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3343579 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o trecho do romance Encarnação, de José de Alencar, para responder à questão.

Conheci outrora uma família que morava em São Clemente.a Havia em sua casa agradáveis reuniões de que fazia os encantos uma filha, bonita moça de dezoito anos, corada como a aurora e loura como o sol.

Amália seduzia especialmente pela graça radiante, e pela viçosa e ingênua alegria, que manava dos lábios vermelhos, como dos olhos de topázio, e lhe rorejava1 a lúcida beleza.

Sua risada argentina era a mais cintilante das volatas2 que ressoavam entre os rumores festivos da casa, onde à noite o piano trinava sob os dedos ágeis da melhor discípula do Arnaud.

Acontecia-lhe chorar algumas vezes por causa de um vestido que a modista não lhe fizera a gosto, ou de um baile muito desejado que se transferia; mas essas lágrimas efêmeras, que saltavam em bagas dos grandes olhos luminosos, iam nas covinhas da boca transformar-se em cascatas de risos frescos e melodiosos.

Tinha razão de folgar.

Era o carinho dos pais e a predileta de quantos a conheciam. Muitos dos mais distintos moços da corte a adoravam. Ela, porém, preferia a isenção de menina; e não pensava em escolher um dentre tantos apaixonados, que a cercavam.

Os pais, que desejavam muito vê-la casada e felizb, sentiam quando ela recusava algum partido vantajoso. Mas reconheciam ao mesmo tempo que formosa, rica e prendada como era, a filha tinha o direito de ser exigente; e confiavam no futuro.

Outra e bem diversa era a causa da indiferença da moça.

Amália não acreditava no amor. A paixão para ela só existia no romance. Os enlevos3 de duas almas a viverem uma da outra não passavam de arroubos de poesia, que davam em comédiac quando os queriam transportar para o mundo real.

Tinha sobre o casamento ideias mui positivas. Considerava o estado conjugal uma simples partilha de vida, de bens, de prazeres e trabalhos.

Estes não os queria: os mais ela os possuía e gozava, mesmo solteira, no seio de sua família.

Era feliz; não compreendia, portanto, a vantagem de ligar- se para sempre a um estranho, no qual podia encontrar um insípido companheiro, se não fosse um tirano doméstico.

Estes pensamentos, Amália não os enunciava, nem os erigia em opiniões. Eram apenas os impulsos íntimos de sua vontade; obedecendo a eles, não tinha a menor pretensão à excentricidade.

Ao contrário, como sabia do desejo dos pais, aceitava de boa mente a corte de seus admiradores. Mas estes bem percebiam que para a travessa e risonha vestal4d dos salões, o amor não era mais do que um divertimento de sociedade, semelhante à dança ou à música.

Conservando a sua independência de filha querida, e moça da moda, Amália não nutria prejuízos contra o casamento, que aliás aceitavae como uma solução natural para o outono da mulher.

Ela bem sabia, que depois de haver gozado da mocidade, no fim de sua esplêndida primavera, teria de pagar o tributo à sociedade, e como as outras escolher um marido, fazer-se dona-de-casa, e rever nos filhos a sua beleza desvanecida.

Até lá, porém, era e queria ser flor. Das suas lições de botânica lhe ficara bem viva esta recordação, que o fruto só desponta quando as pétalas começam a fanar-se: se vem antes disso, eiva5.

(Encarnação, 2003.)

1 rorejar: gotejar.

2 volata: série de notas musicais executadas rapidamente.

3 enlevo: êxtase, deleite.

4 vestal: sacerdotisa da deusa romana Vesta; mulher muito bonita que devia guardar rigorosa castidade.

5 eivar: falhar.

“Ela bem sabia, que depois de haver gozado da mocidade”. A palavra sublinhada pertence à mesma classe de palavras do termo sublinhado em:

 

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3343578 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o trecho do romance Encarnação, de José de Alencar, para responder à questão.

Conheci outrora uma família que morava em São Clemente. Havia em sua casa agradáveis reuniões de que fazia os encantos uma filha, bonita moça de dezoito anos, corada como a aurora e loura como o sol.

Amália seduzia especialmente pela graça radiante, e pela viçosa e ingênua alegria, que manava dos lábios vermelhos, como dos olhos de topázio, e lhe rorejava1 a lúcida beleza.

Sua risada argentina era a mais cintilante das volatas2 que ressoavam entre os rumores festivos da casa, onde à noite o piano trinava sob os dedos ágeis da melhor discípula do Arnaud.

Acontecia-lhe chorar algumas vezes por causa de um vestido que a modista não lhe fizera a gosto, ou de um baile muito desejado que se transferia; mas essas lágrimas efêmeras, que saltavam em bagas dos grandes olhos luminosos, iam nas covinhas da boca transformar-se em cascatas de risos frescos e melodiosos.

