Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Águas Chapecó-SC
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará o seguinte:
1. A despesa e a assunção de compromisso serão registradas segundo o regime de competência, apurando-se, em caráter complementar, o resultado dos fluxos financeiros pelo regime de caixa.
2. Os adiantamentos e suprimentos de fundos serão concedidos para servidor público em alcance, sendo necessária a prestação de contas.
3. A demonstração das variações patrimoniais dará destaque à origem e ao destino dos recursos provenientes da alienação de ativos.
4. As receitas de operações de crédito por antecipação da receita orçamentária serão apresentadas no patrimônio líquido como reservas de contingência do exercício seguinte.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Assinale a frase correta quanto à concordância verbal e nominal.
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Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
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Assinale a frase em que a crase foi corretamente empregada.
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Complete as frases com os pronomes o e lhe.
!$ \square !$ Nunca ........... convidei para nada.
!$ \square !$ Critiquei o espetáculo por ter ............. verdadeiro horror.
!$ \square !$ Informo ................. de que não existe queixa contra o senhor.
!$ \square !$ Abraçou ............... como se seu irmão fosse.
!$ \square !$ A professora queria ................. como a um filho amado.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
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Texto 1
Antes do Oeste Catarinense: aspectos da vida econômica e social de uma região
Os anos 1916 e 1917 demarcaram um momento de inflexão na história do que hoje denominamos região Oeste Catarinense. O fim da Guerra do Contestado (1916), a assinatura do Acordo de Limites entre os Estados de Santa Catarina e do Paraná (1916), a criação do município de Chapecó (1917) e, ainda nesse mesmo ano, o início de uma política sistemática por parte do governo catarinense de colonização do Oeste com famílias oriundas, em sua grande maioria, de descendentes de imigrantes europeus das “velhas colônias” do Estado do Rio Grande do Sul, trouxeram, com efeito, mudanças significativas na história da região nas décadas seguintes.
Sabemos, todavia, que essa região se encontrava já povoada por grupos sociais (indígenas e não indígenas), atraídos pela extração da erva-mate ou de madeiras, pela criação de gado ou por outra atividade qualquer que aquele espaço pudesse oferecer como forma de sobrevivência.
Com relação ao ingresso do colonizador europeu nessa região onde hoje é o Oeste Catarinense, não se tem notícia que tenha havido ali aldeamentos indígenas organizados pela Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII. Todavia, pode-se dizer que esse espaço territorial se constituía, senão como área de atuação (extração da erva-mate e criação de gado, por exemplo) ao menos como área de influência das missões que existiram no seu entorno – Guairá, Tapes, Sete Povos e outras estabelecidas a ocidente dos rios Paraná e Uruguai –, todas vinculadas à Diocese de Assunção no Paraguai. Ao longo do século XVII, atraídos por essas aldeias, vieram também os bandeirantes paulistas para capturar os indígenas e vendê-los como escravos nos mercados coloniais americanos.
Além disso, esse espaço podia servir, e de fato serviu, posteriormente, como refúgio àqueles que buscavam, por algum motivo, escapar ao controle do estado, sobretudo nos momentos críticos, como foi o caso da Revolução Federalista (1893-1896) e da Guerra do Contestado (1912-1916).
A organização econômica, social e cultural desses diferentes grupos deve ser compreendida na lenta e complexa relação entre as formas tradicionais de vida dos antigos moradores com as mudanças que se apresentaram – sobretudo a chegada dos novos colonos – a partir daquele marco histórico referido (1916-1917). O uso da terra e de seus bens naturais, as relações de trabalho, o comércio, a estruturação da família e da sociedade, além de todo o sistema de práticas culturais e mítico-religiosas que ordenavam a vida daquelas pessoas têm de ser percebidos num tempo mais longo, de lentas transformações, que se constituíram na segunda metade do século XIX e subsistiram nas primeiras décadas do século XX.
