Foram encontradas 120 questões.
A situação da insegurança alimentar em Sergipe seria ainda mais grave caso não houvessem ações de transferência de renda do governo federal, essenciais para reduzir a pobreza absoluta, mas ainda insuficientes para sanar as desigualdades socioespaciais.
Provas
Em Sergipe, a taxa de população subutilizada — indicador social que engloba a situação de desemprego, de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e de força de trabalho potencial — é uma das maiores da região Nordeste e do Brasil, o que indica a presença de problemas estruturais no mercado de trabalho do estado.
Provas
Apesar das desigualdades sociais, a renda média da população de Sergipe é uma das mais expressivas da região Nordeste, uma vez que aproximadamente metade da população sergipana ativa recebe entre 1 e 3 salários mínimos.
Provas
A região de influência urbana de Aracaju está limitada aos núcleos urbanos da região metropolitana e ao interior do estado de Sergipe, sendo os demais núcleos urbanos sergipanos majoritariamente influenciados por metrópoles de outros estados, como Recife e Salvador.
Provas
Aracaju é uma cidade macrocéfala, pois concentra a maior população urbana de Sergipe e exerce funções urbanas especializadas, bem como funções administrativas de gestão, decorrentes da sua condição de capital estadual.
Provas
A população de Aracaju cresceu no período compreendido entre os dois censos, mantendo o município na posição de maior centro urbano do estado de Sergipe.
Provas
De todos os municípios que integram a região metropolitana de Aracaju, apenas Barra dos Coqueiros sofreu processo de diminuição da população, em razão de restrições à ocupação urbana na faixa litorânea.
Provas
A região metropolitana de Aracaju compreende quatro municípios e representa o maior polo gerador de empregos de Sergipe, o que explica a atração de população para essa aglomeração urbana.
Provas
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
A correção gramatical e a coerência das ideias do texto seriam mantidas caso a expressão “Isso quer dizer que” (último período do segundo parágrafo) fosse substituída pelo vocábulo Logo, seguido de vírgula.
Provas
Texto CG1A1-I
Investir em educação na primeira infância representa, além de vantagens para o desenvolvimento individual, retorno social e econômico. O economista norte-americano James Heckman, um dos ganhadores do prêmio Nobel na área econômica no ano 2000, conduziu pesquisa que acompanhou, ao longo do tempo, várias crianças com e sem acesso a ensino de qualidade. O objetivo era conferir os impactos da educação no curto, no médio e no longo prazo.
“Os resultados desse trabalho mostram que cada dólar investido traz um retorno social de sete dólares”, aponta Karina Fasson, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância. Ela afirma que “as ações educativas voltadas para o começo da vida têm o poder de minimizar a carga que as demais políticas públicas carregam”. Isso quer dizer que investir em educação na primeira infância é uma estratégia eficaz para reduzir os custos sociais no futuro.
Segundo Fasson, quando se pensa em políticas públicas, o retorno é mais significativo na fase pré-escolar que em qualquer outra etapa da vida. “No longo prazo, quem é mais estimulado tem maior aprendizado e maior progressão escolar, e isso tem reflexos na inserção no mercado de trabalho e nos salários, além de favorecer menor envolvimento em situações de vulnerabilidade, como a criminalidade e o uso de drogas, e tem consequências também na saúde das pessoas”, ressalta. Tudo isso, a especialista afirma, não só tem efeito na trajetória educacional, mas também repercute ao longo da vida do indivíduo e impacta a sociedade como um todo.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações).
No segundo período do segundo parágrafo, a correção gramatical do texto seria mantida caso a forma verbal ‘carregam’ fosse flexionada no singular para concordar com o termo ‘carga’.
Provas
Caderno Container