Tinha razão de folgar.

Era o carinho dos pais e a predileta de quantos a conheciam. Muitos dos mais distintos moços da corte a adoravam. Ela, porém, preferia a isenção de menina; e não pensava em escolher um dentre tantos apaixonados, que a cercavam.

Os pais, que desejavam muito vê-la casada e feliz, sentiam quando ela recusava algum partido vantajoso. Mas reconheciam ao mesmo tempo que formosa, rica e prendada como era, a filha tinha o direito de ser exigente; e confiavam no futuro.

Outra e bem diversa era a causa da indiferença da moça.

Amália não acreditava no amor. A paixão para ela só existia no romance. Os enlevos3 de duas almas a viverem uma da outra não passavam de arroubos de poesia, que davam em comédia quando os queriam transportar para o mundo real.

Tinha sobre o casamento ideias mui positivas. Considerava o estado conjugal uma simples partilha de vida, de bens, de prazeres e trabalhos.

Estes não os queria: os mais ela os possuía e gozava, mesmo solteira, no seio de sua família.

Era feliz; não compreendia, portanto, a vantagem de ligar- se para sempre a um estranho, no qual podia encontrar um insípido companheiro, se não fosse um tirano doméstico.

Estes pensamentos, Amália não os enunciava, nem os erigia em opiniões. Eram apenas os impulsos íntimos de sua vontade; obedecendo a eles, não tinha a menor pretensão à excentricidade.

Ao contrário, como sabia do desejo dos pais, aceitava de boa mente a corte de seus admiradores. Mas estes bem percebiam que para a travessa e risonha vestal4 dos salões, o amor não era mais do que um divertimento de sociedade, semelhante à dança ou à música.

Conservando a sua independência de filha querida, e moça da moda, Amália não nutria prejuízos contra o casamento, que aliás aceitava como uma solução natural para o outono da mulher.

Ela bem sabia, que depois de haver gozado da mocidade, no fim de sua esplêndida primavera, teria de pagar o tributo à sociedade, e como as outras escolher um marido, fazer-se dona-de-casa, e rever nos filhos a sua beleza desvanecida.

Até lá, porém, era e queria ser flor. Das suas lições de botânica lhe ficara bem viva esta recordação, que o fruto só desponta quando as pétalas começam a fanar-se: se vem antes disso, eiva5.

(Encarnação, 2003.)

1 rorejar: gotejar.

2 volata: série de notas musicais executadas rapidamente.

3 enlevo: êxtase, deleite.

4 vestal: sacerdotisa da deusa romana Vesta; mulher muito bonita que devia guardar rigorosa castidade.

5 eivar: falhar.

“Os enlevos de duas almas a viverem uma da outra não passavam de arroubos de poesia, que davam em comédia quando os queriam transportar para o mundo real.” A concepção de amor presente no trecho indica um posicionamento crítico à literatura

 

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3343577 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o trecho do romance Encarnação, de José de Alencar, para responder à questão.

Conheci outrora uma família que morava em São Clemente. Havia em sua casa agradáveis reuniões de que fazia os encantos uma filha, bonita moça de dezoito anos, corada como a aurora e loura como o sol.

Amália seduzia especialmente pela graça radiante, e pela viçosa e ingênua alegria, que manava dos lábios vermelhos, como dos olhos de topázio, e lhe rorejava1 a lúcida beleza.

Sua risada argentina era a mais cintilante das volatas2 que ressoavam entre os rumores festivos da casa, onde à noite o piano trinava sob os dedos ágeis da melhor discípula do Arnaud.

Acontecia-lhe chorar algumas vezes por causa de um vestido que a modista não lhe fizera a gosto, ou de um baile muito desejado que se transferia; mas essas lágrimas efêmeras, que saltavam em bagas dos grandes olhos luminosos, iam nas covinhas da boca transformar-se em cascatas de risos frescos e melodiosos.

Tinha razão de folgar.

Era o carinho dos pais e a predileta de quantos a conheciam. Muitos dos mais distintos moços da corte a adoravam. Ela, porém, preferia a isenção de menina; e não pensava em escolher um dentre tantos apaixonados, que a cercavam.

Os pais, que desejavam muito vê-la casada e feliz, sentiam quando ela recusava algum partido vantajoso. Mas reconheciam ao mesmo tempo que formosa, rica e prendada como era, a filha tinha o direito de ser exigente; e confiavam no futuro.

Outra e bem diversa era a causa da indiferença da moça.

Amália não acreditava no amor. A paixão para ela só existia no romance. Os enlevos3 de duas almas a viverem uma da outra não passavam de arroubos de poesia, que davam em comédia quando os queriam transportar para o mundo real.