A frágil presença do poder estatal nesse espaço em todas as suas esferas (política, fazendária, comunicação, segurança, saúde, educação e justiça) comprometia o ideal de segurança (tanto interna quanto externa) e de unidade nacional pensados por Getúlio Vargas. Por isso, em 1943, ele mandou criar o Território do Iguaçu, que abrangia, grosso modo, o oeste dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Com efeito, somente depois da extinção do referido Território, em 1946, é que os dois Estados da federação empreenderam políticas mais abrangentes e eficazes de expansão dos seus órgãos e agentes naquele sertão.
DA SILVA, A.; DA ROSA, A. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/1588/1/AntesOesteCatarinense.pdf. Acesso em: 13 de dez. 2022. Fragmento adaptado.
Leia a frase a seguir:
“O uso da terra e de seus bens naturais, as relações de trabalho, o comércio, a estruturação da família e da sociedade, além de todo o sistema de práticas culturais e mítico-religiosas que ordenavam a vida daquelas pessoas têm de ser percebidos num tempo mais longo, de lentas transformações, que se constituíram na segunda metade do século XIX e subsistiram nas primeiras décadas do século XX.”
Assinale a alternativa correta.
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Texto 1
Antes do Oeste Catarinense: aspectos da vida econômica e social de uma região
Os anos 1916 e 1917 demarcaram um momento de inflexão na história do que hoje denominamos região Oeste Catarinense. O fim da Guerra do Contestado (1916), a assinatura do Acordo de Limites entre os Estados de Santa Catarina e do Paraná (1916), a criação do município de Chapecó (1917) e, ainda nesse mesmo ano, o início de uma política sistemática por parte do governo catarinense de colonização do Oeste com famílias oriundas, em sua grande maioria, de descendentes de imigrantes europeus das “velhas colônias” do Estado do Rio Grande do Sul, trouxeram, com efeito, mudanças significativas na história da região nas décadas seguintes.
Sabemos, todavia, que essa região se encontrava já povoada por grupos sociais (indígenas e não indígenas), atraídos pela extração da erva-mate ou de madeiras, pela criação de gado ou por outra atividade qualquer que aquele espaço pudesse oferecer como forma de sobrevivência.
Com relação ao ingresso do colonizador europeu nessa região onde hoje é o Oeste Catarinense, não se tem notícia que tenha havido ali aldeamentos indígenas organizados pela Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII. Todavia, pode-se dizer que esse espaço territorial se constituía, senão como área de atuação (extração da erva-mate e criação de gado, por exemplo) ao menos como área de influência das missões que existiram no seu entorno – Guairá, Tapes, Sete Povos e outras estabelecidas a ocidente dos rios Paraná e Uruguai –, todas vinculadas à Diocese de Assunção no Paraguai. Ao longo do século XVII, atraídos por essas aldeias, vieram também os bandeirantes paulistas para capturar os indígenas e vendê-los como escravos nos mercados coloniais americanos.
Além disso, esse espaço podia servir, e de fato serviu, posteriormente, como refúgio àqueles que buscavam, por algum motivo, escapar ao controle do estado, sobretudo nos momentos críticos, como foi o caso da Revolução Federalista (1893-1896) e da Guerra do Contestado (1912-1916).
A organização econômica, social e cultural desses diferentes grupos deve ser compreendida na lenta e complexa relação entre as formas tradicionais de vida dos antigos moradores com as mudanças que se apresentaram – sobretudo a chegada dos novos colonos – a partir daquele marco histórico referido (1916-1917). O uso da terra e de seus bens naturais, as relações de trabalho, o comércio, a estruturação da família e da sociedade, além de todo o sistema de práticas culturais e mítico-religiosas que ordenavam a vida daquelas pessoas têm de ser percebidos num tempo mais longo, de lentas transformações, que se constituíram na segunda metade do século XIX e subsistiram nas primeiras décadas do século XX.
