Foram encontradas 165 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que as adolescentes sofrem mais com
problemas causados por redes sociais.
Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
dados de 2021, indica que quase três em cada cinco
meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Assinale a opção CORRETA em relação ao substantivo
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Por que as adolescentes sofrem mais com
problemas causados por redes sociais.
Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
dados de 2021, indica que quase três em cada cinco
meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
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Por que as adolescentes sofrem mais com
problemas causados por redes sociais.
Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
dados de 2021, indica que quase três em cada cinco
meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
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problemas causados por redes sociais.
Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
dados de 2021, indica que quase três em cada cinco
meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Os especialistas destacam o papel das redes sociais.
O predicado da oração é a expressão:
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- MorfologiaVerbosClassificação dos Verbos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- MorfologiaVerbosFormas Nominais
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Por que as adolescentes sofrem mais com
problemas causados por redes sociais.
Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
dados de 2021, indica que quase três em cada cinco
meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
O verbo destacado encontra-se conjugado no:
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Por que as adolescentes sofrem mais com
problemas causados por redes sociais.
Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
dados de 2021, indica que quase três em cada cinco
meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Assinale a expressão que tenha, pelo menos, dois adjetivos.
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meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Assinale a opção CORRETA em relação à acentuação gráfica.
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meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Assinale a opção que contenha a nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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meninas adolescentes relataram sentir-se
constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
O número de artigos presentes na frase é de:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaInterjeições
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
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Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com
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constantemente tristes ou sem esperança, o que
representa um aumento de quase 60% em relação a
2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se
sentiam assim.
No caso dos meninos, também houve piora, mas bem
menor, já que o número dos que relataram esses
sentimentos negativos passou de 21% para 29% no
mesmo período.
Embora as autoridades de saúde apontem que o alto
risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros
problemas em adolescentes respondem a uma mistura
de vários fatores, os especialistas destacam o papel das
redes sociais na deterioração da saúde mental dos
jovens.
Entre esses especialistas, está Donna Jackson
Nakazawa, escritora especializada em neurociência,
imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o
livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual
explora essa situação.
A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais
por trás do aumento chocante do número de
adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.
Embora reconheça que isso é causado por múltiplos
fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais
culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".
As meninas estão mais nas redes sociais do que os
meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo
tempo online que os homens, elas acabam se sentindo
deprimidas, ansiosas, sem esperança e
persistentemente tristes.
Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas
encontram nas redes sociais tem um teor muito mais
sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus
rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam
fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar
masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do
que não é. Então, a carga que elas recebem é maior
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O vocábulo destacado na frase, morfologicamente, trata-se de um:
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