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Assinalar a alternativa em que a flexão da palavra está INCORRETA:
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A conjunção sublinhada na sentença “Embora ela tenha me deixado, mantenho-me feliz.” pode ser substituída, sem alteração de sentido ou incorreção gramatical, pela seguinte conjunção:
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Em relação à classificação dos termos da oração sublinhados, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Sujeito.
(2) Predicado.
( ) O dever pertence a todos.
( ) É importante que ele venha antes do inverno.
( ) Ela adormeceu.
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Em relação à acentuação gráfica, assinalar a alternativa CORRETA:
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Quanto à ortografia das palavras sublinhadas, analisar os itens abaixo:
I. Adoro sua compania.
II. Conheci sua madastra no seu aniversário.
III. Bazar beneficente destina renda a creche.
Está(ão) CORRETO(S):
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A ciência da procrastinação
A briga do ser humano com prazos é ancestral. Em 800 a.C., o poeta grego Hesíodo achou importante registrar que não se deve “deixar o trabalho para amanhã e depois de amanhã”, e o senador romano Cícero tachou de “odiosa” a mania de os políticos deixarem tudo para depois. Até hoje é assim.
Todo mundo (todo mundo mesmo) já alguma vez. E estudos mostram que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos – um batalhão de 20 milhões de pessoas só no Brasil. A procrastinação é “o atraso intencional e frequente no início ou no término de uma tarefa que causa desconforto subjetivo, como ansiedade ou arrependimento”, de acordo com Joseph Ferrari, professor da Universidade DePaul, de Chicago.
A origem dessa conduta está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram em momentos distintos da evolução humana. São o córtex pré-frontal, que está ligado à consciência e nos ajuda pensar no futuro, e o sistema límbico, inconsciente, que só quer saber dos prazeres imediatos.
Emoções e memórias são coordenadas pelo sistema límbico, também chamado de cérebro primitivo. Ele se desenvolveu privilegiando recompensas de curto prazo, como comidas que contêm muita energia – doces e gorduras, por exemplo.
As recompensas imediatas não são só importantes. São boas. Cada vez que consumimos algo açucarado, uma cascata de dopamina, um dos neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, é lançada no sistema
nervoso. Ao receber esse reforço da dopamina, nosso cérebro foi sendo “ensinado” a favorecer as recompensas de curto prazo. Ações de longo prazo, como estocar comida para o inverno, não nenhuma gota de dopamina no cérebro. Por isso são chatas – não dão prazer.
https://super.abril.com.br... - adaptado.
A sentença “20% dos adultos são procrastinadores crônicos” (segundo parágrafo) segue as normas de concordância com porcentagens. Considerando-se tais normas, analisar os itens abaixo:
I. 99% dos alunos não moram na cidade.
II. 1% da casa já foi construído.
III. 25% exige mudanças drásticas.
Está(ão) CORRETO(S):
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A ciência da procrastinação
A briga do ser humano com prazos é ancestral. Em 800 a.C., o poeta grego Hesíodo achou importante registrar que não se deve “deixar o trabalho para amanhã e depois de amanhã”, e o senador romano Cícero tachou de “odiosa” a mania de os políticos deixarem tudo para depois. Até hoje é assim.
Todo mundo (todo mundo mesmo) já alguma vez. E estudos mostram que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos – um batalhão de 20 milhões de pessoas só no Brasil. A procrastinação é “o atraso intencional e frequente no início ou no término de uma tarefa que causa desconforto subjetivo, como ansiedade ou arrependimento”, de acordo com Joseph Ferrari, professor da Universidade DePaul, de Chicago.
A origem dessa conduta está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram em momentos distintos da evolução humana. São o córtex pré-frontal, que está ligado à consciência e nos ajuda pensar no futuro, e o sistema límbico, inconsciente, que só quer saber dos prazeres imediatos.
Emoções e memórias são coordenadas pelo sistema límbico, também chamado de cérebro primitivo. Ele se desenvolveu privilegiando recompensas de curto prazo, como comidas que contêm muita energia – doces e gorduras, por exemplo.
