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74155 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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Somos o resultado das nossas escolhas!

Tenho o hábito de caminhar de uma a duas horas, três a quatro vezes por semana, junto à orla da cidade onde moro. Enquanto estou caminhando, geralmente estou com a cabeça fervilhando de ideias e pensamentos. Em muitas dessas reflexões, [A] acabo percorrendo caminhos mentais que me levam a diferentes descobertas, tanto no plano pessoal quanto no profissional. Gosto muito desse “duplo” exercício e do que ele me proporciona.

A habilidade de pensar é constantemente praticada no nosso dia a dia, muito embora não a aproveitemos com qualidade e profundidade. Mas, em geral, [B] estamos sempre pensando em “nosso universo”.

Em uma determinada tarde, ao final do dia, [C] decidi sair para uma das minhas “andanças”. Tomei o rumo e comecei a praticar o meu “bate papo mental”. Despertei em meus pensamentos o questionamento sobre qual o motivo, o que me fazia optar por aquela ação, porque eu saía sistematicamente para caminhar. Julguei, em um primeiro instante, através de uma análise superficial, [D] que caminhava para praticar uma atividade física, mas, aprofundando as minhas inferências, cheguei a um ponto que tem feito com que eu aja, me comporte e me relacione de um modo diferente e especial, as minhas escolhas.

Entre várias propriedades e peculiaridades que diferem os seres humanos dos demais animais, o poder da escolha tornou-se o objeto dos meus questionamentos, do meu monólogo.

Todos os dias nós acordamos e somos servidos de um leque incalculável de opções. De simples escolhas que eventualmente passam despercebidas a decisões que requerem análises mais complexas. (...)

Sim, as escolhas dependem de mim. (...) É evidente que não temos o controle total sobre os resultados e consequências, simplesmente porque estes são variáveis, mas diversas coisas que fazem positivamente a diferença [E] como sorrir, planejar, acreditar, agir, trabalhar são ações determinadas por nós e essas, por sua vez, geram seus respectivos resultados e consequências.

NOBRE, Marcio Campos. Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/4324/somos-o-resultado-de-nossas-escolhas.html . Acesso em: 6 jun. 2009. (Adaptado)

Assinale a opção em que a justificativa do emprego da(s) vírgula(s) difere da dos demais.

 

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74154 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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Somos o resultado das nossas escolhas!

Tenho o hábito de caminhar de uma a duas horas, três a quatro vezes por semana, junto à orla da cidade onde moro. Enquanto estou caminhando, geralmente estou com a cabeça fervilhando de ideias e pensamentos. Em muitas dessas reflexões, acabo percorrendo caminhos mentais que me levam a diferentes descobertas, [A] tanto no plano pessoal quanto no profissional. Gosto muito desse “duplo” exercício e do que ele me proporciona.

A habilidade de pensar é constantemente praticada no nosso dia a dia, muito embora não a aproveitemos com qualidade e profundidade. Mas, em geral, estamos sempre pensando em “nosso universo”.

Em uma determinada tarde, ao final do dia, decidi sair para uma das minhas “andanças”. Tomei o rumo e comecei a praticar o meu “bate papo mental”. Despertei em meus pensamentos o questionamento sobre qual o motivo, o que me fazia optar por aquela ação, porque eu saía sistematicamente para caminhar. Julguei, em um primeiro instante, através de uma análise superficial, que caminhava para praticar uma atividade física, mas, aprofundando as minhas inferências, cheguei a um ponto que tem feito [B] com que eu aja, me comporte e me relacione de um modo diferente e especial, as minhas escolhas.

Entre várias propriedades e peculiaridades que diferem os seres humanos dos demais animais, [C] o poder da escolha tornou-se o objeto dos meus questionamentos, do meu monólogo.

Todos os dias nós acordamos e somos servidos de um leque incalculável de opções. De simples escolhas que eventualmente passam despercebidas [D] a decisões que requerem análises mais complexas. [E] (...)

Sim, as escolhas dependem de mim. (...) É evidente que não temos o controle total sobre os resultados e consequências, simplesmente porque estes são variáveis, mas diversas coisas que fazem positivamente a diferença como sorrir, planejar, acreditar, agir, trabalhar são ações determinadas por nós e essas, por sua vez, geram seus respectivos resultados e consequências.

NOBRE, Marcio Campos. Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/4324/somos-o-resultado-de-nossas-escolhas.html . Acesso em: 6 jun. 2009. (Adaptado)

Assinale a opção em que NÃO há correspondência semântica entre o pronome relativo e a palavra ou expressão a ele relacionada.

