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Foram encontradas 80 questões.

3988517 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Em uma análise de viabilidade financeira, um capital de R$ 8.750,00 é aplicado em uma operação de curto prazo, sob regime de juros simples, à taxa de 1,8% ao mês, durante 15 meses. O relatório gerencial da empresa precisa registrar o montante ao final do período, de forma precisa, respeitando a relação entre capital, juros, taxa e tempo própria desse regime de capitalização. Considerando esses dados assinale a alternativa que apresenta o montante ao final da aplicação.
 

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3988516 Ano: 2025
Disciplina: Estatística
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Em um levantamento interno realizado para avaliar o desempenho de uma equipe, registraram-se as quantidades de atendimentos concluídos por sete colaboradores em um turno específico. Os valores obtidos foram: 12, 18, 15, 12, 20, 18, 12. Para fins de análise estatística, o gestor necessita identificar três medidas fundamentais de tendência central: a média aritmética simples, a moda e a mediana desses dados. Considerando os valores apresentados, assinale a alternativa correta.
 

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3988515 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Em uma unidade de produção, um técnico avalia o rendimento de uma máquina que embala pequenos frascos. Observa-se que, em condições estáveis, o equipamento é capaz de acondicionar 240 frascos em 6 minutos. Em um relatório interno, o supervisor solicita a projeção do desempenho para um período maior, mantendo-se a mesma eficiência operacional. Assim, aplicando o princípio de proporcionalidade direta, qual a quantidade de frascos que a máquina embala em 25 minutos?
 

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3988514 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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No processo de organização de um almoxarifado técnico, três tipos de insumos são registrados diariamente: cabos elétricos medidos em comprimento, solventes armazenados por capacidade volumétrica e reagentes pesados em massa. Em determinado dia, foram recebidos 42 metros de cabos, 0,12 m³ de solvente e 18.000 gramas de reagente. Para validar o relatório, a coordenação exige que as medidas sejam convertidas para centímetros, litros e quilogramas, respectivamente, garantindo padronização interna dos registros. Considerando as relações entre as unidades, assinale a alternativa que apresenta a conversão correta.
 

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3988513 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Os conjuntos numéricos organizam diferentes tipos de números de acordo com suas propriedades e formas de representação. Considerando as classificações usuais, qual alternativa apresenta uma expressão compreendida ao conjunto dos números irracionais?
 

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3988512 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”

A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.

O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.

Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.

Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.

E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.

Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.

Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.

Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando a configuração fonética de vocábulos do texto, qual das alternativas possui uma palavra que NÃO apresenta dígrafo na sua formação?
 

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3988511 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”

A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.

O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.

Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.

Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.

E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.

Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.

Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.

Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No trecho “O senhor do mercado teme uma invasão imaginária”, a análise sintática da oração permite afirmar que o sujeito do verbo “teme” é classificado como:
 

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3988510 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”

A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.

O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.

Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.

Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.

E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.

Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.

Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.

Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “Nem aqui, nem na China” é ressignificada no texto a partir de uma análise crítica da realidade contemporânea. Em relação ao uso e transformação desse dito popular, é correto afirmar que:
 

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3988509 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”

A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.

O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.

Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.

Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.

E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.

Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.

Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.

Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No artigo de Helô Bacichette, a autora constrói uma reflexão crítica sobre os discursos herdados e os receios ancorados em visões ultrapassadas. Considerando os argumentos desenvolvidos ao longo do texto, pode-se concluir que:
 

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3988508 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Aqui ou na China


Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”

A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.

O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.

Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.

Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.

E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.

Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.

Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.

Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No trecho “Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina”, o vocábulo isso pertence à classe gramatical dos:
 

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