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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
TEXTO I
“Nossa política antidrogas está errada”.
(Trechos de entrevista concedida pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira à Revista ISTO É)
(...)
ISTO É – O consumo de drogas cresce em que perfil de usuários? Ronaldo Laranjeira – Na realidade, não temos esses dados. Acredito que cresce em todas as classes sociais. No Brasil, o consumo maior fica nas regiões Sul e Sudeste. Se a economia melhorar e continuarmos com a política anêmica de prevenção e tratamento, o consumo vai aumentar mais ainda. Cresce a oferta e a procura. É uma questão de mercado. Por isso, o alerta a respeito da tendência de aumento no uso de drogas no Brasil deve ser levado muito a sério. Temos de lidar com isso como fizemos com a inflação. Se o programa não dá resultado, é preciso mudar a política. Já que ele existe há dez anos e não dá certo, temos de repensá-lo ou repensar as pessoas que o conduzem. (...)
(...)
ISTO É – O senhor acha que a liberação das drogas ajudaria a diminuir o consumo? Ronaldo Laranjeira – Primeiro é difícil fazer isso. Segundo, há evidências demonstrando que, se as drogas forem legalizadas, o consumo vai aumentar. Isso pode diminuir a violência do tráfico, mas pode aumentar a violência entre os usuários e atingir outras pessoas. É ingenuidade achar que isso vai desmantelar a rede de tráfico, que os traficantes vão passar a vender flores em Ipanema. A gente não pode esquecer que a principal violência é a droga lícita, o álcool. Quando a prefeitura de Diadema determinou o fechamento de bares às 23 horas – lei que vai completar cinco anos -, houve uma redução no número de homicídios.
(...)
(Revista ISTO É – Editora Três – 4 de julho de 2007 – Nº 1966 – Ano 30)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada NÃO se apresenta flexionada no gênero feminino.
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Sobre abordagem policial, marque a alternativa CORRETA.
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Constituem preceitos da ética do policial–militar, EXCETO:
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No que concerne ao crime de homicídio doloso é INCORRETO afirmar que:
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Constituem penas permitidas no sistema jurídico brasileiro, EXCETO:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
TEXTO I
“Nossa política antidrogas está errada”.
(Trechos de entrevista concedida pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira à Revista ISTO É)
(...)
ISTO É – O consumo de drogas cresce em que perfil de usuários? Ronaldo Laranjeira – Na realidade, não temos esses dados. Acredito que cresce em todas as classes sociais. No Brasil, o consumo maior fica nas regiões Sul e Sudeste. Se a economia melhorar e continuarmos com a política anêmica de prevenção e tratamento, o consumo vai aumentar mais ainda. Cresce a oferta e a procura. É uma questão de mercado. Por isso, o alerta a respeito da tendência de aumento no uso de drogas no Brasil deve ser levado muito a sério. Temos de lidar com isso como fizemos com a inflação. Se o programa não dá resultado, é preciso mudar a política. Já que ele existe há dez anos e não dá certo, temos de repensá-lo ou repensar as pessoas que o conduzem. (...)
(...)
ISTO É – O senhor acha que a liberação das drogas ajudaria a diminuir o consumo? Ronaldo Laranjeira – Primeiro é difícil fazer isso. Segundo, há evidências demonstrando que, se as drogas forem legalizadas, o consumo vai aumentar. Isso pode diminuir a violência do tráfico, mas pode aumentar a violência entre os usuários e atingir outras pessoas. É ingenuidade achar que isso vai desmantelar a rede de tráfico, que os traficantes vão passar a vender flores em Ipanema. A gente não pode esquecer que a principal violência é a droga lícita, o álcool. Quando a prefeitura de Diadema determinou o fechamento de bares às 23 horas – lei que vai completar cinco anos -, houve uma redução no número de homicídios.
(...)
(Revista ISTO É – Editora Três – 4 de julho de 2007 – Nº 1966 – Ano 30)
A locução verbal destacada em: “A gente não pode esquecer que a principal violência é a droga lícita, o álcool.” concorda, textualmente, com:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
TEXTO I
“Nossa política antidrogas está errada”.
(Trechos de entrevista concedida pelo psiquiatra Ronaldo Laranjeira à Revista ISTO É)
(...)
ISTO É – O consumo de drogas cresce em que perfil de usuários? Ronaldo Laranjeira – Na realidade, não temos esses dados. Acredito que cresce em todas as classes sociais. No Brasil, o consumo maior fica nas regiões Sul e Sudeste. Se a economia melhorar e continuarmos com a política anêmica de prevenção e tratamento, o consumo vai aumentar mais ainda. Cresce a oferta e a procura. É uma questão de mercado. Por isso, o alerta a respeito da tendência de aumento no uso de drogas no Brasil deve ser levado muito a sério. Temos de lidar com isso como fizemos com a inflação. Se o programa não dá resultado, é preciso mudar a política. Já que ele existe há dez anos e não dá certo, temos de repensá-lo ou repensar as pessoas que o conduzem. (...)
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ISTO É – O senhor acha que a liberação das drogas ajudaria a diminuir o consumo? Ronaldo Laranjeira – Primeiro é difícil fazer isso. Segundo, há evidências demonstrando que, se as drogas forem legalizadas, o consumo vai aumentar. Isso pode diminuir a violência do tráfico, mas pode aumentar a violência entre os usuários e atingir outras pessoas. É ingenuidade achar que isso vai desmantelar a rede de tráfico, que os traficantes vão passar a vender flores em Ipanema. A gente não pode esquecer que a principal violência é a droga lícita, o álcool. Quando a prefeitura de Diadema determinou o fechamento de bares às 23 horas – lei que vai completar cinco anos -, houve uma redução no número de homicídios.