Tinha sobre o casamento ideias mui positivas. Considerava o estado conjugal uma simples partilha de vida, de bens, de prazeres e trabalhos.

Estes não os queria: os mais ela os possuía e gozava, mesmo solteira, no seio de sua família.

Era feliz; não compreendia, portanto, a vantagem de ligar- se para sempre a um estranho, no qual podia encontrar um insípido companheiro, se não fosse um tirano doméstico.

Estes pensamentos, Amália não os enunciava, nem os erigia em opiniões. Eram apenas os impulsos íntimos de sua vontade; obedecendo a eles, não tinha a menor pretensão à excentricidade.

Ao contrário, como sabia do desejo dos pais, aceitava de boa mente a corte de seus admiradores. Mas estes bem percebiam que para a travessa e risonha vestal4 dos salões, o amor não era mais do que um divertimento de sociedade, semelhante à dança ou à música.

Conservando a sua independência de filha querida, e moça da moda, Amália não nutria prejuízos contra o casamento, que aliás aceitava como uma solução natural para o outono da mulher.

Ela bem sabia, que depois de haver gozado da mocidade, no fim de sua esplêndida primavera, teria de pagar o tributo à sociedade, e como as outras escolher um marido, fazer-se dona-de-casa, e rever nos filhos a sua beleza desvanecida.

Até lá, porém, era e queria ser flor. Das suas lições de botânica lhe ficara bem viva esta recordação, que o fruto só desponta quando as pétalas começam a fanar-se: se vem antes disso, eiva5.

(Encarnação, 2003.)

1 rorejar: gotejar.

2 volata: série de notas musicais executadas rapidamente.

3 enlevo: êxtase, deleite.

4 vestal: sacerdotisa da deusa romana Vesta; mulher muito bonita que devia guardar rigorosa castidade.

5 eivar: falhar.

Na expressão “outono da mulher”, a palavra sublinhada é uma metáfora para referir-se

 

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3343576 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o trecho do romance Encarnação, de José de Alencar, para responder à questão.

Conheci outrora uma família que morava em São Clemente. Havia em sua casa agradáveis reuniões de que fazia os encantos uma filha, bonita moça de dezoito anos, corada como a aurora e loura como o sol.

Amália seduzia especialmente pela graça radiante, e pela viçosa e ingênua alegria, que manava dos lábios vermelhos, como dos olhos de topázio, e lhe rorejava1 a lúcida beleza.

Sua risada argentina era a mais cintilante das volatas2 que ressoavam entre os rumores festivos da casa, onde à noite o piano trinava sob os dedos ágeis da melhor discípula do Arnaud.

Acontecia-lhe chorar algumas vezes por causa de um vestido que a modista não lhe fizera a gosto, ou de um baile muito desejado que se transferia; mas essas lágrimas efêmeras, que saltavam em bagas dos grandes olhos luminosos, iam nas covinhas da boca transformar-se em cascatas de risos frescos e melodiosos.

Tinha razão de folgar.

Era o carinho dos pais e a predileta de quantos a conheciam. Muitos dos mais distintos moços da corte a adoravam. Ela, porém, preferia a isenção de menina; e não pensava em escolher um dentre tantos apaixonados, que a cercavam.

Os pais, que desejavam muito vê-la casada e feliz, sentiam quando ela recusava algum partido vantajoso. Mas reconheciam ao mesmo tempo que formosa, rica e prendada como era, a filha tinha o direito de ser exigente; e confiavam no futuro.

Outra e bem diversa era a causa da indiferença da moça.

Amália não acreditava no amor. A paixão para ela só existia no romance. Os enlevos3 de duas almas a viverem uma da outra não passavam de arroubos de poesia, que davam em comédia quando os queriam transportar para o mundo real.

Tinha sobre o casamento ideias mui positivas. Considerava o estado conjugal uma simples partilha de vida, de bens, de prazeres e trabalhos.

Estes não os queria: os mais ela os possuía e gozava, mesmo solteira, no seio de sua família.

Era feliz; não compreendia, portanto, a vantagem de ligar- se para sempre a um estranho, no qual podia encontrar um insípido companheiro, se não fosse um tirano doméstico.

Estes pensamentos, Amália não os enunciava, nem os erigia em opiniões. Eram apenas os impulsos íntimos de sua vontade; obedecendo a eles, não tinha a menor pretensão à excentricidade.

Ao contrário, como sabia do desejo dos pais, aceitava de boa mente a corte de seus admiradores. Mas estes bem percebiam que para a travessa e risonha vestal4 dos salões, o amor não era mais do que um divertimento de sociedade, semelhante à dança ou à música.

Conservando a sua independência de filha querida, e moça da moda, Amália não nutria prejuízos contra o casamento, que aliás aceitava como uma solução natural para o outono da mulher.

