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Foram encontradas 510 questões.

1051639 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Acidentes traumáticos envolvendo incisivos centrais superiores apresentam elevada prevalência em crianças e acometem mais frequentemente os pacientes definidos, segundo a Classificação de Angle, como do tipo:
 

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1051495 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

O marca passo definitivo NÃO deve ser indicado na situação:

 

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1051478 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

O uso de testes psicológicos requer cuidados e a adoção de critérios, para que possam atingir sua finalidade como instrumento de medidas com valor cientifico. Dentre esses cuidados é correto afirmar que:

 

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Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Na frase: "Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias", o termo destacado expressa ideia:
 

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1050548 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A acidificação da urina é uma estratégia utilizada quando se pretende:
 

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1049349 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Entre as características da shaken baby syndrome (síndrome da criança sacudida), apresentadas abaixo, indique a que NÃO está relacionada à síndrome.
 

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1046856 Ano: 2012
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Uma criança que chega ao consultório do terapeuta ocupacional em companhia da mãe com queixas de ser muito estabanada, desajeitada, lenta para aprender atividades motoras novas, possuir baixo desempenho em esportes e atividades com bola e tem dificuldades em manusear objetos pequenos que escorrem das mãos pode apresentar um quadro de:
 

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1044346 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

Um achado dental anatômico de grande significância clínica para os procedimentos odontopediátricos nos primeiros molares decíduos é o tubérculo molar ou de Zuckerkandl localizado na (o):

 

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Sobre o afogamento, leia as afirmativas abaixo e identifique as falsas (F) e as verdadeiras (V).
( ) O quadro clínico de pacientes que se afogam em água doce ou salgada é semelhante.
( ) Na maioria das vezes a quantidade de fluido aspirada é pequena.
( ) Não se deve tentar retirar imediatamente água dos pulmões ou esvaziar o estômago.
( ) Deve-se realizar manobras de ressuscitação cardiopulmonar mesmo nos casos de submersão superior a 60 minutos.
A alternativa que apresenta a sequência correta é:
 

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1039862 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Identifique como verdadeiro (V) ou falso (F) as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
( ) Os espaços primatas estão presentes no arco dentário inferior entre incisivos laterais e caninos decíduos e, no arco superior, entre caninos e primeiros molares decíduos.
( ) Os espaços primatas estão presentes no arco dentário superior entre incisivos laterais e caninos decíduos e, no arco inferior, entre caninos e primeiros molares decíduos.
( ) O arco tipo I de Baume é aquele que não possui diastemas entre os dentes anteriores e apresenta maior tendência de apinhamento quando da substituição dos decíduos pelos permanentes.
( ) O arco tipo II de Baume é aquele que apresenta diastemas entre os dentes anteriores e favorece o bom posicionamento dos permanentes correspondentes quando de sua erupção.
( ) A finalidade do espaçamento anterior na dentição decídua é proporcionar uma compensação para o maior diâmetro mésiodistal dos dentes permanentes favorecendo um bom prognóstico para o desenvolvimento da oclusão.
A sequência correta é:
 

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