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Read the text to answer 33, 34 and 35.
As epoch-making as Gutenberg’s printing press, 3-D printing is changing the future.
By Roff Smith
Rocket engine parts, chocolate figurines, functional replica pistols, a Dutch canal house, designer sunglasses, a zippy two-seater car, a rowboat, a prototype bionic ear, pizzas — hardly a week goes by without a startling tour de force in the rapidly evolving technology of three-dimensional printing. What sounds like something out of Star Trek — the starship’s replicator could synthesize anything — is increasingly becoming a reality. Indeed, NASA is testing a 3-D printer on the International Space Station to see if it might provide a way to fabricate meals, tools, and replacement parts on long missions. Back on Earth, long-term business plans are being reimagined. Airbus envisions that by 2050 entire planes could be built of 3-D printed parts. GE is already using printers to make fuel-nozzle tips for jet engines. And interest isn’t limited just to corporate giants.
The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products. But now anyone with an idea and money could go into small-scale manufacturing, using computer-aided design software to create a threedimensional drawing of an object and letting a commercial 3-D printing firm do the rest. Since a product’s specifications can be “retooled” at a keyboard, the technology is perfect for limited production runs, prototypes, or one-time creations — like the one-third-scale model of a 1964 Aston Martin DB5 that producers of the James Bond film Skyfall had printed, then blew up in a climactic scene. And because a 3-D printer builds an object a bit at a time, placing material only where it needs to be, it can make geometrically complex objects that can’t be made by injecting material into molds — often at a considerable savings in weight with no loss in strength. It can also produce intricately shaped objects in a single piece, such as GE’s titanium fuel-nozzle tips, which otherwise would be made of at least 20 pieces. “People read about the fabulous things that are being made with 3-D printing technology, and they are led to believe that they will be able to make these things themselves at home and that what they turn out will be of a really high standard of workmanship, it won’t be.” Dr. Rowly, a tech expert says. While consumer printers may one day allow us to make whatever we like, Rowley envisions a different grassroots revolution, one where people can test ideas that once would never have made it off the back of an envelope.
(Available: http://ngm.nationalgeographic.com/2014/12/3d-printer.)
Indeed (L 4) means:
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Read the text to answer 31 and 32.
Language aptitude
It has been suggested that people differ in the extent to which they possess a natural ability for learning an L2. This ability, known as language aptitude, is believed to be in part related to general intelligence but also to be in part distinct. Research involving language aptitude has focused on whether and to what extent language aptitude is related to success in L2 learning. Learners who score highly on language aptitude tests tipically learn rapidly and achieve higher levels of L2 proficiency than learners who obtain low scores. Furthermore, research has shown that this is so whether the measure of L2 proficiency is some kind of formal language text or a measure of more communicative language use.
(ELLIS, Rod. Second Language Acquisition. Oxford University Press. Pag. 73-74.)
Furthermore (L 5) introduces the idea of:
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Read the text to answer 31 and 32.
Language aptitude
It has been suggested that people differ in the extent to which they possess a natural ability for learning an L2. This ability, known as language aptitude, is believed to be in part related to general intelligence but also to be in part distinct. Research involving language aptitude has focused on whether and to what extent language aptitude is related to success in L2 learning. Learners who score highly on language aptitude tests tipically learn rapidly and achieve higher levels of L2 proficiency than learners who obtain low scores. Furthermore, research has shown that this is so whether the measure of L2 proficiency is some kind of formal language text or a measure of more communicative language use.
(ELLIS, Rod. Second Language Acquisition. Oxford University Press. Pag. 73-74.)
Mark the item which is NOT a component of language aptitude.
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“No G20, Michel Temer defende inovação para promover desenvolvimento global. No encontro, o presidente destacou as medidas adotadas para que o Brasil alcance a ordem fiscal e volte a crescer. Em pronunciamento durante a primeira sessão de trabalho da Reunião de Cúpula do G20, realizada neste domingo (4), em Hangzou, na China, o presidente Michel Temer defendeu a inovação como forma de erradicar a pobreza e promover desenvolvimento em escala global.”
