Foram encontradas 25 questões.
A Segunda Grande Guerra (1939-1945) foi um conflito
militar global que envolveu a maioria das nações do
mundo, incluindo todas as grandes potências,
organizadas em duas alianças militares opostas: os
Aliados e o Eixo. Qual dos países abaixo não fazia parte
do Eixo?
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
Em relação ao direito à liberdade de pensamento, de
consciência e de religião, o que prescreve a Declaração
Universal dos Direitos Humanos?
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Um radar móvel registro a velocidade de alguns carros e
a velocidade apontada nos mesmos gerou o gráfico da
figura abaixo:
Assim, de acordo com as informações obtidas, a velocidade média dos carros está entre:
Assim, de acordo com as informações obtidas, a velocidade média dos carros está entre:
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Uma pessoa com 150 kg decidiu fazer um regime. Para
não ter problemas de saúde consultou um médico, que
lhe propôs que não perdesse mais de 10% do seu peso
atual a cada mês. Imaginando que ele emagreceu em
cada mês o máximo possível, podemos dizer que ao
terminar os 3 meses da dieta, essa pessoa estará
pesando:
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Com a mudança das placas de carro do formato atual ABC1234, para o formato Mercosul ABC1D34, as placas atuais dos carros deverão ser modificadas para o novo padrão seguindo a tabela abaixo:
|
Segundo dígito da placa (Formato ABC-1234) |
Quarta letra da placa Mercosul (Formato ABC1D34) |
|
0 |
A |
|
1 |
B |
|
2 |
C |
|
3 |
D |
|
4 |
E |
|
5 |
F |
|
6 |
G |
|
7 |
H |
|
8 |
I |
|
9 |
J |
Desta forma um carro que hoje possui a placa KJC-3498, após a alteração terá a placa:
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Um relógio atrasa 30 segundos a cada 4 horas.
Completados, exatamente, 20 dias do início dos atrasos,
quanto tempo ele estará atrasado?
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Até 31 de janeiro de 2020 todos os estados e distrito
federal do Brasil, deverão aderir ao novo formato de
placas do mercosul, que podemos ver na figura abaixo:
FONTE: https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/06/28/placa-do-mercosul-e-adiada- para-janeiro-de-2020.ghtml
Observamos que essas placas são retangulares tendo dimensões 400mm x 130 mm. Desejamos comprar uma chapa para confecção dessas placas de tal forma que não haja desperdício nenhum, imaginando que as placas serão posicionadas em justaposição sem espaços entre as mesmas. A única dimensão de placas que consegue fazer isso é:
FONTE: https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/06/28/placa-do-mercosul-e-adiada- para-janeiro-de-2020.ghtml Observamos que essas placas são retangulares tendo dimensões 400mm x 130 mm. Desejamos comprar uma chapa para confecção dessas placas de tal forma que não haja desperdício nenhum, imaginando que as placas serão posicionadas em justaposição sem espaços entre as mesmas. A única dimensão de placas que consegue fazer isso é:
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O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas
Rebeca Bedone
Tive um canário quando era criança. A avezinha cabia na
palma da minha mão. Alegre, distinto e bonito, o pássaro
amarelo cantava o tempo todo. Seu canto pacífico era
deliciosamente agradável: parecia uma composição
poética e ritmada. A gaiola ficava pendurada na varanda
de casa, e o vento que passava levava a melodia para
quem estivesse por perto.
Certo dia, fui até a gaiola e chamei pelo passarinho; mas
ele não apareceu, como sempre fazia. Tomada por um
estranhamento, subi na cadeira para procurá-lo: o
canário estava deitado, quieto, imóvel. Chamei pelo meu
pai, que examinou o bichinho e, tristemente, me informou
que ele havia morrido. Dizem que o canário vive cerca de
10 anos, mas aquele teve uma vida breve.
Já faz muito tempo que o canarinho se foi. Naquela
época, eu não sabia nada sobre aves; nem sobre tantas
outras coisas, como o amor. Não imaginava que seria
impossível viver uma vida sem decepções ou
arrependimentos. Que pessoas me desapontariam. Que
eu magoaria alguém. Que sentiria remorso por ter sido
egoísta, como quando prendi a avezinha que tanto
gostava. Que pela necessidade de ter alguém ou pelo
medo de ficar só, tentaria prender um companheiro ou
um amigo.
Assim, houve um tempo em que resolvi andar sozinha.
No decorrer dos anos, entre uma e outra decepção
amorosa, meu coração calejado se fechou. Prendi a mim
mesma, como no poema de Charles Bukowski: “há um
pássaro azul em meu peito que quer sair, mas sou duro
demais com ele, eu digo, fique aí, não deixarei que
ninguém o veja”.
É que eu não queria mais sentir frio na barriga, aperto no
peito e dores de adeus. Parecia quase impossível
encontrar alguém que estivesse disposto ao amor e ao
relacionamento — só mais tarde fui descobrir que era eu
quem não estava disposta a me entregar. O silêncio após
as partidas nunca deixou de tocar a minha alma, como a
ausência do canto do meu canarinho.