A frágil presença do poder estatal nesse espaço em todas as suas esferas (política, fazendária, comunicação, segurança, saúde, educação e justiça) comprometia o ideal de segurança (tanto interna quanto externa) e de unidade nacional pensados por Getúlio Vargas. Por isso, em 1943, ele mandou criar o Território do Iguaçu, que abrangia, grosso modo, o oeste dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Com efeito, somente depois da extinção do referido Território, em 1946, é que os dois Estados da federação empreenderam políticas mais abrangentes e eficazes de expansão dos seus órgãos e agentes naquele sertão.
DA SILVA, A.; DA ROSA, A. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/1588/1/AntesOesteCatarinense.pdf. Acesso em: 13 de dez. 2022. Fragmento adaptado.
Assinale a pergunta que tem resposta no texto 1.
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Texto 1
Antes do Oeste Catarinense: aspectos da vida econômica e social de uma região
Os anos 1916 e 1917 demarcaram um momento de inflexão na história do que hoje denominamos região Oeste Catarinense. O fim da Guerra do Contestado (1916), a assinatura do Acordo de Limites entre os Estados de Santa Catarina e do Paraná (1916), a criação do município de Chapecó (1917) e, ainda nesse mesmo ano, o início de uma política sistemática por parte do governo catarinense de colonização do Oeste com famílias oriundas, em sua grande maioria, de descendentes de imigrantes europeus das “velhas colônias” do Estado do Rio Grande do Sul, trouxeram, com efeito, mudanças significativas na história da região nas décadas seguintes.
Sabemos, todavia, que essa região se encontrava já povoada por grupos sociais (indígenas e não indígenas), atraídos pela extração da erva-mate ou de madeiras, pela criação de gado ou por outra atividade qualquer que aquele espaço pudesse oferecer como forma de sobrevivência.
Com relação ao ingresso do colonizador europeu nessa região onde hoje é o Oeste Catarinense, não se tem notícia que tenha havido ali aldeamentos indígenas organizados pela Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII. Todavia, pode-se dizer que esse espaço territorial se constituía, senão como área de atuação (extração da erva-mate e criação de gado, por exemplo) ao menos como área de influência das missões que existiram no seu entorno – Guairá, Tapes, Sete Povos e outras estabelecidas a ocidente dos rios Paraná e Uruguai –, todas vinculadas à Diocese de Assunção no Paraguai. Ao longo do século XVII, atraídos por essas aldeias, vieram também os bandeirantes paulistas para capturar os indígenas e vendê-los como escravos nos mercados coloniais americanos.
Além disso, esse espaço podia servir, e de fato serviu, posteriormente, como refúgio àqueles que buscavam, por algum motivo, escapar ao controle do estado, sobretudo nos momentos críticos, como foi o caso da Revolução Federalista (1893-1896) e da Guerra do Contestado (1912-1916).
A organização econômica, social e cultural desses diferentes grupos deve ser compreendida na lenta e complexa relação entre as formas tradicionais de vida dos antigos moradores com as mudanças que se apresentaram – sobretudo a chegada dos novos colonos – a partir daquele marco histórico referido (1916-1917). O uso da terra e de seus bens naturais, as relações de trabalho, o comércio, a estruturação da família e da sociedade, além de todo o sistema de práticas culturais e mítico-religiosas que ordenavam a vida daquelas pessoas têm de ser percebidos num tempo mais longo, de lentas transformações, que se constituíram na segunda metade do século XIX e subsistiram nas primeiras décadas do século XX.
A frágil presença do poder estatal nesse espaço em todas as suas esferas (política, fazendária, comunicação, segurança, saúde, educação e justiça) comprometia o ideal de segurança (tanto interna quanto externa) e de unidade nacional pensados por Getúlio Vargas. Por isso, em 1943, ele mandou criar o Território do Iguaçu, que abrangia, grosso modo, o oeste dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Com efeito, somente depois da extinção do referido Território, em 1946, é que os dois Estados da federação empreenderam políticas mais abrangentes e eficazes de expansão dos seus órgãos e agentes naquele sertão.