 

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74153 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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Somos o resultado das nossas escolhas!

Tenho o hábito de caminhar de uma a duas horas, três a quatro vezes por semana, junto à orla da cidade onde moro. Enquanto estou caminhando, geralmente estou com a cabeça fervilhando de ideias e pensamentos. Em muitas dessas reflexões, acabo percorrendo caminhos mentais que me levam a diferentes descobertas, tanto no plano pessoal quanto no profissional. Gosto muito desse “duplo” exercício e do que ele me proporciona.

A habilidade de pensar é constantemente praticada no nosso dia a dia, muito embora não a aproveitemos com qualidade e profundidade. Mas, em geral, estamos sempre pensando em “nosso universo”.

Em uma determinada tarde, ao final do dia, decidi sair para uma das minhas “andanças”. Tomei o rumo e comecei a praticar o meu “bate papo mental”. Despertei em meus pensamentos o questionamento sobre qual o motivo, o que me fazia optar por aquela ação, porque eu saía sistematicamente para caminhar. Julguei, em um primeiro instante, através de uma análise superficial, que caminhava para praticar uma atividade física, mas, aprofundando as minhas inferências, cheguei a um ponto que tem feito com que eu aja, me comporte e me relacione de um modo diferente e especial, as minhas escolhas.

Entre várias propriedades e peculiaridades que diferem os seres humanos dos demais animais, o poder da escolha tornou-se o objeto dos meus questionamentos, do meu monólogo.

Todos os dias nós acordamos e somos servidos de um leque incalculável de opções. De simples escolhas que eventualmente passam despercebidas a decisões que requerem análises mais complexas. (...)

Sim, as escolhas dependem de mim. (...) É evidente que não temos o controle total sobre os resultados e consequências, simplesmente porque estes são variáveis, mas diversas coisas que fazem positivamente a diferença como sorrir, planejar, acreditar, agir, trabalhar são ações determinadas por nós e essas, por sua vez, geram seus respectivos resultados e consequências.

NOBRE, Marcio Campos. Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/4324/somos-o-resultado-de-nossas-escolhas.html . Acesso em: 6 jun. 2009. (Adaptado)

A oração reduzida “aprofundando as minhas inferências,”, no contexto em que se insere, expressa a ideia de

 

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74152 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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Somos o resultado das nossas escolhas!

Tenho o hábito de caminhar de uma a duas horas, três a quatro vezes por semana, junto à orla da cidade onde moro. Enquanto estou caminhando, geralmente estou com a cabeça fervilhando de ideias e pensamentos. Em muitas dessas reflexões, acabo percorrendo caminhos mentais que me levam a diferentes descobertas, tanto no plano pessoal quanto no profissional. Gosto muito desse “duplo” exercício e do que ele me proporciona.

A habilidade de pensar é constantemente praticada no nosso dia a dia, muito embora não a aproveitemos com qualidade e profundidade. Mas, em geral, estamos sempre pensando em “nosso universo”.

Em uma determinada tarde, ao final do dia, decidi sair para uma das minhas “andanças”. Tomei o rumo e comecei a praticar o meu “bate papo mental”. Despertei em meus pensamentos o questionamento sobre qual o motivo, o que me fazia optar por aquela ação, porque eu saía sistematicamente para caminhar. Julguei, em um primeiro instante, através de uma análise superficial, que caminhava para praticar uma atividade física, mas, aprofundando as minhas inferências, cheguei a um ponto que tem feito com que eu aja, me comporte e me relacione de um modo diferente e especial, as minhas escolhas.

Entre várias propriedades e peculiaridades que diferem os seres humanos dos demais animais, o poder da escolha tornou-se o objeto dos meus questionamentos, do meu monólogo.

Todos os dias nós acordamos e somos servidos de um leque incalculável de opções. De simples escolhas que eventualmente passam despercebidas a decisões que requerem análises mais complexas. (...)

Sim, as escolhas dependem de mim. (...) É evidente que não temos o controle total sobre os resultados e consequências, simplesmente porque estes são variáveis, mas diversas coisas que fazem positivamente a diferença como sorrir, planejar, acreditar, agir, trabalhar são ações determinadas por nós e essas, por sua vez, geram seus respectivos resultados e consequências.