As recompensas imediatas não são só importantes. São boas. Cada vez que consumimos algo açucarado, uma cascata de dopamina, um dos neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, é lançada no sistema
nervoso. Ao receber esse reforço da dopamina, nosso cérebro foi sendo “ensinado” a favorecer as recompensas de curto prazo. Ações de longo prazo, como estocar comida para o inverno, não nenhuma gota de dopamina no cérebro. Por isso são chatas – não dão prazer.
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Segundo seu sentido no texto, a palavra “intencional” (segundo parágrafo) encontra um sinônimo em:
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A ciência da procrastinação
A briga do ser humano com prazos é ancestral. Em 800 a.C., o poeta grego Hesíodo achou importante registrar que não se deve “deixar o trabalho para amanhã e depois de amanhã”, e o senador romano Cícero tachou de “odiosa” a mania de os políticos deixarem tudo para depois. Até hoje é assim.
Todo mundo (todo mundo mesmo) já alguma vez. E estudos mostram que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos – um batalhão de 20 milhões de pessoas só no Brasil. A procrastinação é “o atraso intencional e frequente no início ou no término de uma tarefa que causa desconforto subjetivo, como ansiedade ou arrependimento”, de acordo com Joseph Ferrari, professor da Universidade DePaul, de Chicago.
A origem dessa conduta está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram em momentos distintos da evolução humana. São o córtex pré-frontal, que está ligado à consciência e nos ajuda pensar no futuro, e o sistema límbico, inconsciente, que só quer saber dos prazeres imediatos.
Emoções e memórias são coordenadas pelo sistema límbico, também chamado de cérebro primitivo. Ele se desenvolveu privilegiando recompensas de curto prazo, como comidas que contêm muita energia – doces e gorduras, por exemplo.
As recompensas imediatas não são só importantes. São boas. Cada vez que consumimos algo açucarado, uma cascata de dopamina, um dos neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, é lançada no sistema
nervoso. Ao receber esse reforço da dopamina, nosso cérebro foi sendo “ensinado” a favorecer as recompensas de curto prazo. Ações de longo prazo, como estocar comida para o inverno, não nenhuma gota de dopamina no cérebro. Por isso são chatas – não dão prazer.
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Conforme o texto, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O sistema límbico tem relação com as emoções e a memória.
( ) O córtex pré-frontal é responsável somente pelo prazer.
( ) Ações de longo prazo não dão prazer.
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A ciência da procrastinação
A briga do ser humano com prazos é ancestral. Em 800 a.C., o poeta grego Hesíodo achou importante registrar que não se deve “deixar o trabalho para amanhã e depois de amanhã”, e o senador romano Cícero tachou de “odiosa” a mania de os políticos deixarem tudo para depois. Até hoje é assim.
Todo mundo (todo mundo mesmo) já alguma vez. E estudos mostram que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos – um batalhão de 20 milhões de pessoas só no Brasil. A procrastinação é “o atraso intencional e frequente no início ou no término de uma tarefa que causa desconforto subjetivo, como ansiedade ou arrependimento”, de acordo com Joseph Ferrari, professor da Universidade DePaul, de Chicago.
A origem dessa conduta está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram em momentos distintos da evolução humana. São o córtex pré-frontal, que está ligado à consciência e nos ajuda pensar no futuro, e o sistema límbico, inconsciente, que só quer saber dos prazeres imediatos.
Emoções e memórias são coordenadas pelo sistema límbico, também chamado de cérebro primitivo. Ele se desenvolveu privilegiando recompensas de curto prazo, como comidas que contêm muita energia – doces e gorduras, por exemplo.
As recompensas imediatas não são só importantes. São boas. Cada vez que consumimos algo açucarado, uma cascata de dopamina, um dos neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, é lançada no sistema
nervoso. Ao receber esse reforço da dopamina, nosso cérebro foi sendo “ensinado” a favorecer as recompensas de curto prazo. Ações de longo prazo, como estocar comida para o inverno, não nenhuma gota de dopamina no cérebro. Por isso são chatas – não dão prazer.
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Considerando-se o texto, analisar a sentença abaixo:
A procrastinação na vida humana é algo recente (1ª parte). Não mais que 20% dos adultos no Brasil já deixaram alguma tarefa para fazer mais tarde (2ª parte). A origem da procrastinação está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram simultaneamente (3ª parte).
A sentença está:
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