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Foram encontradas 160 questões.

4035768 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Analise cada enunciado abaixo em relação ao emprego do verbo, assinalando C ou E conforme esteja respectivamente certo ou errado. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

(___) Havia muitas flores no jardim.
(___) Haviam operários naquela construção.
(___) Existe muitas frutas fora de época.
(___) Existem leis muito obsoletas.
 

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4035767 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Enunciado 4967107-1

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. . Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>.

A expressão “sobre bolas de futebol na sala”, empregada na fala do personagem da tirinha acima, tem o sentido de:

 

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4035766 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa cujo elemento preenche corretamente o espaço em branco abaixo:
“Tudo aconteceu de relance, __________.”
 

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4035765 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal destacada corretamente empregada.
 

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4035764 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa que apresenta um enunciado totalmente correto em relação ao emprego dos pronomes.
 

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4035763 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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“A mãe perguntou à filha:
– O que você quer ganhar no seu aniversário?”

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, incluindo a pontuação adequada.
 

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4035762 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa em que a palavra “cabeça” está sendo empregada em seu sentido figurado.
 

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4035761 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Leia o texto a seguir para responder a questão.

Crônica do pão e da tradição
        Não era apenas o fato dele ser o melhor pão do mundo, era o pão da minha avó. E não era só o pão, era todo o mistério em torno dele que me intrigava quando criança. Ela me contava histórias desde o cultivo do trigo à descoberta da fermentação, sobre como os primeiros pães eram trabalhados, moldados e assados. Uma aula sobre a fabulosa e milenar tríade base: farinha de trigo, água e sal.
        Os densos pães de minha avó refletiam um tanto de sua personalidade, tão cheios de segredos e truques que só ela parecia saber. O universo se abria dentro de sua cozinha quando eu a observava se deleitar dentre os pães. Com movimentos certeiros minha avó sovava as massas elásticas, acrescentava em alguns pães gordura, em outros especiarias inusitadas. (...)
        Com uma umidade ideal, algumas tardes se faziam mais especiais que as outras. Minha avó as comemorava, religiosamente, indo para a cozinha quando o clima estava a seu favor. Ela, em seu pequeno forno a lenha, trabalhava incessantemente para que a temperatura e a umidade fossem ideais para seus pães, e explicava a mim a importância desses dois elementos ao se assar um bom pão.
         Ela, perfeccionista, dizia que o seu cuidado era em respeito às leveduras. Brincava me dizendo que toda vez que colocava a massa para descansar, as leveduras trabalhariam por ela, que, por sua vez, descansaria. “Pão é vida, minha neta!”. E também era, notoriamente, um dos motivos que deixava a minha avó tão viva.
        Sua bisneta nasceu. Tentei ensinar a minha filha, com muita responsabilidade, tudo o que minha avó havia me ensinado. Minha filha, com nojo da elasticidade da massa, intrigada ao saber que as leveduras eram organismos vivos e com dor nos braços de tanto sovar as massas, de forma muito espontânea, me questionou: “Mãe, não é mais fácil comprar?”.
       Naquele momento me senti frustrada em todos os sentidos, mas principalmente como mãe, não conseguindo despertar em minha filha toda a curiosidade que minha avó, com tanta sabedoria, me despertou. Tudo nela e na forma com que ela fazia seus pães era fascinante para a criança que fui. O tempo é outro! Mas, como se fosse hoje, o aroma dos pães de minha avó assombra as minhas narinas tão saudosas.
NOCE, Dani. Crônica do pão e da tradição. Gastronomia literária . Disponível em <https://www.daninoce.com.br/gastronomia/gas
tronomia-literaria-ickfd/cronica-do-pao-e-da
tradicao/>.  .
“toda vez que colocava a massa para descansar, as leveduras trabalhariam por ela”
A palavra destacada no trecho acima possui o sentido de:
 

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4035760 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Leia o texto a seguir para responder a questão.

