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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
As formas seguintes são acentuadas: "por quê, por quê, por quê ...?." :
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O controle da dor é um dos aspectos mais importantes do controle comportamental em crianças submetidas a tratamento odontológico. Experiências desagradáveis na infância causaram fobia no tratamento dentário em muitos adultos. Preocupações especiais em Odontopediatria devem estar presentes, quando à anestesia local incluem superdosagem de anestésico. Setenta por cento dos Odontopediatras administram lidocaína com adrenalina como anestésico básico no atendimento diário de crianças. Então, qual seria a quantidade máxima de anestésico Lidocaína a 2% com noradrenalina 1 :50.000 a ser aplicada em uma criança que pesa 20 Kilos?
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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
"Vá", "Venha", "Fique". Sobre essas formas verbais, é incorreto afirmar:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
Nos moldes do art. 7°, ao Município é vedado, exceto:
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Na dentição decídua, os cistos de erupção, um tipo de cistodentígero extra-ósseo, ocorrem quando o dente tem dificuldade de vencer a resistência ao seu irrompimento na arcada e permanece com a face oclusal da sua coroa recoberta por um capuz de mucosa gengival. Diante de um quadro de cisto de erupção, qual é a técnica cirúrgica que apresenta a incisão, remoção de tecido, osteotomia, curetagem e limpeza da ferida?
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Baseado nas abordagens do comportamento para o atendimento Odontopediátrico em crianças de O a 3 anos de idade, pode-se afirmar que:
I- A cadeira "bebê conforto" é uma cadeirinha que pode ser adaptada à cadeira odontológica, sendo muito confortável para o bebê e pode ser utilizada para a faixa etária de 2 meses a 2 anos.
II- A técnica Knee to Knee, em que a mãe e o profissional formam uma maca, na qual a criança ficará deitada, é recomendada para crianças na faixa etária de O a 3 anos.
III- Um modelo de contenção física é o Pedi-Wrap, este é composto por um tecido conectado a um suporte, com corpo e cabeças semiflexíveis, colocado sobre a cadeira. Requer constante observação do paciente, pois pode causar hipertermia.
IV- O Papoose-Board, outro tipo de material usado para a contenção física, é confeccionado em tecido perfurado que permite ventilação, diminuindo o problema de hipertermia.
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Algumas doenças sistêmicas ou síndromes podem apresentar manifestações bucais, sendo muitas vezes, primeiramente, diagnosticadas no consultório do Odontopediatra. Qual das síndromes apresenta como manifestação oral as seguintes características: palato estreito, alto e arqueado, retenção prolongada dos dentes decíduos, retardo ou falha completa na irrupção dos dentes permanentes e, no exame radiográfico, demonstra a presença de muitos dentes permanentes não irrompidos, supranumerários, e muitos dos casos com anomalias anatômicas?
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