Foram encontradas 110 questões.
No ambiente da microinformática, existem alguns tipos de memória, entre os quais encontram-se os registradores, a memória cache, a memória principal e a memória secundária. Desses, são tipos de memória de maior capacidade e tipos de memória de maior velocidade, respectivamente:
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Nas janelas do Windows XP, são alguns dos recursos contidos na barra de títulos na sua configuração padrão:
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Entre os municípios a seguir, o que era distrito de Aracaju e foi desmembrado é:
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O estado de Sergipe é formado basicamente por oito bacias hidrográficas. Uma delas é a de Japaratuba que é considerada uma bacia hidrográfica estadual, pois está totalmente nos limites do estado. Essa bacia é formada pelo rio principal - Rio Japaratuba - e uma série de afluentes. Entre os rios a seguir, uma dupla é formada por importantes afluentes do rio Japaratuba. Qual?
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"Cidades históricas são lugares especiais de uma nação e sua valorização deve ser assumida pela sociedade e pelas diversas instâncias do governo. Assumir a condição de cidade histórica significa ampliar a ação do IPHAN, dos governos locais e da sociedade, no sentido de tornar exemplar e digna de serem conhecidas as condições atuais das cidades tombadas e a história que cada uma abriga."
(Fonte: http :/ /www.i phan . gov. br/monlarPaginaSecao. do?id= 12790&retorno=paginalphan).
Existem duas cidades históricas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no estado de Sergipe. Uma delas é:
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Com a finalidade de melhor visualização e entendimento da espacialização da Cobertura e Usoda Terra no Estado de Sergipe, o IBGE utilizou como referência, a divisão territorial do estado em Território de Planejamento. Os territórios do Estado de Sergipe se caracterizam por apresentarem Classes do Sistema de Classificação de Uso da Terra (SCUT). Um dos territórios possui a seguinte característica de uso do solo: "Predominância em mais de 90% do território da Classe Áreas Antrópicas Agrícolas. Apenas em algumas regiões dos Municípios de Lagarto e Poço Verde encontram-se áreas de Cobertura Vegetal Natural representativa na escala de análise."
(ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursos_naturaís/manuais _ tecnicos/usoterra se. pdf)
O fragmento é referente ao seguinte território:
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"Eu amo a rua", diz João do Rio, em crônica que inaugura seu livro famoso, e acrescenta: "Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse que esse amor é partilhado por todos vós." Amor que "une, nivela e agremia", o "único que resiste às idades e às épocas''.
"A rua do alinhado das fachadas é um fator de vida das cidades" - "é a mais niveladora das obras humanas", reitera. "A rua faz as celebridades e as revoltas ."
No início do século XX. quando essa crônica foi escrita, os pensadores do urbanismo ainda não haviam condenado a "rua corredor", aquela "do alinhado das fachadas" de João do Rio. A condenação se deu pouco depois, enunciada pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier, e disseminou-se mundialmente como febre avassaladora. Na cidade funcional , tudo seria autônomo: morar, trabalhar, recrear, circular; cada função em seu lugar.
O lugar da circulação não seria "povoado", mas preenchido por veículos e pela velocidade. Tal modelo foi algoz das ruas preexistentes: não acabou com elas, mas as transformou em lugares inóspitos ao convívio, barulhentos, desinteressantes. Os edifícios foram dispensados de manter relação de escala com a rua; independentes do lugar e da paisagem, atenderam muito bem ao lucro imobiliário.
Ainda são frutos desse modelo funcionalista os bairros homogêneos, os condomínios isolados, os shoppings centers - e, logo, as autopistas, os elevados e a ausência de calçadas. Também os Centros sem moradia, vazios à noite e aos fins de semana. (Lembremos que, no Rio, por trinta anos foi proibido construir habitação na área central - em benefício dos novos bairros .)
Em especial, o isolamento entre funções urbanas exige o uso de condução para deslocamentos banais e leva ao aumento no tempo de viagem casa-trabalho, alcançando o impasse que hoje assombra nossas cidades.
No entanto, quando viaja ao exterior, em geral, o brasileiro busca cidades com espaços públicos bem estruturados, onde se caminha por ruas-corredores de calçadas bem mantidas, de usos diversificados. A escala urbana adequada, até em cidades de arranha-céus, como Nova York, garante ruas nas quais o convívio é realçado por inúmeras atividades ao nível do passante. Cidades como Paris ou Londres mantêm edifícios corporativos de alto nível empresarial integrados a áreas residenciais, comerciais e de serviços de pequena e média escala.
Quando as velhas ruas das cidades brasileiras se enchem de jovens a exigir mudanças, retomam momentaneamente a antiga vitalidade - e reivindicam uma qualidade urbana que sabemos ser possível; um outro paradigma urbanístico é desejado. A cidade da segregação, do isolamento, da falta de serviços, da "imobilidade" de custo proibitivo e da circulação sem vida - esta cidade não corresponde ao sonho contemporâneo.
Paradoxalmente, o desejo da cidade de hoje está cantado há cem anos por João do Rio, com ruas que unem, nivelam e agremiam em um amor compartilhado por todos. Ruas que têm alma.
