Foram encontradas 122 questões.
O texto a seguir é referência para a questão.

STAREPRAVO, Fernando Augusto; SOUZA, Juliano de; MARCHI JUNIOR, Wanderley. A teoria dos jogos competitivos de Norbert Elias como alternativa à
leitura das políticas públicas de esporte e lazer no Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 26, n. 4, p. 658-659. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.

STAREPRAVO, Fernando Augusto; SOUZA, Juliano de; MARCHI JUNIOR, Wanderley. A teoria dos jogos competitivos de Norbert Elias como alternativa à
leitura das políticas públicas de esporte e lazer no Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 26, n. 4, p. 658-659. Adaptado.
O equilíbrio de poder, segundo ELIAS (2005), constitui um elemento integral de todas as relações humanas, as quais são, comumente, multipolares.
Assinale alternativa em que o trecho destacado é parafraseado adequadamente.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.

STAREPRAVO, Fernando Augusto; SOUZA, Juliano de; MARCHI JUNIOR, Wanderley. A teoria dos jogos competitivos de Norbert Elias como alternativa à
leitura das políticas públicas de esporte e lazer no Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 26, n. 4, p. 658-659. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeParalelismo
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosVariação Linguística
Leia o seguinte texto:
-Tem, mas acabou. -A luz dormiu acesa. -Você segue reto, toda vida. -Eu fiquei preso, do lado de fora. -Daí eu peguei e falei. -Vai ficar aí chorando as pitangas? -Eu falo é nada. -Tá ficando tarde, vou dar uma chegadinha. -Eu tô com fome de comida. -Escuta só pra você ver. -Não conheço, mas sei quem é. -Vou só esperar o sol esfriar. -Essa rua vai para onde? -Dura até acabar. -Não vi nem o cheiro.
Disponível em: https://www.tribunapr.com.br/blogs/triboladas/frases-que-so-o-brasileiro-entende-qual-delas-voce-mais-fala/2023
As frases acima “só podem ser entendidas por brasileiros” porque:
-Tem, mas acabou. -A luz dormiu acesa. -Você segue reto, toda vida. -Eu fiquei preso, do lado de fora. -Daí eu peguei e falei. -Vai ficar aí chorando as pitangas? -Eu falo é nada. -Tá ficando tarde, vou dar uma chegadinha. -Eu tô com fome de comida. -Escuta só pra você ver. -Não conheço, mas sei quem é. -Vou só esperar o sol esfriar. -Essa rua vai para onde? -Dura até acabar. -Não vi nem o cheiro.
Disponível em: https://www.tribunapr.com.br/blogs/triboladas/frases-que-so-o-brasileiro-entende-qual-delas-voce-mais-fala/2023
As frases acima “só podem ser entendidas por brasileiros” porque:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O excerto de texto a seguir é referência para a questão.
Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão,
talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem
disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande
Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o
astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós
pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que
pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve
outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O
Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso
apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.
KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.
Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da
intervenção humana.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O excerto de texto a seguir é referência para a questão.
Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão,
talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem
disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande
Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o
astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós
pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que
pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve
outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O
Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso
apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.
KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.
Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da
intervenção humana.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O excerto de texto a seguir é referência para a questão.
Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão,
talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem
disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande
Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o
astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós
pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que
pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve
outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O
Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso
apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.
KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.
Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da
intervenção humana.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
O texto a seguir é referência para a questão.
[...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se
difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um
espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros
africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que
iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os
ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo
desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também
que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam
carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como
fruto direto dessa presença negra.
Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor
de Luanda.
GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.
lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/
última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.html
Luanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
[...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se
difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um
espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros
africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que
iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os
ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo
desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também
que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam
carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como
fruto direto dessa presença negra.
Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor
de Luanda.
GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.
lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/
última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.html
Luanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
[...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se
difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um
espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros
africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que
iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os
ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo
desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também
que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam
carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como
fruto direto dessa presença negra.
Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor
de Luanda.
GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.
lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/
última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.html
Luanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container