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Foram encontradas 560 questões.

398545 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Uma das imagens mais populares sobre a evolução humana mostra uma sucessão progressiva de espécies, conforme a figura abaixo:
Enunciado 398545-1
(http://simonthongwh.files.wordpress.com/2011/05/ape-to-manevolution. jpg)
Considerando-se o significado biológico de evolução e o processo de evolução do homem, esta representação é
 

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395893 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Duas partículas elétricas carregadas positivamente estão fixas sobre um eixo x nos pontos A e B, conforme a figura.
Enunciado 395893-1
O campo elétrico resultante da presença dessas cargas
 

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387540 Ano: 2011
Disciplina: Química
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Para demonstrar o funcionamento de uma pilha, foi montada a seguinte aparelhagem:
Enunciado 387540-1
Dados:
Potenciais padrões de eletrodo (volt):
!$ Mg^{2+} !$ + !$ 2 !$ !$ e^− !$ !$ \rightleftharpoons !$ !$ Mg !$ !$ −2,236 !$
!$ Ni^{2+} !$ + !$ 2 !$ !$ e^− !$ !$ \rightleftharpoons !$ !$ Ni !$ !$ −0,250 !$
!$ Sn^{2+} !$ + !$ 2 !$ !$ e^− !$ !$ \rightleftharpoons !$ !$ Sn !$ !$ −0,136 !$
!$ Pb^{2+} !$ + !$ 2 !$ !$ e^− !$ !$ \rightleftharpoons !$ !$ Pb !$ !$ −0,126 !$
!$ Cu^{2+} !$ + !$ 2 !$ !$ e^− !$ !$ \rightleftharpoons !$ !$ Cu !$ !$ +0,337 !$
A lâmpada acende quando X e Y são, respectivamente,
 

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387314 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Um cliente parcelou o valor total a ser pago por um determinado produto. Verificou que no boleto bancário informava-se que haveria multa por atraso. A tabela abaixo indica o valor da multa dependendo do número de dias em atraso.
Número de dias
em atraso
Multa em R$
1 35
2 42
3 49
4 56
Considerando y como sendo a multa a ser paga em reais e x o número de dias em atraso, a função que representa corretamente a situação descrita é
 

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387311 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Um corpo é lançado verticalmente para baixo, de uma altura de 60 m em relação ao solo, com velocidade inicial de 8 m/s. Desprezando a resistência do ar, a altura do corpo, em relação ao solo, 2s após o lançamento, em metros, vale
Dado:
!$ g=10\, m/s^2 !$
 

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387262 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
ONE DAY I WILL WRITE ABOUT THIS PLACE
A Memoir
By Binyavanga Wainaina
256 pp. Graywolf Press. $24.
Dear reader, I’ll save you precious time: skip this review and head directly to the bookstore for Binyavanga Wainaina’s stand-upand- cheer coming-of-age memoir, “One Day I Will Write About This Place.” [CONNECTIVE] written by an East African and set in East and Southern Africa, Wainaina’s book is not just for Afrophiles or lovers of post-colonial literature. This is a book for anyone who still finds the nourishment of a well-written tale preferable to the empty-calorie jolt of a celebrity confessional or Swedish mystery.
Not that Wainaina is likely to judge [PRONOUN] taste in books. In fact, at its heart, this is a story about how Wainaina was almost [TO EAT] alive by his addiction to reading anything available. “I am starting to read storybooks,” he says of his 11-year-old self, growing up in Nakuru, Kenya. “If words, in English, arranged on the page have the power to control my body in this world, this sound and language can close its folds, like a fan, and I will slide into its world, where things are arranged differently.”
As he leaves childhood [ADVERB 1] − “My nose sweats a lot these days, and my armpits smell, and I wake [ADVERB 2] a lot at night all wriggly and hot, like Congo rumba music” − Wainaina retreats further from the confusing realities of politics and adolescence and his big multinational family (his father a Kenyan businessman and farm owner, his mother a Ugandan salon owner) and deeper into a world of words. At school he is told, and believes, that he is supposed to become a doctor or a lawyer, an engineer or a scientist. But Wainaina seems constitutionally incapable of absorbing anything that would further a career in these fields.
By the time Wainaina leaves Kenya to attend university in South Africa, a country smoldering with the last poisonous fumes of apartheid, his addiction to books is complete. He drops out of school to pursue more completely a life of reading.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2011/08/14/books/review/one-day-i-will-write-about-this-place-by-binyavanga-wainaina-book-review. html?pagewanted=all)
The missing [CONNECTIVE] is
 