NOBRE, Marcio Campos. Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/4324/somos-o-resultado-de-nossas-escolhas.html . Acesso em: 6 jun. 2009. (Adaptado)

“Somos o resultado das nossas escolhas!” porque

 

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74151 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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Somos o resultado das nossas escolhas!

Tenho o hábito de caminhar de uma a duas horas, três a quatro vezes por semana, junto à orla da cidade onde moro. Enquanto estou caminhando, geralmente estou com a cabeça fervilhando de ideias e pensamentos. Em muitas dessas reflexões, acabo percorrendo caminhos mentais que me levam a diferentes descobertas, tanto no plano pessoal quanto no profissional. Gosto muito desse “duplo” exercício e do que ele me proporciona.

A habilidade de pensar é constantemente praticada no nosso dia a dia, muito embora não a aproveitemos com qualidade e profundidade. Mas, em geral, estamos sempre pensando em “nosso universo”.

Em uma determinada tarde, ao final do dia, decidi sair para uma das minhas “andanças”. Tomei o rumo e comecei a praticar o meu “bate papo mental”. Despertei em meus pensamentos o questionamento sobre qual o motivo, o que me fazia optar por aquela ação, porque eu saía sistematicamente para caminhar. Julguei, em um primeiro instante, através de uma análise superficial, que caminhava para praticar uma atividade física, mas, aprofundando as minhas inferências, cheguei a um ponto que tem feito com que eu aja, me comporte e me relacione de um modo diferente e especial, as minhas escolhas.

Entre várias propriedades e peculiaridades que diferem os seres humanos dos demais animais, o poder da escolha tornou-se o objeto dos meus questionamentos, do meu monólogo.

Todos os dias nós acordamos e somos servidos de um leque incalculável de opções. De simples escolhas que eventualmente passam despercebidas a decisões que requerem análises mais complexas. (...)

Sim, as escolhas dependem de mim. (...) É evidente que não temos o controle total sobre os resultados e consequências, simplesmente porque estes são variáveis, mas diversas coisas que fazem positivamente a diferença como sorrir, planejar, acreditar, agir, trabalhar são ações determinadas por nós e essas, por sua vez, geram seus respectivos resultados e consequências.

NOBRE, Marcio Campos. Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/4324/somos-o-resultado-de-nossas-escolhas.html . Acesso em: 6 jun. 2009. (Adaptado)

Em relação ao texto, é INCORRETO afirmar que

 

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74150 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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A angústia de cada dia

O angustiado é aquele que ficará

a vida toda na alternativa, na escolha,

mas sem escolher. Por que não se decide?

Será possível uma revolução íntima?

Sem alternativa

Infelizmente, não há saída nem pela direita nem pela esquerda. De um lado, a angústia foi aceita como regra, sobretudo nas religiões que veneram o sofrimento. De outro, todo o esforço da ciência e da tecnologia se erigiu como combate à angústia. Morrer, perecer, sofrer são momentos importantes da vida. Melhor viver sem eles, pensam os que combatem a angústia. Travam uma espécie de combate do otimismo contra o pessimismo, como se essa oposição tivesse necessariamente que ter um vencedor. Um combate que já nasce fraco, pois não há remédio contra a angústia. A angústia nossa de cada dia cresce como grama que é preciso aparar, torna-se gigantesca e pode até nos engolir de vez, deixar a casa debaixo do matagal. Debaixo da grama selvagem, com paciência, um jardineiro, no entanto, constrói seu jardim.

TIBURI, Márcia. Revista vida simples. 73. ed. p. 64-65, dez. 2008. (Fragmento)

Na passagem “A angústia nossa de cada dia cresce como grama...”, a concordância do verbo está sendo feita com o sujeito. Assinale a opção em que o verbo destacado está concordando com o predicativo.

 

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74149 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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A angústia de cada dia

O angustiado é aquele que ficará

a vida toda na alternativa, na escolha,

mas sem escolher. Por que não se decide?

Será possível uma revolução íntima?

Sem alternativa

Infelizmente, não há saída nem pela direita nem pela esquerda. De um lado, a angústia foi aceita como regra, sobretudo nas religiões que veneram o sofrimento. De outro, todo o esforço da ciência e da tecnologia se erigiu como combate à angústia. Morrer, perecer, sofrer são momentos importantes da vida. Melhor viver sem eles, pensam os que combatem a angústia. Travam uma espécie de combate do otimismo contra o pessimismo, como se essa oposição tivesse necessariamente que ter um vencedor. Um combate que já nasce fraco, pois não há remédio contra a angústia. A angústia nossa de cada dia cresce como grama que é preciso aparar, torna-se gigantesca e pode até nos engolir de vez, deixar a casa debaixo do matagal. Debaixo da grama selvagem, com paciência, um jardineiro, no entanto, constrói seu jardim.