Ela bem sabia, que depois de haver gozado da mocidade, no fim de sua esplêndida primavera, teria de pagar o tributo à sociedade, e como as outras escolher um marido, fazer-se dona-de-casa, e rever nos filhos a sua beleza desvanecida.

Até lá, porém, era e queria ser flor. Das suas lições de botânica lhe ficara bem viva esta recordação, que o fruto só desponta quando as pétalas começam a fanar-se: se vem antes disso, eiva5.

(Encarnação, 2003.)

1 rorejar: gotejar.
2 volata: série de notas musicais executadas rapidamente.
3 enlevo: êxtase, deleite.
4 vestal: sacerdotisa da deusa romana Vesta; mulher muito bonita que devia guardar rigorosa castidade.
5 eivar: falhar.

De acordo com o trecho, Amália considerava o casamento uma

 

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3343575 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Examine a tirinha de Fernando Gonsales, publicada no site do autor em 08.04.2024, para responder à questão.

Enunciado 3796162-1

(www.niquel.com.br)

O ponto de exclamação é uma pontuação versátil que pode explicitar uma ampla gama de emoções e intenções. Na fala do primeiro e do último quadrinho, esse ponto expressa, respectivamente,

 

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3343574 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Examine a tirinha de Fernando Gonsales, publicada no site do autor em 08.04.2024, para responder à questão.

Enunciado 3796161-1

(www.niquel.com.br)

O efeito de humor da tirinha se dá por meio do emprego da linguagem

 

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3343573 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Há, em 2024, mais jovens no Brasil que não estudam, não trabalham e nem estão procurando emprego. No primeiro trimestre de 2023, havia cerca de 4 milhões de pessoas entre 14 e 24 anos nessa condição. Agora, no mesmo período do ano, são 5,4 milhões. De acordo com o levantamento, cerca de 60% dessa população é composta por mulheres. A maior parte delas, inclusive, tem filhos pequenos. Em um outro recorte, 68% dos que não estudam, não trabalham e nem buscam emprego são negros.

(André Lucena. www.cartacapital.com.br, 28.05.2024. Adaptado.)

A característica da população jovem brasileira apresentada no excerto tem como impacto

 

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3343572 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Analise o cartograma que demonstra a produção e a exportação da soja e do milho acima e abaixo do paralelo 16º S, em 2023.

Enunciado 3796159-1

(www.canalrural.com.br, 09.03.2024.)

De acordo com a análise do cartograma e conhecimentos sobre a estrutura do agronegócio brasileiro, a variação na produção e exportação de grãos da soja e do milho ao norte e ao sul do paralelo 16º S é resultado

 

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3343571 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Apesar dos protestos nas ruas e alertas da comunidade internacional, o Parlamento da Geórgia adotou uma polêmica lei sobre a influência estrangeira, que afeta a regulação de veículos de comunicação e Organizações Não-Governamentais (ONGs). A lei exige que os meios de comunicação e as ONGs que obtenham mais de 20% de seu orçamento do exterior se registrem como órgãos que “cumprem o interesse de uma potência estrangeira”. Para os opositores, essa lei restringirá a liberdade de imprensa e obstruirá as chances de a Geórgia ingressar em organismos multilaterais de cooperação internacional. A presidente da Geórgia, Salome Zurabishvili, vetou a lei em 18.05.2024. Na ocasião, ela disse que o texto “contradiz nossa Constituição e todas as normas europeias”, representando um “obstáculo ao nosso caminho europeu”.

(Parlamento da Geórgia aprova lei de ‘influência estrangeira’

em meio a protestos contra medida. https://oglobo.globo.com, 29.05.2024. Adaptado.)

Sabendo que a Geórgia está localizada na Europa Oriental e que integrou a União Soviética, a lei mencionada no excerto é um instrumento que limita seus interesses geopolíticos quanto

 

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3343570 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Transformação digital, 5G, indústria 4.0, inteligência artificial (IA), computação em nuvem, blockchain e muitos outros termos são novas expressões que têm inundado o mundo inteiro. A transformação digital é uma mudança radical na forma de pensar como uma organização utiliza tecnologia, pessoas e processos para alterar seu desempenho nos negócios. Empregam-se tecnologias e ferramentas digitais para criar ou modificar processos de negócios existentes, culturas empresariais e a experiência do usuário, conseguindo assim atender aos requisitos de mercado em constante modificação.

(Robert Spadinger. “Internet das coisas (IOT) transformação

digital e indústria 4.0”. In: Luiz Claudio Kubota (org.). Digitalização e tecnologias da informação e comunicação, 2024. Adaptado.)

O cenário descrito no excerto tem como consequência

 

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