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387103 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Saving energy: i t starts at home
We already know the fastest, expensive way to slow climate change: use less energy. With a little effort, and not money, most of us could reduce our energy diets by 25 percent or more − the Earth a favor while also helping our pocketbooks. So what’s holding us back?
Scientists have reported recently that the world is heating up even faster predicted only a few years , and that the consequences could be severe if we don’t reducing emission of carbon dioxide and other greenhouse gases that are trapping heat in our atmosphere. But what can we about it as individuals? Will our efforts really any difference?
(Extracted from the National Geographic Magazine, March 2009)
 

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385844 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
A questão baseia-se no texto apresentado a seguir.
Texto I − O rádio, esse mistério
Modéstia à parte, também tenho lá a minha experiência em rádio. Quando era menino, em Belo Horizonte, fui locutor do programa "Gurilândia" da Rádio Guarani. Não me pagavam nada, a Rádio Guarani não passando de pretexto para namorar uma menina que morava nas imediações. Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. Quase me iniciei nas transmissões esportivas, incitado pelo saudoso Babaró, que era o grande mestre de então, mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores.
Em compensação, minha irmã Berenice me estimulando a inspiração, usei e abusei do direito de escrever besteiras, mandando crônicas sobre assuntos radiofônicos para a revista "Carioca". "O que pensam os rádio-ouvintes" era o nome do concurso permanente. Com o quê, tornei-me entendido em Orlando Silva, Carmen Miranda, César Ladeira, Sílvio Caldas, Bando da Lua, Assis Valente, Ary Barroso, e tudo quanto era cantor, locutor ou compositor de sucesso naquele tempo.
Rádio é mesmo uma coisa misteriosa. Começou fazendo sucesso na sala de visitas, acabou na cozinha. Cedeu lugar à televisão, que já vai pelo mesmo caminho. Ninguém que se preze [...] tem coragem de se dizer ouvinte de rádio − a não ser de pilha, colado ao ouvido, quando apanhado na rua em dia de futebol. Mas a verdade é que tem quem ouça. Ainda me lembro que Francisco Alves morreu num fim de semana, sem que a notícia de sua morte apanhasse nenhum jornal antes do enterro; bastou ser divulgada pelo rádio, e foi aquela apoteose que se viu.
Todo mundo afirma que jamais ouve rádio, e põe a culpa no vizinho, embora reconhecendo que deve ter uma grande penetração, "principalmente no interior". Os ouvintes, é claro, são sempre os outros.
Mas hoje estou pensando no mistério que é o rádio, porque de repente me ocorreu ter vivido uma experiência para cujas consequências não encontro a menor explicação, e que foram as de não ter consequência nenhuma.
Todo mundo sabe que a BBC de Londres é uma das mais poderosas e bem organizadas estações radiofônicas do mundo. [...] Ao longo de dois anos e meio, chovesse ou nevasse, fizesse frio ou gelasse, compareci semanalmente aos estúdios do austero edifício da Bush House em Aldwich, para gravar uma crônica, transmitida toda terça-feira, exatamente às 8 e 15 da noite, hora de Brasília, ou zero hora e quinze de
quarta-feira, conforme o Big Ben. Eram em torno de 10 minutos de texto que eu recitava como Deus é servido, seguro de estar sendo ouvido por todo o Brasil, "principalmente no interior". E imaginava minha voz chegando a cada cidade, a cada fazenda, a cada lugarejo perdido na vastidão da pátria amada. [...]
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga: sei de fonte limpa que os programas da BBC têm no Brasil esses milhares de ouvintes. No entanto, nunca encontrei ninguém que me tivesse escutado: nem um comentário, uma palavra, uma carta, ainda que desfavorável − nada. A impressão é de que passei todo esse tempo falando literalmente para o éter, sem que nenhum ouvido humano me escutasse. [...]
(Fernando Sabino. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 6.ed. 1976. pp. 36-37)
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga ... (último parágrafo)
Com a afirmativa acima, o autor aponta para a
 

