Foram encontradas 469 questões.
No texto verbal da placa acima, é correto afirmar que:

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinala a alternativa em que a preposição
destacada apresenta o sentido de origem,
procedência.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Eu ficaria muito grato se vocês _______ a
situação toda.”
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais completa corretamente o espaço em branco acima.
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais completa corretamente o espaço em branco acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em cuja frase a palavra
“luz” está sendo empregada em sentido figurado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que o espaço em branco
pode ser ocupado corretamente tanto por “a”
quanto por “à”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que apresenta o emprego
correto da palavra destacada na sentença.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Diário de um celular
Vou pedir um tempo ao meu dono. Sinto
que ele fica mais tempo comigo do que com a
família. Às vezes me sinto sufocado.
Agora mesmo, tarde da noite, embora já
de pijama, ele não desgruda. Acho que é o tal do
toque. Se continuar assim, logo terá aquela
doença de LER (lesão por esforço repetitivo).
Seis da manhã. Ele desperta com a mesma
música. Em seguida, com mais um toque, ele me
apaga de novo.
Seguimos com o café. Lá estou eu, em
posição privilegiada. Ele me coloca na mesa,
antes mesmo que a xícara e o pão. Sinto-me
importante. Quase um rei.
No elevador, sou a verdadeira proteção e
salvação dos tímidos. Já entra comigo na mão. Às
vezes disfarça que está navegando.
Momento de pânico. Vou partilhar alguns
minutos no carro, a caminho da escola do filho e
do trabalho. Eles com cinto de segurança, eu
totalmente desprotegido, solto no console do
veículo. O filho também tem celular, mas, como
não liga o “bluetooth”, não partilho as novidades.
Ficamos somente no visual (off line). (...)
Outro dia compreendi melhor qual poderá
ser meu destino. Meu dono resolveu finalmente
descartar uma impressora antiga, daquelas
matriciais. Fomos então a um descarte de lixos
eletrônicos. Que imagem triste! Quantos
celulares desconectados do mundo. Quanta
sucata. Senti uma lágrima no meu visor. Ele
estava realmente emocionado com seu descarte.
Percebi que ali, naquela aparente bobina da
máquina fria, já tinha rolado muito calor humano.
Aquele simples aparelho já tinha impresso muito
sentimento e história.
Voltamos para casa abalados, ainda com
a imagem daquele cenário de modelos
ultrapassados e abandonados. Acessei o Google
e constatei que todos têm direito a um último
desejo. Naveguei pelo Youtube e encontrei uma música do Toquinho e Vinícius: O Caderno. Na
última estrofe da canção, senti meu “chip” mais
apertadinho e decidi qual será meu último
pedido: “Só peço a você um favor, se puder, não
me esqueça num canto qualquer”.
PASINI, Amarildo. Diário de um celular.
Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---diario-de-um-celular948301.html?d=1>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Diário de um celular
Vou pedir um tempo ao meu dono. Sinto
que ele fica mais tempo comigo do que com a
família. Às vezes me sinto sufocado.
Agora mesmo, tarde da noite, embora já
de pijama, ele não desgruda. Acho que é o tal do
toque. Se continuar assim, logo terá aquela
doença de LER (lesão por esforço repetitivo).
Seis da manhã. Ele desperta com a mesma
música. Em seguida, com mais um toque, ele me
apaga de novo.
Seguimos com o café. Lá estou eu, em
posição privilegiada. Ele me coloca na mesa,
antes mesmo que a xícara e o pão. Sinto-me
importante. Quase um rei.
No elevador, sou a verdadeira proteção e
salvação dos tímidos. Já entra comigo na mão. Às
vezes disfarça que está navegando.
Momento de pânico. Vou partilhar alguns
minutos no carro, a caminho da escola do filho e
do trabalho. Eles com cinto de segurança, eu
totalmente desprotegido, solto no console do
veículo. O filho também tem celular, mas, como
não liga o “bluetooth”, não partilho as novidades.
Ficamos somente no visual (off line). (...)
Outro dia compreendi melhor qual poderá
ser meu destino. Meu dono resolveu finalmente
descartar uma impressora antiga, daquelas
matriciais. Fomos então a um descarte de lixos
eletrônicos. Que imagem triste! Quantos
celulares desconectados do mundo. Quanta
sucata. Senti uma lágrima no meu visor. Ele
estava realmente emocionado com seu descarte.
Percebi que ali, naquela aparente bobina da
máquina fria, já tinha rolado muito calor humano.
Aquele simples aparelho já tinha impresso muito
sentimento e história.
Voltamos para casa abalados, ainda com
a imagem daquele cenário de modelos
ultrapassados e abandonados. Acessei o Google
e constatei que todos têm direito a um último
desejo. Naveguei pelo Youtube e encontrei uma música do Toquinho e Vinícius: O Caderno. Na
última estrofe da canção, senti meu “chip” mais
apertadinho e decidi qual será meu último
pedido: “Só peço a você um favor, se puder, não
me esqueça num canto qualquer”.
PASINI, Amarildo. Diário de um celular.
Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---diario-de-um-celular948301.html?d=1>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Diário de um celular
Vou pedir um tempo ao meu dono. Sinto
que ele fica mais tempo comigo do que com a
família. Às vezes me sinto sufocado.
Agora mesmo, tarde da noite, embora já
de pijama, ele não desgruda. Acho que é o tal do
toque. Se continuar assim, logo terá aquela
doença de LER (lesão por esforço repetitivo).
Seis da manhã. Ele desperta com a mesma
música. Em seguida, com mais um toque, ele me
apaga de novo.
Seguimos com o café. Lá estou eu, em
posição privilegiada. Ele me coloca na mesa,
antes mesmo que a xícara e o pão. Sinto-me
importante. Quase um rei.
No elevador, sou a verdadeira proteção e
salvação dos tímidos. Já entra comigo na mão. Às
vezes disfarça que está navegando.
Momento de pânico. Vou partilhar alguns
minutos no carro, a caminho da escola do filho e
do trabalho. Eles com cinto de segurança, eu
totalmente desprotegido, solto no console do
veículo. O filho também tem celular, mas, como
não liga o “bluetooth”, não partilho as novidades.
Ficamos somente no visual (off line). (...)
Outro dia compreendi melhor qual poderá
ser meu destino. Meu dono resolveu finalmente
descartar uma impressora antiga, daquelas
matriciais. Fomos então a um descarte de lixos
eletrônicos. Que imagem triste! Quantos
celulares desconectados do mundo. Quanta
sucata. Senti uma lágrima no meu visor. Ele
estava realmente emocionado com seu descarte.
Percebi que ali, naquela aparente bobina da
máquina fria, já tinha rolado muito calor humano.
Aquele simples aparelho já tinha impresso muito
sentimento e história.
Voltamos para casa abalados, ainda com
a imagem daquele cenário de modelos
ultrapassados e abandonados. Acessei o Google
e constatei que todos têm direito a um último
desejo. Naveguei pelo Youtube e encontrei uma música do Toquinho e Vinícius: O Caderno. Na
última estrofe da canção, senti meu “chip” mais
apertadinho e decidi qual será meu último
pedido: “Só peço a você um favor, se puder, não
me esqueça num canto qualquer”.
PASINI, Amarildo. Diário de um celular.
Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---diario-de-um-celular948301.html?d=1>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na educação infantil, o papel da escola inclui
favorecer condições que aproximem as crianças
do processo de aprendizagem, permitindo que
raciocinem e explorem conceitos de forma
significativa. Nesse sentido, assinale a
alternativa que apresenta uma prática coerente
com esse objetivo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container