DA SILVA, A.; DA ROSA, A. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/1588/1/AntesOesteCatarinense.pdf. Acesso em: 13 de dez. 2022. Fragmento adaptado.
Após o fim da Guerra do Contestado em 1916 e a definição dos limites entre Paraná e Santa Catarina, qual foi o principal fator de mudanças significativas na história da região Oeste Catarinense?
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Texto 1
Antes do Oeste Catarinense: aspectos da vida econômica e social de uma região
Os anos 1916 e 1917 demarcaram um momento de inflexão na história do que hoje denominamos região Oeste Catarinense. O fim da Guerra do Contestado (1916), a assinatura do Acordo de Limites entre os Estados de Santa Catarina e do Paraná (1916), a criação do município de Chapecó (1917) e, ainda nesse mesmo ano, o início de uma política sistemática por parte do governo catarinense de colonização do Oeste com famílias oriundas, em sua grande maioria, de descendentes de imigrantes europeus das “velhas colônias” do Estado do Rio Grande do Sul, trouxeram, com efeito, mudanças significativas na história da região nas décadas seguintes.
Sabemos, todavia, que essa região se encontrava já povoada por grupos sociais (indígenas e não indígenas), atraídos pela extração da erva-mate ou de madeiras, pela criação de gado ou por outra atividade qualquer que aquele espaço pudesse oferecer como forma de sobrevivência.
Com relação ao ingresso do colonizador europeu nessa região onde hoje é o Oeste Catarinense, não se tem notícia que tenha havido ali aldeamentos indígenas organizados pela Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII. Todavia, pode-se dizer que esse espaço territorial se constituía, senão como área de atuação (extração da erva-mate e criação de gado, por exemplo) ao menos como área de influência das missões que existiram no seu entorno – Guairá, Tapes, Sete Povos e outras estabelecidas a ocidente dos rios Paraná e Uruguai –, todas vinculadas à Diocese de Assunção no Paraguai. Ao longo do século XVII, atraídos por essas aldeias, vieram também os bandeirantes paulistas para capturar os indígenas e vendê-los como escravos nos mercados coloniais americanos.
Além disso, esse espaço podia servir, e de fato serviu, posteriormente, como refúgio àqueles que buscavam, por algum motivo, escapar ao controle do estado, sobretudo nos momentos críticos, como foi o caso da Revolução Federalista (1893-1896) e da Guerra do Contestado (1912-1916).
A organização econômica, social e cultural desses diferentes grupos deve ser compreendida na lenta e complexa relação entre as formas tradicionais de vida dos antigos moradores com as mudanças que se apresentaram – sobretudo a chegada dos novos colonos – a partir daquele marco histórico referido (1916-1917). O uso da terra e de seus bens naturais, as relações de trabalho, o comércio, a estruturação da família e da sociedade, além de todo o sistema de práticas culturais e mítico-religiosas que ordenavam a vida daquelas pessoas têm de ser percebidos num tempo mais longo, de lentas transformações, que se constituíram na segunda metade do século XIX e subsistiram nas primeiras décadas do século XX.
A frágil presença do poder estatal nesse espaço em todas as suas esferas (política, fazendária, comunicação, segurança, saúde, educação e justiça) comprometia o ideal de segurança (tanto interna quanto externa) e de unidade nacional pensados por Getúlio Vargas. Por isso, em 1943, ele mandou criar o Território do Iguaçu, que abrangia, grosso modo, o oeste dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Com efeito, somente depois da extinção do referido Território, em 1946, é que os dois Estados da federação empreenderam políticas mais abrangentes e eficazes de expansão dos seus órgãos e agentes naquele sertão.
DA SILVA, A.; DA ROSA, A. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/1588/1/AntesOesteCatarinense.pdf. Acesso em: 13 de dez. 2022. Fragmento adaptado.
Considerando o texto 1, é correto o que se afirma sobre a região Oeste Catarinense:
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Assinale a alternativa correta quanto à ortografia.
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