Foram encontradas 60 questões.
Em qual das alternativas a seguir o verbo assinalado pode apresentar a concordância no singular ou no plural?
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Assinale, dentre os grupos de palavras apresentados a seguir, aquele em que TODOS os vocábulos recebem o acento gráfico pela mesma regra é
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Em qual das expressões a seguir há uma palavra que precisa receber acento gráfico?
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Leia o excerto a seguir, observando as palavras em destaque.
“Experimentei, ao olhar em redor, uma sensação estranha, ou melhor, duas sensações distintas, que se confundiam na minha mente um tanto vacilante e conturbada pelo cansaço. Tinha a impressão de encontrar-me numa corte abastada, como não se poderia esperar de um castelo tão rústico e fora de mão; e isso não só pelas alfaias preciosas e o cinzelado da baixela, mas pela calma e abastança que reinavam entre os comensais, todos de bela figura e vestidos com ataviada elegância.”
CALVINO, I. O castelo dos destinos cruzados (Trad. Ivo Barroso). São Paulo:
Companhia das Letras, 1991.
Nesse excerto, qual é o total de palavras destacadas que recebem a classificação morfológica de substantivo?
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Analise o trecho a seguir.
“A literatura e o cinema estreitas relações desde o surgimento da linguagem audiovisual. O cinema -se da literatura seja no campo teórico, ao utilizar das teorias referentes aos estudos da narrativa como ponto de partida para seus estudos específicos, seja na prática, através das adaptações de obras literárias para esta linguagem. Entretanto, diferenças consideráveis entre cada suporte, já que a literatura se por meio da linguagem verbal, mas no cinema são diversas linguagens que se articulam. [...]”
SANTOS, L. B.. Adaptação sob perspectiva: Memento Mori e as construções
narrativas no conto e no longa-metragem. Outra travessia, v. 2, n. 30, p. 89-104,
jul.-dez./2020.
As concordâncias verbais que preenchem as lacunas desse trecho se encontram na alternativa:
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Leia a tirinha a seguir.

De acordo com essa tirinha, marque a alternativa CORRETA.
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A PALAVRA
Rubem Braga
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que, certa vez, ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar: que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo, iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
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“Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém?” (1º parágrafo) A linguagem empregada nessa frase é
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A PALAVRA
Rubem Braga
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que, certa vez, ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar: que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo, iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
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“Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas.” 1º parágrafo
A expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
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A PALAVRA
Rubem Braga
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que, certa vez, ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar: que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo, iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
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O objetivo principal do texto é revelar o(a)
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A PALAVRA
Rubem Braga
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que, certa vez, ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar: que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo, iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
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O ofício de escrever é imprudente para o autor do texto porque ele
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