TIBURI, Márcia. Revista vida simples. 73. ed. p. 64-65, dez. 2008. (Fragmento)

Na passagem “...como combate à angústia.”, substituindo-se o termo destacado por outro, a crase persiste em

 

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74148 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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A angústia de cada dia

O angustiado é aquele que ficará

a vida toda na alternativa, na escolha,

mas sem escolher. Por que não se decide?

Será possível uma revolução íntima?

Sem alternativa

Infelizmente, não há saída nem pela direita nem pela esquerda. De um lado, a angústia foi aceita como regra, sobretudo nas religiões que veneram o sofrimento. De outro, todo o esforço da ciência e da tecnologia se erigiu como combate à angústia. Morrer, perecer, sofrer são momentos importantes da vida. Melhor viver sem eles, pensam os que combatem a angústia. Travam uma espécie de combate do otimismo contra o pessimismo, como se essa oposição tivesse necessariamente que ter um vencedor. Um combate que já nasce fraco, pois não há remédio contra a angústia. A angústia nossa de cada dia cresce como grama que é preciso aparar, torna-se gigantesca e pode até nos engolir de vez, deixar a casa debaixo do matagal. Debaixo da grama selvagem, com paciência, um jardineiro, no entanto, constrói seu jardim.

TIBURI, Márcia. Revista vida simples. 73. ed. p. 64-65, dez. 2008. (Fragmento)

O valor semântico da preposição destacada em “pois não há remédio contra a angústia.” é de oposição. Assinale a opção em que NÃO há correspondência entre a preposição destacada e o valor semântico a ela atribuído.

 

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74147 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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A angústia de cada dia

O angustiado é aquele que ficará

a vida toda na alternativa, na escolha,

mas sem escolher. Por que não se decide?

Será possível uma revolução íntima?

Sem alternativa

Infelizmente, não há saída nem pela direita nem pela esquerda. De um lado, a angústia foi aceita como regra, sobretudo nas religiões que veneram o sofrimento. De outro, todo o esforço da ciência e da tecnologia se erigiu como combate à angústia. Morrer, perecer, sofrer são momentos importantes da vida. Melhor viver sem eles, pensam os que combatem a angústia. Travam uma espécie de combate do otimismo contra o pessimismo, como se essa oposição tivesse necessariamente que ter um vencedor. Um combate que já nasce fraco, pois não há remédio contra a angústia. A angústia nossa de cada dia cresce como grama que é preciso aparar, torna-se gigantesca e pode até nos engolir de vez, deixar a casa debaixo do matagal. Debaixo da grama selvagem, com paciência, um jardineiro, no entanto, constrói seu jardim.

TIBURI, Márcia. Revista vida simples. 73. ed. p. 64-65, dez. 2008. (Fragmento)

Quanto à tipologia, classifica-se o texto como

 

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74146 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PQS
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A angústia de cada dia

O angustiado é aquele que ficará

a vida toda na alternativa, na escolha,

mas sem escolher. Por que não se decide?

Será possível uma revolução íntima?

Sem alternativa

Infelizmente, não há saída nem pela direita nem pela esquerda. De um lado, a angústia foi aceita como regra, sobretudo nas religiões que veneram o sofrimento. De outro, todo o esforço da ciência e da tecnologia se erigiu como combate à angústia. Morrer, perecer, sofrer são momentos importantes da vida. Melhor viver sem eles, pensam os que combatem a angústia. Travam uma espécie de combate do otimismo contra o pessimismo, como se essa oposição tivesse necessariamente que ter um vencedor. Um combate que já nasce fraco, pois não há remédio contra a angústia. A angústia nossa de cada dia cresce como grama que é preciso aparar, torna-se gigantesca e pode até nos engolir de vez, deixar a casa debaixo do matagal. Debaixo da grama selvagem, com paciência, um jardineiro, no entanto, constrói seu jardim.

TIBURI, Márcia. Revista vida simples. 73. ed. p. 64-65, dez. 2008. (Fragmento)

Em relação à passagem “Um combate que já nasce fraco,”, assinale o comentário procedente, segundo as ideias apresentadas no texto.

 

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