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Foram encontradas 560 questões.

480186 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
João e Carlos, resolveram apostar na loteria esportiva, sendo que João entrou com R$ 120,00 e Carlos com R$ 180,00. Ganharam um prêmio de R$ 240.000,00. Então, está correto afirmar que a melhor maneira de ratear esse prêmio proporcionalmente ao que cada um apostou é
 

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480133 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
O que é uma espécie?
Se você visitar o Parque Provincial de Algonquin, em Ontário, Canadá, poderá ouvir os uivos solitários dos lobos e, com um pouco de sorte, observará ao menos de relance uma alcateia correndo, ao longe, através da floresta. Mas quando chegar em casa todo contente por ter avistado aqueles animais, qual a espécie de lobo você dirá ter encontrado? Se for tirar a dúvida com dois ou três cientistas, talvez ouça diferentes respostas. Pode até acontecer de um deles ficar em dúvida e lhe dizer que se trata dessa ou daquela espécie.
É surpreendente ver o quanto os cientistas vêm debatendo para chegar a um consenso sobre algo tão simples e decidir se esse ou aquele grupo de organismos constitui ou não uma espécie. Talvez isso se deva ao latim, que deu nomes às espécies, carregados de uma certeza absoluta, levando o público a pensar que as regras são muito simples.
Charles Darwin se divertia com essa questão. "É engraçado ver como diferentes ideias se manifestam nas diferentes mentes dos naturalistas, quando eles falam em 'espécies' ”, escreveu em 1856. "Tudo isso resulta da tentativa de definir o indefinível." As espécies, de acordo com Darwin, nunca foram entidades fixas que surgiram quando da criação. Elas evoluíram. Cada grupo de organismos que chamamos de espécie surgiu como uma variedade a partir de espécies mais antigas. Com o passar do tempo, a seleção natural os transformou, enquanto se adaptavam ao ambiente. Entretanto outras variedades se tornaram extintas. Uma variedade antiga, no final, torna-se completamente diferente de todos os outros organismos − e isso é o que entendemos como uma espécie em si. "Eu vejo o termo 'espécie' como um conceito arbitrário, cunhado apenas por mera conveniência, para designar um grupo de indivíduos muito semelhantes entre si", disse Darwin.
(Fragmento adaptado de Carl Zimmer, Scientific American Brasil, edição 111, agosto de 2011, http://www2.uol.com.br/sciam/aula_aberta/o_ que_e_uma_especie_html)
A explicação dada por Darwin para a impossibilidade de se definirem as espécies com precisão – definir o indefinível – está centrada na
 

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480131 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Considere em !$ \mathbb{R} !$ X !$ \mathbb{R} !$, A (5, 3y) e B (2x + y, x + 1) dois pontos coincidentes. O valor de !$ \begin{pmatrix} { \large x \over y} \end{pmatrix}^{x + y} !$ é igual a
 

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480127 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Três tubos de ensaio (I, II e III) contêm, cada um, 10 mililitros de água destilada a 25 °C. A esses tubos, foram adicionadas as seguintes massas de cloreto de sódio (!$ NaC \ell !$):
Tubo I = 3,0 g Tubo II = 4,0 g Tubo III = 5,0 g
Sabendo-se que a solubilidade do !$ NaC \ell !$ a 25 °C é 36,0 g por 100 mL de água, após agitação, verificou-se existência de sólido e solução saturada em alguns tubos. O valor da massa de !$ NaC \ell !$ (s), em gramas, em cada um dos tubos I, II e III é, respectivamente,
 

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480085 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Química
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Utilizando uma corrente de 100 mA, a eletrodeposição de 1,0 g de níquel a partir de !$ Ni^{2+} !$ (aq), sobre uma bijuteria de aço inox levaria o tempo, em minutos, de
Dados:
Massa molar do níquel = 58,7 g/mol
Constante de Faraday = !$ 9,65 \tines 10^4 C/mol !$
 

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480054 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Um litro de uma solução contém 0,20 mol de cloreto de amônio, !$ NH_4C \ell !$, e 0,10 mol de cloreto de ferro (III), !$ FeC \ell_3 !$. As concentrações dos íons !$ Fe^{3+} !$, !$ NH^+_4 !$ e !$ C \ell^- !$ (em mol/L) são, respectivamente,
 

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479975 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Poema tirado de uma notícia de jornal
João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da
[Babilônia num barracão sem número.
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
(Manuel Bandeira. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1985, p. 214)
Ao afirmar que seu poema foi tirado de uma notícia de jornal, Manuel Bandeira lembra-nos uma característica marcante de sua poesia:
 

