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Foram encontradas 80 questões.

3988497 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Considere os números 40 e 54. Deseja-se escrever cada um deles por meio de sua decomposição em fatores primos. Assinale a alternativa em que ambos aparecem corretamente decompostos.
 

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3988496 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Um eletrodoméstico custava R$ 320,00, mas, durante uma promoção, recebeu um desconto de 20%, seguido de um abatimento adicional de R$ 18,00 no caixa; após a aplicação de ambos os descontos, o comprador realizou o pagamento com três notas de R$ 100,00. Determine o preço final já com os descontos e o valor do troco recebido:
 

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3988495 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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No deslocamento entre setores de um prédio, um auxiliar percorre 750 metros a cada trajeto, gastando 9 minutos para completá-lo. Ao realizar 4 deslocamentos durante o turno da manhã, determine qual a distância total percorrida e o tempo total gasto nessa atividade:
 

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3988494 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Uma cliente comprou 2 pacotes de café a R$ 8,90 cada, 3 caixas de leite a R$ 4,20 cada e 1 pacote de açúcar por R$ 5,70. No caixa, recebeu um desconto de R$ 4,00 por utilizar o aplicativo da loja. O pagamento foi feito com uma nota de R$ 50,00. Determine qual o valor do troco recebido pela cliente:
 

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3988493 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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Uma mercearia recebeu 450 unidades de um produto. No mesmo dia, vendeu 137 unidades no período da manhã e 96 unidades à tarde. Para completar o estoque, o fornecedor enviou 85 unidades adicionais no fim do dia. Determine qual o total de unidades disponíveis ao final dessa movimentação:
 

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3988492 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.

Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.

A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.

É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.

A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.

A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.

 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No trecho “O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente”, a palavra acúmulo é acentuada porque:
 

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3988491 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.

Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.

A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.

É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.

A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.

A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.

 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No trecho “O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo”, o verbo “continuará” expressa:
 

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3988490 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.

Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.

A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.

É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.

A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.

A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.

 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No trecho “A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno”, o verbo “dissolve” carrega um valor metafórico, sugerindo o desaparecimento gradual de algo prejudicial. Considerando o contexto e o efeito de sentido, uma palavra que poderia substituir “dissolve” sem prejuízo ao significado global da frase é:
 

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3988489 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.

Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.

A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.

É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.

A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.

A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.

 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

A proposta argumentativa do texto gira em torno da valorização da pausa, do silêncio e da consciência plena como antídotos à aceleração contemporânea. Nesse sentido, de acordo com os sentidos construídos pelo autor, enquanto o mundo insiste em celebrar o acúmulo e a velocidade, a meditação se apresenta como caminho para _______________, possibilitando decisões mais lúcidas, sentimentos mais acolhidos e uma reconexão com o que realmente importa.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

 

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3988488 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Anita Garibaldi-SC
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TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.

Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.

A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.

É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.

A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.

A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.

 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No texto de Jaime Bettega, a meditação é apresentada como um contraponto ao ritmo caótico e à cultura da produtividade desenfreada. Com base nessa abordagem, pode se afirmar que:

I. A prática meditativa é retratada como ato de resistência à lógica do excesso e da aceleração cotidiana.

II. Meditar equivale a buscar isolamento e se desconectar dos acontecimentos do mundo exterior.

III. O silêncio, no texto, é interpretado como fonte de equilíbrio interior e de reencontro com a própria essência.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

 

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