e que acusações de extorsão são menos toleradas do que as de agressão física. A experiência do policial investigado conta muito em seu favor: a probabilidade(c) de que aqueles com mais de cinco anos de profissão sejam punidos com demissão é bem menor do que quando o acusado é um novato.
A dificuldade(d) de punir oficiais de alto escalão é uma questão sensível em todos os estados brasileiros, em grande parte porque são raras as corregedorias com autonomia em relação ao comando das instituições cuja atuação devem monitorar. O modelo predominante no país consiste em cada polícia ter seu próprio departamento de investigação interno, em geral sem estabilidade no cargo.
Os tipos mais comuns de punição administrativa a policiais são a advertência, a suspensão e a expulsão. No estudo do Cabral e Lazzarini, a maior de todas as punições — a expulsão — é aplicada mais comumente a policiais corruptos do que a acusados de agressão ou homicídio. A atividade policial pressupõe o uso da força, mas o limite entre a violência necessária e o abuso é tênue. Por isso, é preciso investir tanto na seleção criteriosa dos candidatos como em treinamento contínuo. “Mas é preciso deixar claro que a aquisição(e) de princípios éticos vem de casa. Não dá para fazer milagre: o policial é apenas o reflexo de uma sociedade cujos cidadãos furam o sinal vermelho e falsificam carteira de estudante para pagar meia entrada”, diz Sandro Cabral.
SCHELP, Diogo. O problema da polícia policiar a polícia.Veja, São Paulo, ed. 2150, ano 43, n. 5, p. 54-65,2010. Adaptado.
Possui a mesma regência que “visita” o nome
 

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1301721 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Exercise’s afterglow
Sweat for a moment, then bask in the good feeling for hours. Thafs the message of a study presented at the American College of Sports Medicine’s recent annual meeting. The study suggests that the mood benefits of exercise last up to 12 times longer than previously thought. Earlier research had found that a workouf s feel-good effects last about an hour — not much longer than it takes the sweat to dry. But in the University of Vermont research, after men and women pedaled for 20 minutes on a stationary bike, questionnaires showed their moods remained buoyed for about half a day, whether they were fitness enthusiasts or just venturing off the couch for the first time, says researcher Jeremy Sibold, EdD.
HOWARD. Beth. USA: Reader’s Digest, Sept 2009, p. 76.
According to the University of Vermont research, the workoufs feel-good effects last
 

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