(...)
(Revista ISTO É – Editora Três – 4 de julho de 2007 – Nº 1966 – Ano 30)
Gramaticalmente, a forma verbal destacada em: “Temos de lidar com isso...” , só poderia estar acompanhada de:
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Leia o TEXTO, abaixo, para responder a questão.
“O governo não controla a PF”
(Trechos de entrevista concedida pelo Ministro Tarso Genro à Revista ISTO É)
(...)
ISTO É – A Ordem dos Advogados do Brasil tem criticado as prisões espalhafatosas da PF e até o cerceamento do direito de defesa.
Tarso Genro – Se existem alguns excessos em relação a isso, têm que ser corrigidos. Inclusive algum nível de ostentação. Neste momento estou negociando com a OAB para que façam críticas sobre as operações da PF para que possamos fazer as correções pertinentes. A OAB faz três tipos de críticas. Primeiro, no tempo de demora no acesso aos acusados. Segundo, a forma com que as prisões são feitas, com algemas inclusive. Terceiro, a maneira com que os presos são conduzidos, que os coloca numa situação de humilhação. Acho que essa preocupação é muito bem-vinda, pois agora o governo federal pode orientar os governos estaduais a comprar novas viaturas policiais mais adequadas para esse tipo de recolhimento.(...)
(...)
ISTO É – E as algemas, vão acabar para atender às queixas dos advogados do Zuleido Veras e do exgovernador Reinaldo Tavares?
Tarso Genro – Não! O problema das algemas é uma questão muito séria, embora às vezes seja tratada com uma certa irreverência. Até porque as algemas constituem um símbolo. Um ato de detenção tem que produzir duas garantias de segurança: do prisioneiro e do policial. O que a PF alega para usar algemas em todo o mundo? Que é imprevisível a reação de uma pessoa que está sendo aprisionada, mesmo que essa pessoa seja equilibrada. Às vezes a reação das pessoas cultas pode ser até mais chocante. Um desembargador que é algemado num avião, não o é porque vai atacar o guarda, mas porque pode pular num ato de desespero. Nos EUA, recentemente, um juiz determinou que se retirassem as algemas de um prisioneiro e ele conseguiu pegar o revólver de uma policial e matou algumas pessoas. Portanto, o ideal é que fossem algemadas somente as pessoas violentas, mas é possível exigir do agente que ele corra esse risco? Não conheço nada mais seguro para todos do que as algemas.
(...)
Revista ISTO É – Editora Três – 30 de maio de 2007 – Nº 1961 – Ano 30
Quanto à utilização das algemas em atos de detenção, o Ministro Tarso Genro posiciona-se, conforme o texto:
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O requisito básico para o Policiamento Ostensivo, que se impõe como condição essencial para a eficiência operacional, o qual tem origem na tomada de informação real em tempo hábil, no preparo técnico profissional que se completa com o interesse do PM é:
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Leia o TEXTO, abaixo, para responder a questão.
“O governo não controla a PF”
(Trechos de entrevista concedida pelo Ministro Tarso Genro à Revista ISTO É)
(...)
ISTO É – A Ordem dos Advogados do Brasil tem criticado as prisões espalhafatosas da PF e até o cerceamento do direito de defesa.
Tarso Genro – Se existem alguns excessos em relação a isso, têm que ser corrigidos. Inclusive algum nível de ostentação. Neste momento estou negociando com a OAB para que façam críticas sobre as operações da PF para que possamos fazer as correções pertinentes. A OAB faz três tipos de críticas. Primeiro, no tempo de demora no acesso aos acusados. Segundo, a forma com que as prisões são feitas, com algemas inclusive. Terceiro, a maneira com que os presos são conduzidos, que os coloca numa situação de humilhação. Acho que essa preocupação é muito bem-vinda, pois agora o governo federal pode orientar os governos estaduais a comprar novas viaturas policiais mais adequadas para esse tipo de recolhimento.(...)
(...)
ISTO É – E as algemas, vão acabar para atender às queixas dos advogados do Zuleido Veras e do exgovernador Reinaldo Tavares?
Tarso Genro – Não! O problema das algemas é uma questão muito séria, embora às vezes seja tratada com uma certa irreverência. Até porque as algemas constituem um símbolo. Um ato de detenção tem que produzir duas garantias de segurança: do prisioneiro e do policial. O que a PF alega para usar algemas em todo o mundo? Que é imprevisível a reação de uma pessoa que está sendo aprisionada, mesmo que essa pessoa seja equilibrada. Às vezes a reação das pessoas cultas pode ser até mais chocante. Um desembargador que é algemado num avião, não o é porque vai atacar o guarda, mas porque pode pular num ato de desespero. Nos EUA, recentemente, um juiz determinou que se retirassem as algemas de um prisioneiro e ele conseguiu pegar o revólver de uma policial e matou algumas pessoas. Portanto, o ideal é que fossem algemadas somente as pessoas violentas, mas é possível exigir do agente que ele corra esse risco? Não conheço nada mais seguro para todos do que as algemas.
(...)
Revista ISTO É – Editora Três – 30 de maio de 2007 – Nº 1961 – Ano 30
Segundo o Ministro, em atos de detenção, as algemas devem ser utilizadas:
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