Até que um dia, num desses dias em que não se espera
da vida nada além do que ela já nos ofereceu, resolvi
deixar de ser tão dura comigo mesma. Não foi fácil,
houve um longo processo de paciência e
autoconhecimento; mas houve, sobretudo, vontade de
voar outra vez. O pássaro em meu peito partiu sem rumo
nem expectativas, ele só queria ser livre das minhas
dores e inseguranças.
Conheci meu namorado. Não foi amor à primeira vista,
como nos contos de fadas; mas foi paixão da vida real:
“você se apaixona quando se desprende da necessidade
de ter alguém”. Quando você menos espera, as
conversas ao telefone se perdem nas horas, junto com a
alegria que chega na proximidade do reencontro; de
repente, o tempo em que não houve afeto recíproco se
preenche com um sentimento bom. E ao perceber a felicidade explodir dentro do peito, percebe-se que ela é
verdadeira porque não tem obrigação.
O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas.
Gaiolas podem ser o ciúme, a insegurança ou o próprio
egoísmo. Gaiolas podem ser o medo de amar outra vez;
ou pode ser a incompreensão de que amor e liberdade
caminham juntos: amamos porque somos livres e temos
liberdade porque confiamos no amor.
Há pessoas que têm receio da palavra liberdade; alguns
até acreditam que ser livre é individualismo. Talvez, faltalhes a compreensão da honestidade de Bukowski, aquela
que “não me deixa fingir que sou uma coisa que não
sou”. Talvez, falta-lhes saber que a vida é efêmera, como
o canto que inicia e termina antes de que gostaríamos.
Mas, com a janela do coração aberta, os pássaros voam;
e a pessoa permanece no relacionamento não por estar
presa a ele, mas porque é genuíno o seu desejo de ficar.
FONTE: https://www.revistabula.com/23923-o-amor-e-um-passaro-que-nao-sobreviveem-gaiolas/
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas
Rebeca Bedone
Tive um canário quando era criança. A avezinha cabia na
palma da minha mão. Alegre, distinto e bonito, o pássaro
amarelo cantava o tempo todo. Seu canto pacífico era
deliciosamente agradável: parecia uma composição
poética e ritmada. A gaiola ficava pendurada na varanda
de casa, e o vento que passava levava a melodia para
quem estivesse por perto.
Certo dia, fui até a gaiola e chamei pelo passarinho; mas
ele não apareceu, como sempre fazia. Tomada por um
estranhamento, subi na cadeira para procurá-lo: o
canário estava deitado, quieto, imóvel. Chamei pelo meu
pai, que examinou o bichinho e, tristemente, me informou
que ele havia morrido. Dizem que o canário vive cerca de
10 anos, mas aquele teve uma vida breve.
Já faz muito tempo que o canarinho se foi. Naquela
época, eu não sabia nada sobre aves; nem sobre tantas
outras coisas, como o amor. Não imaginava que seria
impossível viver uma vida sem decepções ou
arrependimentos. Que pessoas me desapontariam. Que
eu magoaria alguém. Que sentiria remorso por ter sido
egoísta, como quando prendi a avezinha que tanto
gostava. Que pela necessidade de ter alguém ou pelo
medo de ficar só, tentaria prender um companheiro ou
um amigo.
Assim, houve um tempo em que resolvi andar sozinha.
No decorrer dos anos, entre uma e outra decepção
amorosa, meu coração calejado se fechou. Prendi a mim
mesma, como no poema de Charles Bukowski: “há um
pássaro azul em meu peito que quer sair, mas sou duro
demais com ele, eu digo, fique aí, não deixarei que
ninguém o veja”.
É que eu não queria mais sentir frio na barriga, aperto no
peito e dores de adeus. Parecia quase impossível
encontrar alguém que estivesse disposto ao amor e ao
relacionamento — só mais tarde fui descobrir que era eu
quem não estava disposta a me entregar. O silêncio após
as partidas nunca deixou de tocar a minha alma, como a
ausência do canto do meu canarinho.
Até que um dia, num desses dias em que não se espera
da vida nada além do que ela já nos ofereceu, resolvi
deixar de ser tão dura comigo mesma. Não foi fácil,
houve um longo processo de paciência e
autoconhecimento; mas houve, sobretudo, vontade de
voar outra vez. O pássaro em meu peito partiu sem rumo
nem expectativas, ele só queria ser livre das minhas
dores e inseguranças.
Conheci meu namorado. Não foi amor à primeira vista,
como nos contos de fadas; mas foi paixão da vida real:
“você se apaixona quando se desprende da necessidade
de ter alguém”. Quando você menos espera, as
conversas ao telefone se perdem nas horas, junto com a
alegria que chega na proximidade do reencontro; de
repente, o tempo em que não houve afeto recíproco se
preenche com um sentimento bom. E ao perceber a felicidade explodir dentro do peito, percebe-se que ela é
verdadeira porque não tem obrigação.