MAGALHÃES, Sérgio. O Globo: 20/07/2013.
No período:
"No entanto [,] quando viaja ao exterior[,] em geral [,] o brasileiro busca cidades com espaços públicos bem estruturados [,] onde se caminha por ruas- corredores de calçadas bem mantidas [,] de usos diversificados [ .. .]".
Das cinco vírgulas em destaque, aquela que pode ser apagada sem prejuízo quer das normas de pontuação em vigor quer da leitura do texto é a:
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"Eu amo a rua", diz João do Rio, em crônica que inaugura seu livro famoso, e acrescenta: "Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse que esse amor é partilhado por todos vós." Amor que "une, nivela e agremia", o "único que resiste às idades e às épocas''.
"A rua do alinhado das fachadas é um fator de vida das cidades" - "é a mais niveladora das obras humanas", reitera. "A rua faz as celebridades e as revoltas ."
No início do século XX. quando essa crônica foi escrita, os pensadores do urbanismo ainda não haviam condenado a "rua corredor", aquela "do alinhado das fachadas" de João do Rio. A condenação se deu pouco depois, enunciada pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier, e disseminou-se mundialmente como febre avassaladora. Na cidade funcional , tudo seria autônomo: morar, trabalhar, recrear, circular; cada função em seu lugar.
O lugar da circulação não seria "povoado", mas preenchido por veículos e pela velocidade. Tal modelo foi algoz das ruas preexistentes: não acabou com elas, mas as transformou em lugares inóspitos ao convívio, barulhentos, desinteressantes. Os edifícios foram dispensados de manter relação de escala com a rua; independentes do lugar e da paisagem, atenderam muito bem ao lucro imobiliário.
Ainda são frutos desse modelo funcionalista os bairros homogêneos, os condomínios isolados, os shoppings centers - e, logo, as autopistas, os elevados e a ausência de calçadas. Também os Centros sem moradia, vazios à noite e aos fins de semana. (Lembremos que, no Rio, por trinta anos foi proibido construir habitação na área central - em benefício dos novos bairros .)
Em especial, o isolamento entre funções urbanas exige o uso de condução para deslocamentos banais e leva ao aumento no tempo de viagem casa-trabalho, alcançando o impasse que hoje assombra nossas cidades.
No entanto, quando viaja ao exterior, em geral, o brasileiro busca cidades com espaços públicos bem estruturados, onde se caminha por ruas-corredores de calçadas bem mantidas, de usos diversificados. A escala urbana adequada, até em cidades de arranha-céus, como Nova York, garante ruas nas quais o convívio é realçado por inúmeras atividades ao nível do passante. Cidades como Paris ou Londres mantêm edifícios corporativos de alto nível empresarial integrados a áreas residenciais, comerciais e de serviços de pequena e média escala.
Quando as velhas ruas das cidades brasileiras se enchem de jovens a exigir mudanças, retomam momentaneamente a antiga vitalidade - e reivindicam uma qualidade urbana que sabemos ser possível; um outro paradigma urbanístico é desejado. A cidade da segregação, do isolamento, da falta de serviços, da "imobilidade" de custo proibitivo e da circulação sem vida - esta cidade não corresponde ao sonho contemporâneo.
Paradoxalmente, o desejo da cidade de hoje está cantado há cem anos por João do Rio, com ruas que unem, nivelam e agremiam em um amor compartilhado por todos. Ruas que têm alma.
MAGALHÃES, Sérgio. O Globo: 20/07/2013.
A alternativa em que ambas as palavras extraídas do texto derivam de verbo com o auxílio de sufixos que expressam a noção de ATO ou RESULTADO DE ATO é:
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"Eu amo a rua", diz João do Rio, em crônica que inaugura seu livro famoso, e acrescenta: "Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse que esse amor é partilhado por todos vós." Amor que "une, nivela e agremia", o "único que resiste às idades e às épocas''.
"A rua do alinhado das fachadas é um fator de vida das cidades" - "é a mais niveladora das obras humanas", reitera. "A rua faz as celebridades e as revoltas ."
No início do século XX. quando essa crônica foi escrita, os pensadores do urbanismo ainda não haviam condenado a "rua corredor", aquela "do alinhado das fachadas" de João do Rio. A condenação se deu pouco depois, enunciada pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier, e disseminou-se mundialmente como febre avassaladora. Na cidade funcional , tudo seria autônomo: morar, trabalhar, recrear, circular; cada função em seu lugar.
O lugar da circulação não seria "povoado", mas preenchido por veículos e pela velocidade. Tal modelo foi algoz das ruas preexistentes: não acabou com elas, mas as transformou em lugares inóspitos ao convívio, barulhentos, desinteressantes. Os edifícios foram dispensados de manter relação de escala com a rua; independentes do lugar e da paisagem, atenderam muito bem ao lucro imobiliário.