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385830 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
A questão baseia-se no texto apresentado a seguir.
Texto I − O rádio, esse mistério
Modéstia à parte, também tenho lá a minha experiência em rádio. Quando era menino, em Belo Horizonte, fui locutor do programa "Gurilândia" da Rádio Guarani. Não me pagavam nada, a Rádio Guarani não passando de pretexto para namorar uma menina que morava nas imediações. Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. Quase me iniciei nas transmissões esportivas, incitado pelo saudoso Babaró, que era o grande mestre de então, mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores.
Em compensação, minha irmã Berenice me estimulando a inspiração, usei e abusei do direito de escrever besteiras, mandando crônicas sobre assuntos radiofônicos para a revista "Carioca". "O que pensam os rádio-ouvintes" era o nome do concurso permanente. Com o quê, tornei-me entendido em Orlando Silva, Carmen Miranda, César Ladeira, Sílvio Caldas, Bando da Lua, Assis Valente, Ary Barroso, e tudo quanto era cantor, locutor ou compositor de sucesso naquele tempo.
Rádio é mesmo uma coisa misteriosa. Começou fazendo sucesso na sala de visitas, acabou na cozinha. Cedeu lugar à televisão, que já vai pelo mesmo caminho. Ninguém que se preze [...] tem coragem de se dizer ouvinte de rádio − a não ser de pilha, colado ao ouvido, quando apanhado na rua em dia de futebol. Mas a verdade é que tem quem ouça. Ainda me lembro que Francisco Alves morreu num fim de semana, sem que a notícia de sua morte apanhasse nenhum jornal antes do enterro; bastou ser divulgada pelo rádio, e foi aquela apoteose que se viu.
Todo mundo afirma que jamais ouve rádio, e põe a culpa no vizinho, embora reconhecendo que deve ter uma grande penetração, "principalmente no interior". Os ouvintes, é claro, são sempre os outros.
Mas hoje estou pensando no mistério que é o rádio, porque de repente me ocorreu ter vivido uma experiência para cujas consequências não encontro a menor explicação, e que foram as de não ter consequência nenhuma.
Todo mundo sabe que a BBC de Londres é uma das mais poderosas e bem organizadas estações radiofônicas do mundo. [...] Ao longo de dois anos e meio, chovesse ou nevasse, fizesse frio ou gelasse, compareci semanalmente aos estúdios do austero edifício da Bush House em Aldwich, para gravar uma crônica, transmitida toda terça-feira, exatamente às 8 e 15 da noite, hora de Brasília, ou zero hora e quinze de
quarta-feira, conforme o Big Ben. Eram em torno de 10 minutos de texto que eu recitava como Deus é servido, seguro de estar sendo ouvido por todo o Brasil, "principalmente no interior". E imaginava minha voz chegando a cada cidade, a cada fazenda, a cada lugarejo perdido na vastidão da pátria amada. [...]
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga: sei de fonte limpa que os programas da BBC têm no Brasil esses milhares de ouvintes. No entanto, nunca encontrei ninguém que me tivesse escutado: nem um comentário, uma palavra, uma carta, ainda que desfavorável − nada. A impressão é de que passei todo esse tempo falando literalmente para o éter, sem que nenhum ouvido humano me escutasse. [...]
(Fernando Sabino. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 6.ed. 1976. pp. 36-37)
... mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores. (final do 1º parágrafo)
O segmento introduzido pelos dois-pontos constitui
 

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382978 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
Considere a reta numérica abaixo:
Enunciado 382978-1
Pode-se afirmar que o valor da expressão !$ B^c+ \large{A \over C} !$ é um número
 

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