Foram encontradas 100 questões.
240091
Ano: 2010
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: PM-PE
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: PM-PE
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Sobre a ética na aplicação da lei, marque a assertiva CORRETA:
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Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)
"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma.” Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sulafricano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela – e se algum ressentimento perturba seu sono –, entre no cinema hoje.
Há muitos motivos para ver Invictus . E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.
Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sulafricana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco-íris.
– François – diz Mandela, sorrindo –, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.
– Seu desafio é maior, senhor presidente.
– Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)
– Seu desafio é maior, senhor presidente.
– Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)
(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI12280415230,00. html, acesso: 02/03/2010)
O texto “ Mandela e o poder da inspiração” pode ser considerado:
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238531
Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Penal Militar
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: PM-PE
Disciplina: Direito Processual Penal Militar
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: PM-PE
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Em se falando da reprodução simulada dos fatos em inquérito policial militar, assinale a alternativa ERRADA:
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Analise as alternativas abaixo sobre a responsabilidade civil do Estado e assinale a alternativa INCORRETA.
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No processo de integração e envolvimento com a comunidade deverá ser feito, exceto:
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Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)
"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma.” Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sulafricano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela – e se algum ressentimento perturba seu sono –, entre no cinema hoje.
Há muitos motivos para ver Invictus . E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.
Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sulafricana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco-íris.
– François – diz Mandela, sorrindo –, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.
– Seu desafio é maior, senhor presidente.
– Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)
– Seu desafio é maior, senhor presidente.
– Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)
(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI12280415230,00. html, acesso: 02/03/2010)
Reveja as construções:
“ – François – diz Mandela, sorrindo –, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.
– Seu desafio é maior, senhor presidente.” Elas constituem exemplos de:
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Disponível em: http://www.acharge.com.br/index.htm (acesso: 03/03/2010)
A palavra “ oposição” , da charge, é classificada morfologicamente como:
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Disponível em: http://www.acharge.com.br/index.htm (acesso: 03/03/2010)
A charge poderia ser relacionada ao seguinte provérbio:
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Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)
"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma.” Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sulafricano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela – e se algum ressentimento perturba seu sono –, entre no cinema hoje.
Há muitos motivos para ver Invictus . E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.
Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sulafricana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco-íris.
– François – diz Mandela, sorrindo –, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.
– Seu desafio é maior, senhor presidente.
– Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)
– Seu desafio é maior, senhor presidente.
– Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)
(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI12280415230,00. html, acesso: 02/03/2010)
“ Não há ceticismo que resista ao filme Invictus .” . A palavra em destaque só não pode ser substituída neste contexto por:
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Disponível em: http://www.acharge.com.br/index.htm (acesso: 03/03/2010)
A charge ironiza, satiriza um problema de saúde pública estabelecendo uma relação de oposição entre:
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