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471445 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Our Plugged-in Summer
By BRUCE FEILER
I [TO SET OUT] to spend my summer vacation online. A few things conspired to give me the idea. The first was the insistent finger wagging one now encounters that the only way to spend quality time with one’s children is to disengage from technology.
The same day, my brother sent along a link for a new app (leafsnap) that allows users to identify trees by submitting photos of leaves. What a smart way to juice that nature walk, I thought. The next day I saw a Twitter message from Pierre Omidyar (@pierre, the eBay founder, in which he attached a photo and asked, “What is the name of this purple a nd white flower bush?” Seconds later he had his answer: lilac.
Then my sister wrote to ask how she could identify the bird building a nest on her deck. “Take a picture and put it on Facebook,” I said. “You’ll have an answer within the hour.” She bet me it wouldn’t work, but within 19 minutes two friends had confirmed it was a Carolina wren.
I concocted a scheme. During weekends this summer, I would pursue the opposite of an unplugged vacation: I would check screens whenever I could. Not in the service of work, but in the service of play. I would crowd-source new ideas for car games and YouTube my picnic recipes. I would test the prevailing wisdom that the Internet spoils all the fun. With back-to-school fast approaching, here’s my report.
For starters, the Web supplied an endless font of trivia and historical tidbits to enliven our days. I learned that a great debate still rages over who was the “Benedict” in eggs Benedict; that ancient mythologists believed fish were so afraid of the ospreys that they turned up their bellies in surrender; and that care packages like the one we sent my nephew at camp had their origins feeding starving Europeans in World War II.
Online videos are another boon to summer. When my 6-year-old daughters were upset that we didn’t awaken them at midnight to watch a brief light show on the Eiffel Tower, a quick trip to YouTube did the trick. My father used seaturtle.org to teach my girls how sea turtles emerge from the Atlantic near our home on Tybee Island, Ga., and lay eggs. Injured turtles are implanted with G.P.S. devices, allowing them to be tracked online. One surprising way that being plugged in improved our vacations was using newfangled resources to solve oldfangled problems. Bugs, for one. I used the Internet to find a home remedy for the slugs eating my begonias (broken eggshells).
The Web also helped give us the feeling that we saw people more than we did. While it’s fashionable to complain that we’re overly connected, I still found an occasional, virtual interaction with a friend or family member to be as pleasant as running into them on the beach. I texted with my 12-year-old nephew about geocaching when we get together. My kids Skyped with my parents about learning to swim.
And our devices were lifesavers when my daughter Tybee took a spill and had to be hurried to the hospital for stitches. A friend who took care of Tybee’s twin, Eden, e-mailed us a photo of her noshing on pizza to assure us she was fine. When Tybee got nervous, the doctor asked her what movies she should download on her iPad for her son. And just before the procedure, I received a heartwarming text: “Dear Tybee, you are such a brave girl, love Eden.”
(Adapted from http://www.nytimes.com/2011/08/14/fashion/this-life-a-plugged-in-summer.html?pagewanted=all)
Segundo o texto,
 

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463592 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Procurou-se repetir as etapas do Método Experimental para investigar a questão O que faz com que um corpo de massa m e volume V afunde num líquido de densidade !$ ρ !$ ?
Após discussões com os alunos, foram levantadas as hipóteses de resposta à questão. Utilizando-se frascos cilíndricos, de diferentes volumes, após testada cada uma das hipóteses e descartadas as não relevantes, chegou-se à conclusão de que apenas a massa m e o volume V são determinantes do afundamento do corpo no líquido. Na etapa final do experimento, considerou-se o corpo como sendo um frasco de volume V, com tampa e contendo areia. Variando a quantidade de areia no frasco, foi possível perceber diferença no comportamento de afundar ou não no líquido. Daí, a conclusão: um corpo afunda no líquido se
 

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457390 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
ONE DAY I WILL WRITE ABOUT THIS PLACE
A Memoir
By Binyavanga Wainaina
256 pp. Graywolf Press. $24.
Dear reader, I’ll save you precious time: skip this review and head directly to the bookstore for Binyavanga Wainaina’s stand-upand- cheer coming-of-age memoir, “One Day I Will Write About This Place.” [CONNECTIVE] written by an East African and set in East and Southern Africa, Wainaina’s book is not just for Afrophiles or lovers of post-colonial literature. This is a book for anyone who still finds the nourishment of a well-written tale preferable to the empty-calorie jolt of a celebrity confessional or Swedish mystery.
Not that Wainaina is likely to judge [PRONOUN] taste in books. In fact, at its heart, this is a story about how Wainaina was almost [TO EAT] alive by his addiction to reading anything available. “I am starting to read storybooks,” he says of his 11-year-old self, growing up in Nakuru, Kenya. “If words, in English, arranged on the page have the power to control my body in this world, this sound and language can close its folds, like a fan, and I will slide into its world, where things are arranged differently.”
As he leaves childhood [ADVERB 1] − “My nose sweats a lot these days, and my armpits smell, and I wake [ADVERB 2] a lot at night all wriggly and hot, like Congo rumba music” − Wainaina retreats further from the confusing realities of politics and adolescence and his big multinational family (his father a Kenyan businessman and farm owner, his mother a Ugandan salon owner) and deeper into a world of words. At school he is told, and believes, that he is supposed to become a doctor or a lawyer, an engineer or a scientist. But Wainaina seems constitutionally incapable of absorbing anything that would further a career in these fields.
By the time Wainaina leaves Kenya to attend university in South Africa, a country smoldering with the last poisonous fumes of apartheid, his addiction to books is complete. He drops out of school to pursue more completely a life of reading.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2011/08/14/books/review/one-day-i-will-write-about-this-place-by-binyavanga-wainaina-book-review. html?pagewanted=all)
The missing [PRONOUN] is
 

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