(Disponível em: http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-planalto/noticias/2016/09/no-g20-michel-temer-defende-inovacao-para-promoverdesenvolvimento- global.)
O Brasil é hoje um dos membros do G20 e um dos países mais importantes da América do Sul e, entre outras coisas, tem assumido sua influência político-ideológica sobre alguns novos governos de esquerda da América Central. Em termos gerais, em relação à sua posição mundial, e mais especificamente na América, é correto afirmar que:
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Uma característica central da economia mundial na fase monopolista do capital foi o alargamento de sua base geográfica, tendo as relações capitalistas se expandido para novas áreas do globo, na Europa, América do Norte e Japão, deixando para trás o tempo do domínio absoluto da Inglaterra como uma potência capitalista e inaugurando a época do imperialismo, marcada, basicamente, pela rivalidade entre os Estados. Em relação, especificamente, à consolidação do Capitalismo Monopolista nos EUA, é correto afirmar que:
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- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- Teoria em HistóriaHistoriografia
“Se eu disse: ‘lembro-me de ter escrito uma carta a Fulano, na semana passada’ – temos uma afirmação da memória, mas não uma afirmação histórica. Todavia, se eu acrescentar: ‘e a minha memória não está a atraiçoar-me, pois tenho aqui a resposta dele’ – então estou a basear, numa prova, uma afirmação acerca do passado. Estou a falar historicamente.”
(Collingwood, 1981:311. Disponível em: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/edicoes/36/art17_36.pdf.)
Sobre a escrita da história e a memória, tendo em vista não apenas a visão do autor em destaque, é correto afirmar que:
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“Com o aumento da globalização verifica-se uma tendência à regionalização, podendo a mesma ser representada pela formação de blocos econômicos. A união de países em blocos e a formulação de políticas gerais intrablocos a serem seguidas pelos países membros visa, dentre outros fatores, o desenvolvimento dos países envolvidos.” Sobre as questões ligadas a globalizações e mais especificamente ao Mercosul, analise as afirmativas a seguir.
I. As relações entre Brasil e Argentina, por exemplo, no âmbito do Mercosul, visam, dentre outros fatores, o aumento do poder de negociação e o fortalecimento de suas economias internas.
II. Como precondição dos blocos econômicos dos países da América, a comercialização é concretizada no contexto da ruptura total de barreiras tarifárias e não tarifárias, através do livre-comércio.
III. As políticas nacionais, tanto industriais quanto comerciais, não devem e não exercem influência significativa sobre as negociações no âmbito internacional. Mesmo porque são conflitantes.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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“A Independência do Brasil foi resultado de um processo político que propiciou o surgimento do Império do Brasil. Ao longo dos decênios de 1820 e 1840, as condições para o surgimento de um novo Estado nacional foram criadas. Contudo, os primeiros anos deste Império (denominado historicamente como Primeiro Reinado) foram marcados por uma série de conflitos políticos envolvendo setores sociais originários de Portugal e grupos nacionais.”
(Carvalho, 1993.)
Dentre os conflitos sociopolíticos específicos desse período histórico, podem ser apontados:
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- História da América LatinaIndependências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul
“O problema da constituição dos Estados nacionais latino-americanos era o problema da hibridez de sua matriz econômico-social; a convivência de variadas relações sociais de produção, que iam desde o escravismo até o capitalismo, passando por diversos modos de servidão, colocava a questão de qual modo de produção sairia vitorioso e dominante.”
(Wasserman, 2000, p. 205.)
No contexto da formação dos Estados nacionais da América Latina, de uma maneira geral, percebe-se que:
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- História da América LatinaIndependências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul
“De acordo com a citação que consta na página 40 do livro ‘As Veias Abertas da América Latina’, de Eduardo Galeano, ‘as colônias americanas foram descobertas, conquistadas e colonizadas dentro do processo da expansão do capital comercial’. Ou seja, objetivava-se o lucro e não o entrosamento salutar entre os espanhóis e os nativos.”
(Disponível em: http://consciencia.net/tratamento-dado-aos-nativos-das-americas.)
A conquista e a ocupação da América se produziram no contexto de várias mudanças na Europa; assinale-as.
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