Crônica do pão e da tradição
        Não era apenas o fato dele ser o melhor pão do mundo, era o pão da minha avó. E não era só o pão, era todo o mistério em torno dele que me intrigava quando criança. Ela me contava histórias desde o cultivo do trigo à descoberta da fermentação, sobre como os primeiros pães eram trabalhados, moldados e assados. Uma aula sobre a fabulosa e milenar tríade base: farinha de trigo, água e sal.
        Os densos pães de minha avó refletiam um tanto de sua personalidade, tão cheios de segredos e truques que só ela parecia saber. O universo se abria dentro de sua cozinha quando eu a observava se deleitar dentre os pães. Com movimentos certeiros minha avó sovava as massas elásticas, acrescentava em alguns pães gordura, em outros especiarias inusitadas. (...)
        Com uma umidade ideal, algumas tardes se faziam mais especiais que as outras. Minha avó as comemorava, religiosamente, indo para a cozinha quando o clima estava a seu favor. Ela, em seu pequeno forno a lenha, trabalhava incessantemente para que a temperatura e a umidade fossem ideais para seus pães, e explicava a mim a importância desses dois elementos ao se assar um bom pão.
         Ela, perfeccionista, dizia que o seu cuidado era em respeito às leveduras. Brincava me dizendo que toda vez que colocava a massa para descansar, as leveduras trabalhariam por ela, que, por sua vez, descansaria. “Pão é vida, minha neta!”. E também era, notoriamente, um dos motivos que deixava a minha avó tão viva.
        Sua bisneta nasceu. Tentei ensinar a minha filha, com muita responsabilidade, tudo o que minha avó havia me ensinado. Minha filha, com nojo da elasticidade da massa, intrigada ao saber que as leveduras eram organismos vivos e com dor nos braços de tanto sovar as massas, de forma muito espontânea, me questionou: “Mãe, não é mais fácil comprar?”.
       Naquele momento me senti frustrada em todos os sentidos, mas principalmente como mãe, não conseguindo despertar em minha filha toda a curiosidade que minha avó, com tanta sabedoria, me despertou. Tudo nela e na forma com que ela fazia seus pães era fascinante para a criança que fui. O tempo é outro! Mas, como se fosse hoje, o aroma dos pães de minha avó assombra as minhas narinas tão saudosas.
NOCE, Dani. Crônica do pão e da tradição. Gastronomia literária . Disponível em <https://www.daninoce.com.br/gastronomia/gas
tronomia-literaria-ickfd/cronica-do-pao-e-da
tradicao/>.  .
“minha avó sovava as massas elásticas, acrescentava em alguns pães gordura, em outros especiarias inusitadas.”
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra destacada acima.
 

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4035759 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Leia o texto a seguir para responder a questão.

Crônica do pão e da tradição
        Não era apenas o fato dele ser o melhor pão do mundo, era o pão da minha avó. E não era só o pão, era todo o mistério em torno dele que me intrigava quando criança. Ela me contava histórias desde o cultivo do trigo à descoberta da fermentação, sobre como os primeiros pães eram trabalhados, moldados e assados. Uma aula sobre a fabulosa e milenar tríade base: farinha de trigo, água e sal.
        Os densos pães de minha avó refletiam um tanto de sua personalidade, tão cheios de segredos e truques que só ela parecia saber. O universo se abria dentro de sua cozinha quando eu a observava se deleitar dentre os pães. Com movimentos certeiros minha avó sovava as massas elásticas, acrescentava em alguns pães gordura, em outros especiarias inusitadas. (...)
        Com uma umidade ideal, algumas tardes se faziam mais especiais que as outras. Minha avó as comemorava, religiosamente, indo para a cozinha quando o clima estava a seu favor. Ela, em seu pequeno forno a lenha, trabalhava incessantemente para que a temperatura e a umidade fossem ideais para seus pães, e explicava a mim a importância desses dois elementos ao se assar um bom pão.
         Ela, perfeccionista, dizia que o seu cuidado era em respeito às leveduras. Brincava me dizendo que toda vez que colocava a massa para descansar, as leveduras trabalhariam por ela, que, por sua vez, descansaria. “Pão é vida, minha neta!”. E também era, notoriamente, um dos motivos que deixava a minha avó tão viva.
        Sua bisneta nasceu. Tentei ensinar a minha filha, com muita responsabilidade, tudo o que minha avó havia me ensinado. Minha filha, com nojo da elasticidade da massa, intrigada ao saber que as leveduras eram organismos vivos e com dor nos braços de tanto sovar as massas, de forma muito espontânea, me questionou: “Mãe, não é mais fácil comprar?”.
       Naquele momento me senti frustrada em todos os sentidos, mas principalmente como mãe, não conseguindo despertar em minha filha toda a curiosidade que minha avó, com tanta sabedoria, me despertou. Tudo nela e na forma com que ela fazia seus pães era fascinante para a criança que fui. O tempo é outro! Mas, como se fosse hoje, o aroma dos pães de minha avó assombra as minhas narinas tão saudosas.
NOCE, Dani. Crônica do pão e da tradição. Gastronomia literária . Disponível em <https://www.daninoce.com.br/gastronomia/gas
tronomia-literaria-ickfd/cronica-do-pao-e-da
tradicao/>.  .
Em relação ao texto “Crônica do pão e da tradição”, é correto afirmar que a autora:
 

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