Ainda são frutos desse modelo funcionalista os bairros homogêneos, os condomínios isolados, os shoppings centers - e, logo, as autopistas, os elevados e a ausência de calçadas. Também os Centros sem moradia, vazios à noite e aos fins de semana. (Lembremos que, no Rio, por trinta anos foi proibido construir habitação na área central - em benefício dos novos bairros .)
Em especial, o isolamento entre funções urbanas exige o uso de condução para deslocamentos banais e leva ao aumento no tempo de viagem casa-trabalho, alcançando o impasse que hoje assombra nossas cidades.
No entanto, quando viaja ao exterior, em geral, o brasileiro busca cidades com espaços públicos bem estruturados, onde se caminha por ruas-corredores de calçadas bem mantidas, de usos diversificados. A escala urbana adequada, até em cidades de arranha-céus, como Nova York, garante ruas nas quais o convívio é realçado por inúmeras atividades ao nível do passante. Cidades como Paris ou Londres mantêm edifícios corporativos de alto nível empresarial integrados a áreas residenciais, comerciais e de serviços de pequena e média escala.
Quando as velhas ruas das cidades brasileiras se enchem de jovens a exigir mudanças, retomam momentaneamente a antiga vitalidade - e reivindicam uma qualidade urbana que sabemos ser possível; um outro paradigma urbanístico é desejado. A cidade da segregação, do isolamento, da falta de serviços, da "imobilidade" de custo proibitivo e da circulação sem vida - esta cidade não corresponde ao sonho contemporâneo.
Paradoxalmente, o desejo da cidade de hoje está cantado há cem anos por João do Rio, com ruas que unem, nivelam e agremiam em um amor compartilhado por todos. Ruas que têm alma.
MAGALHÃES, Sérgio. O Globo: 20/07/2013.
O verbo que na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo flexiona-se como "agremiar'' - v.: "[ .. . ] que unem, nivelam e AGREMIAM em um amor compartilhado por todos[ ... ]" (parágrafo 9)-, é :
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"Eu amo a rua", diz João do Rio, em crônica que inaugura seu livro famoso, e acrescenta: "Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse que esse amor é partilhado por todos vós." Amor que "une, nivela e agremia", o "único que resiste às idades e às épocas''.
"A rua do alinhado das fachadas é um fator de vida das cidades" - "é a mais niveladora das obras humanas", reitera. "A rua faz as celebridades e as revoltas ."
No início do século XX. quando essa crônica foi escrita, os pensadores do urbanismo ainda não haviam condenado a "rua corredor", aquela "do alinhado das fachadas" de João do Rio. A condenação se deu pouco depois, enunciada pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier, e disseminou-se mundialmente como febre avassaladora. Na cidade funcional , tudo seria autônomo: morar, trabalhar, recrear, circular; cada função em seu lugar.
O lugar da circulação não seria "povoado", mas preenchido por veículos e pela velocidade. Tal modelo foi algoz das ruas preexistentes: não acabou com elas, mas as transformou em lugares inóspitos ao convívio, barulhentos, desinteressantes. Os edifícios foram dispensados de manter relação de escala com a rua; independentes do lugar e da paisagem, atenderam muito bem ao lucro imobiliário.
Ainda são frutos desse modelo funcionalista os bairros homogêneos, os condomínios isolados, os shoppings centers - e, logo, as autopistas, os elevados e a ausência de calçadas. Também os Centros sem moradia, vazios à noite e aos fins de semana. (Lembremos que, no Rio, por trinta anos foi proibido construir habitação na área central - em benefício dos novos bairros .)
Em especial, o isolamento entre funções urbanas exige o uso de condução para deslocamentos banais e leva ao aumento no tempo de viagem casa-trabalho, alcançando o impasse que hoje assombra nossas cidades.
No entanto, quando viaja ao exterior, em geral, o brasileiro busca cidades com espaços públicos bem estruturados, onde se caminha por ruas-corredores de calçadas bem mantidas, de usos diversificados. A escala urbana adequada, até em cidades de arranha-céus, como Nova York, garante ruas nas quais o convívio é realçado por inúmeras atividades ao nível do passante. Cidades como Paris ou Londres mantêm edifícios corporativos de alto nível empresarial integrados a áreas residenciais, comerciais e de serviços de pequena e média escala.
Quando as velhas ruas das cidades brasileiras se enchem de jovens a exigir mudanças, retomam momentaneamente a antiga vitalidade - e reivindicam uma qualidade urbana que sabemos ser possível; um outro paradigma urbanístico é desejado. A cidade da segregação, do isolamento, da falta de serviços, da "imobilidade" de custo proibitivo e da circulação sem vida - esta cidade não corresponde ao sonho contemporâneo.
Paradoxalmente, o desejo da cidade de hoje está cantado há cem anos por João do Rio, com ruas que unem, nivelam e agremiam em um amor compartilhado por todos. Ruas que têm alma.
MAGALHÃES, Sérgio. O Globo: 20/07/2013.
Dentre os verbos seguintes, propostos para substituir o verbo RESISTIR em: "[ ... ] o único que resiste às idades e às épocas.", aquele que possui a mesma regência do verbo em questão é:
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