Foram encontradas 160 questões.
Analise cada enunciado abaixo em relação ao emprego do verbo, assinalando C ou E conforme esteja
respectivamente certo ou errado. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
(___) Havia muitas flores no jardim.
(___) Haviam operários naquela construção.
(___) Existe muitas frutas fora de época.
(___) Existem leis muito obsoletas.
(___) Havia muitas flores no jardim.
(___) Haviam operários naquela construção.
(___) Existe muitas frutas fora de época.
(___) Existem leis muito obsoletas.
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BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. . Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>.
A expressão “sobre bolas de futebol na sala”, empregada na fala do personagem da tirinha acima, tem o sentido de:
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Assinale a alternativa cujo elemento preenche
corretamente o espaço em branco abaixo:
“Tudo aconteceu de relance, __________.”
“Tudo aconteceu de relance, __________.”
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Assinale a alternativa que apresenta a forma
verbal destacada corretamente empregada.
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Assinale a alternativa que apresenta um
enunciado totalmente correto em relação ao
emprego dos pronomes.
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“A mãe perguntou à filha:
– O que você quer ganhar no seu aniversário?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, incluindo a pontuação adequada.
– O que você quer ganhar no seu aniversário?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, incluindo a pontuação adequada.
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Assinale a alternativa em que a palavra “cabeça”
está sendo empregada em seu sentido figurado.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Crônica do pão e da tradição
Não era apenas o fato dele ser o melhor
pão do mundo, era o pão da minha avó. E não era
só o pão, era todo o mistério em torno dele que
me intrigava quando criança. Ela me contava
histórias desde o cultivo do trigo à descoberta da
fermentação, sobre como os primeiros pães eram
trabalhados, moldados e assados. Uma aula sobre
a fabulosa e milenar tríade base: farinha de trigo,
água
e
sal.
Os densos pães de minha avó refletiam um tanto
de sua personalidade, tão cheios de segredos e
truques que só ela parecia saber. O universo se
abria dentro de sua cozinha quando eu a
observava se deleitar dentre os pães. Com
movimentos certeiros minha avó sovava as
massas elásticas, acrescentava em alguns pães
gordura, em outros especiarias inusitadas. (...)
Com uma umidade ideal, algumas tardes
se faziam mais especiais que as outras. Minha
avó as comemorava, religiosamente, indo para a
cozinha quando o clima estava a seu favor. Ela,
em seu pequeno forno a lenha, trabalhava
incessantemente para que a temperatura e a
umidade fossem ideais para seus pães, e
explicava a mim a importância desses dois
elementos ao se assar um bom pão.
Ela, perfeccionista, dizia que o seu
cuidado era em respeito às leveduras. Brincava
me dizendo que toda vez que colocava a massa
para descansar, as leveduras trabalhariam por ela,
que, por sua vez, descansaria. “Pão é vida, minha
neta!”. E também era, notoriamente, um dos
motivos que deixava a minha avó tão viva.
Sua bisneta nasceu. Tentei ensinar a
minha filha, com muita responsabilidade, tudo o
que minha avó havia me ensinado. Minha filha,
com nojo da elasticidade da massa, intrigada ao
saber que as leveduras eram organismos vivos e
com dor nos braços de tanto sovar as massas, de
forma muito espontânea, me questionou: “Mãe,
não é mais fácil comprar?”.
Naquele momento me senti frustrada em
todos os sentidos, mas principalmente como mãe, não conseguindo despertar em minha filha toda a
curiosidade que minha avó, com tanta sabedoria,
me despertou. Tudo nela e na forma com que ela
fazia seus pães era fascinante para a criança que
fui. O tempo é outro! Mas, como se fosse hoje, o
aroma dos pães de minha avó assombra as
minhas narinas tão saudosas.
NOCE, Dani. Crônica do pão e da tradição. Gastronomia
literária .
Disponível
em <https://www.daninoce.com.br/gastronomia/gas
tronomia-literaria-ickfd/cronica-do-pao-e-da
tradicao/>. .
A palavra destacada no trecho acima possui o sentido de:
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Crônica do pão e da tradição
Não era apenas o fato dele ser o melhor
pão do mundo, era o pão da minha avó. E não era
só o pão, era todo o mistério em torno dele que
me intrigava quando criança. Ela me contava
histórias desde o cultivo do trigo à descoberta da
fermentação, sobre como os primeiros pães eram
trabalhados, moldados e assados. Uma aula sobre
a fabulosa e milenar tríade base: farinha de trigo,
água
e
sal.