O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas.
Gaiolas podem ser o ciúme, a insegurança ou o próprio
egoísmo. Gaiolas podem ser o medo de amar outra vez;
ou pode ser a incompreensão de que amor e liberdade
caminham juntos: amamos porque somos livres e temos
liberdade porque confiamos no amor.
Há pessoas que têm receio da palavra liberdade; alguns
até acreditam que ser livre é individualismo. Talvez, faltalhes a compreensão da honestidade de Bukowski, aquela
que “não me deixa fingir que sou uma coisa que não
sou”. Talvez, falta-lhes saber que a vida é efêmera, como
o canto que inicia e termina antes de que gostaríamos.
Mas, com a janela do coração aberta, os pássaros voam;
e a pessoa permanece no relacionamento não por estar
presa a ele, mas porque é genuíno o seu desejo de ficar.
FONTE: https://www.revistabula.com/23923-o-amor-e-um-passaro-que-nao-sobreviveem-gaiolas/
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Questão presente nas seguintes provas
O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas
Rebeca Bedone
Tive um canário quando era criança. A avezinha cabia na
palma da minha mão. Alegre, distinto e bonito, o pássaro
amarelo cantava o tempo todo. Seu canto pacífico era
deliciosamente agradável: parecia uma composição
poética e ritmada. A gaiola ficava pendurada na varanda
de casa, e o vento que passava levava a melodia para
quem estivesse por perto.
Certo dia, fui até a gaiola e chamei pelo passarinho; mas
ele não apareceu, como sempre fazia. Tomada por um
estranhamento, subi na cadeira para procurá-lo: o
canário estava deitado, quieto, imóvel. Chamei pelo meu
pai, que examinou o bichinho e, tristemente, me informou
que ele havia morrido. Dizem que o canário vive cerca de
10 anos, mas aquele teve uma vida breve.
Já faz muito tempo que o canarinho se foi. Naquela
época, eu não sabia nada sobre aves; nem sobre tantas
outras coisas, como o amor. Não imaginava que seria
impossível viver uma vida sem decepções ou
arrependimentos. Que pessoas me desapontariam. Que
eu magoaria alguém. Que sentiria remorso por ter sido
egoísta, como quando prendi a avezinha que tanto
gostava. Que pela necessidade de ter alguém ou pelo
medo de ficar só, tentaria prender um companheiro ou
um amigo.
Assim, houve um tempo em que resolvi andar sozinha.
No decorrer dos anos, entre uma e outra decepção
amorosa, meu coração calejado se fechou. Prendi a mim
mesma, como no poema de Charles Bukowski: “há um
pássaro azul em meu peito que quer sair, mas sou duro
demais com ele, eu digo, fique aí, não deixarei que
ninguém o veja”.
É que eu não queria mais sentir frio na barriga, aperto no
peito e dores de adeus. Parecia quase impossível
encontrar alguém que estivesse disposto ao amor e ao
relacionamento — só mais tarde fui descobrir que era eu
quem não estava disposta a me entregar. O silêncio após
as partidas nunca deixou de tocar a minha alma, como a
ausência do canto do meu canarinho.
Até que um dia, num desses dias em que não se espera
da vida nada além do que ela já nos ofereceu, resolvi
deixar de ser tão dura comigo mesma. Não foi fácil,
houve um longo processo de paciência e
autoconhecimento; mas houve, sobretudo, vontade de
voar outra vez. O pássaro em meu peito partiu sem rumo
nem expectativas, ele só queria ser livre das minhas
dores e inseguranças.
Conheci meu namorado. Não foi amor à primeira vista,
como nos contos de fadas; mas foi paixão da vida real:
“você se apaixona quando se desprende da necessidade
de ter alguém”. Quando você menos espera, as
conversas ao telefone se perdem nas horas, junto com a
alegria que chega na proximidade do reencontro; de
repente, o tempo em que não houve afeto recíproco se
preenche com um sentimento bom. E ao perceber a felicidade explodir dentro do peito, percebe-se que ela é
verdadeira porque não tem obrigação.
O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas.
Gaiolas podem ser o ciúme, a insegurança ou o próprio
egoísmo. Gaiolas podem ser o medo de amar outra vez;
ou pode ser a incompreensão de que amor e liberdade
caminham juntos: amamos porque somos livres e temos
liberdade porque confiamos no amor.
Há pessoas que têm receio da palavra liberdade; alguns
até acreditam que ser livre é individualismo. Talvez, faltalhes a compreensão da honestidade de Bukowski, aquela
que “não me deixa fingir que sou uma coisa que não
sou”. Talvez, falta-lhes saber que a vida é efêmera, como
o canto que inicia e termina antes de que gostaríamos.
Mas, com a janela do coração aberta, os pássaros voam;
e a pessoa permanece no relacionamento não por estar
presa a ele, mas porque é genuíno o seu desejo de ficar.
FONTE: https://www.revistabula.com/23923-o-amor-e-um-passaro-que-nao-sobreviveem-gaiolas/
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