Foram encontradas 510 questões.
As lesões da cavidade bucal que apresentam semelhança clínica importante para orientação do diagnóstico diferencial são:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A artrodese da articulação coxo-femoral está contra-indicada na seguinte situação:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O éritron é avaliado pela determinação do:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Elementos com forma e tamanhos anormais como os dentes conóides, os microdentes e os macrodentes resultam de distúrbios ocorridos no momento da odontogênese denominado fase de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No campo das correntes teórico-metodológicas o Serviço Social brasileiro nas últimas décadas vem passando por um dinâmico processo de
aprofundamento. Correntes de pensamento das ciências socais vem sendo experimentadas e debatidas. Sobre esse processo ocorrido na profissão desde o Movimento de Reconceituação afirma-se que:
I. Na reconceituação brasileira, em função de estarmos em pleno regime de exceção ditatorial, a corrente teórica predominante foi a sistêmica e seu autor mais importante foi Vicente Faleiros.
II. A corrente fenomenológica, cujo expoente maior no Brasil foi Ana Augusta de Almeida, ficou conhecida nos arraiais profissionais por implantar a experiência no campo da intervenção profissional chamada de metodologia da articulação, na qual se articulavam forças para enfrentar a dominação.
III. Intenção de ruptura foi a forma de denominação do autor José Paulo Netto à influência do marxismo vulgar no Serviço Social durante a Reconceituação.
IV. A influência do marxismo no Serviço Social aumentou nas últimas décadas. Mais recentemente o recurso aos textos do próprio Marx e a autores como Gramsci e Lukács deram mais densidade e sustentação à formação profissional e à pesquisa.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Correlacione corretamente de acordo com a deformidade dento facial e a indicação do procedimento cirúrgico.
A. paciente classe III com hipoplasia maxilar.
B. paciente classe II com hipoplasia mandibular.
C. paciente classe III com hiperplasia mandibular e mordida aberta anterior.
D. paciente classe III com hiperplasia mandibular.
E. paciente classe II com excesso vertical de maxila e hipoplasia mandibular.
( ) avanço de mandíbula.
( ) avanço de mandíbula com reposicionamento superior de maxila.
( ) avanço de maxila.
( ) redução de mandíbula.
( ) redução de mandíbula com intrusão posterior de maxila.
A sequência correta é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A manobra de Vassalva tem por objetivo:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A via da acesso de Henry para abordagem do 1/3 proximal do rádio, deve ser tomado cuidado especial com a estrutura:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
O segmento inteiramente denotativo é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre o que estabelece a Lei de Regulamentação profissional (lei 8662 de 07- 06-1993) é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container