Os densos pães de minha avó refletiam um tanto
de sua personalidade, tão cheios de segredos e
truques que só ela parecia saber. O universo se
abria dentro de sua cozinha quando eu a
observava se deleitar dentre os pães. Com
movimentos certeiros minha avó sovava as
massas elásticas, acrescentava em alguns pães
gordura, em outros especiarias inusitadas. (...)
Com uma umidade ideal, algumas tardes
se faziam mais especiais que as outras. Minha
avó as comemorava, religiosamente, indo para a
cozinha quando o clima estava a seu favor. Ela,
em seu pequeno forno a lenha, trabalhava
incessantemente para que a temperatura e a
umidade fossem ideais para seus pães, e
explicava a mim a importância desses dois
elementos ao se assar um bom pão.
Ela, perfeccionista, dizia que o seu
cuidado era em respeito às leveduras. Brincava
me dizendo que toda vez que colocava a massa
para descansar, as leveduras trabalhariam por ela,
que, por sua vez, descansaria. “Pão é vida, minha
neta!”. E também era, notoriamente, um dos
motivos que deixava a minha avó tão viva.
Sua bisneta nasceu. Tentei ensinar a
minha filha, com muita responsabilidade, tudo o
que minha avó havia me ensinado. Minha filha,
com nojo da elasticidade da massa, intrigada ao
saber que as leveduras eram organismos vivos e
com dor nos braços de tanto sovar as massas, de
forma muito espontânea, me questionou: “Mãe,
não é mais fácil comprar?”.
Naquele momento me senti frustrada em
todos os sentidos, mas principalmente como mãe, não conseguindo despertar em minha filha toda a
curiosidade que minha avó, com tanta sabedoria,
me despertou. Tudo nela e na forma com que ela
fazia seus pães era fascinante para a criança que
fui. O tempo é outro! Mas, como se fosse hoje, o
aroma dos pães de minha avó assombra as
minhas narinas tão saudosas.
NOCE, Dani. Crônica do pão e da tradição. Gastronomia
literária .
Disponível
em <https://www.daninoce.com.br/gastronomia/gas
tronomia-literaria-ickfd/cronica-do-pao-e-da
tradicao/>. .
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra destacada acima.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Crônica do pão e da tradição
Não era apenas o fato dele ser o melhor
pão do mundo, era o pão da minha avó. E não era
só o pão, era todo o mistério em torno dele que
me intrigava quando criança. Ela me contava
histórias desde o cultivo do trigo à descoberta da
fermentação, sobre como os primeiros pães eram
trabalhados, moldados e assados. Uma aula sobre
a fabulosa e milenar tríade base: farinha de trigo,
água
e
sal.
Os densos pães de minha avó refletiam um tanto
de sua personalidade, tão cheios de segredos e
truques que só ela parecia saber. O universo se
abria dentro de sua cozinha quando eu a
observava se deleitar dentre os pães. Com
movimentos certeiros minha avó sovava as
massas elásticas, acrescentava em alguns pães
gordura, em outros especiarias inusitadas. (...)
Com uma umidade ideal, algumas tardes
se faziam mais especiais que as outras. Minha
avó as comemorava, religiosamente, indo para a
cozinha quando o clima estava a seu favor. Ela,
em seu pequeno forno a lenha, trabalhava
incessantemente para que a temperatura e a
umidade fossem ideais para seus pães, e
explicava a mim a importância desses dois
elementos ao se assar um bom pão.
Ela, perfeccionista, dizia que o seu
cuidado era em respeito às leveduras. Brincava
me dizendo que toda vez que colocava a massa
para descansar, as leveduras trabalhariam por ela,
que, por sua vez, descansaria. “Pão é vida, minha
neta!”. E também era, notoriamente, um dos
motivos que deixava a minha avó tão viva.
Sua bisneta nasceu. Tentei ensinar a
minha filha, com muita responsabilidade, tudo o
que minha avó havia me ensinado. Minha filha,
com nojo da elasticidade da massa, intrigada ao
saber que as leveduras eram organismos vivos e
com dor nos braços de tanto sovar as massas, de
forma muito espontânea, me questionou: “Mãe,
não é mais fácil comprar?”.
Naquele momento me senti frustrada em
todos os sentidos, mas principalmente como mãe, não conseguindo despertar em minha filha toda a
curiosidade que minha avó, com tanta sabedoria,
me despertou. Tudo nela e na forma com que ela
fazia seus pães era fascinante para a criança que
fui. O tempo é outro! Mas, como se fosse hoje, o
aroma dos pães de minha avó assombra as
minhas narinas tão saudosas.
NOCE, Dani. Crônica do pão e da tradição. Gastronomia
literária .
Disponível
em <https://www.daninoce.com.br/gastronomia/gas
tronomia-literaria-ickfd/cronica-do-pao-e-da
tradicao/>. .
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