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Foram encontradas 244 questões.

1110497 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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A formalização legal das leis orçamentárias de iniciativa do Poder Executivo estabelecerá.
 

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1110486 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Você, ao operar um computador no qual está instalado o Word 2007, você pretende realçar determinada expressão. Para acionar o comando “realce”, por intermédio de atalho digitado no teclado, você deve acionar, em conjunto, as teclas
 

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1109979 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
São irregulares os seguintes verbos:
 

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1105082 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Para responder à questão, leia o excerto abaixo, extraído da obra “O Cortiço”, de autoria de Aluísio Azevedo:
João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lha, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que tinha juntado para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.
Daí em diante, João Romão tornou-se o caixa, o procurador e o conselheiro da crioula. No fim de pouco tempo era ele quem tomava conta de tudo que ela produzia e era também quem punha e dispunha dos seus pecúlios, e quem se encarregava de remeter ao senhor os vinte mil-réis mensais. Abriu-lhe logo uma conta corrente, e a quitandeira, quando precisava de dinheiro para qualquer coisa, dava um pulo até à venda e recebia-o das mãos do vendeiro, de “Seu João”, como ela dizia. Seu João debitava metodicamente essas pequenas quantias num caderninho, em cuja capa de papel pardo lia-se, mal escrito e em letras cortadas de jornal: “Ativo e passivo de Bertoleza”.
E por tal forma foi o taverneiro ganhando confiança no espírito da mulher, que esta afinal nada mais resolvia só por si, e aceitava dele, cegamente, todo e qualquer arbítrio. Por último, se alguém precisava tratar com ela qualquer negócio, nem mais se dava ao trabalho de procurá-la, ia logo direito a João Romão.
Quando deram fé estavam amigados.
Em “...a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro...” (terceiro parágrafo), o termo “afreguesada” grafa-se com “s”, não com “z”. Assinale a alternativa cuja lacuna deva ser completada com “s”:
 

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1104436 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
A soma de um número real positivo x com o seu quadrado é igual 42. Então esse número é:
 

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1104390 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Leia as proposições e assinale a alternativa CORRETA:
I. Entendemos por clima organizacional a atmosfera carregada de subjetividade que envolve: as organizações. Composto fundamentalmente pela percepção individual das qualidades e das propriedades desses meios - atravessada por dimensões organizacionais como comunicação, motivação, crenças, valores, liderança, reconhecimento e outras - o clima pode ser considerado um mediador entre os membros de uma organização e os sintomas indicadores de stress.
II. Para cada sujeito-trabalhador, o clima assume a forma de um conjunto de atitudes e de expectativas que descrevem a organização em termos de características subjetivas, como grau de percepção de autonomia ou de reconhecimento. É significativo lembrar que a unidade de análise no clima organizacional é a organização ao passo que é percebida pelos sujeitos e da forma pela qual as suas dimensões - autonomia, desafios, conflitos, equidade, colaboração, apoio, confiança e calor interpessoal - são
interpretadas, generalizadas e inferidas.
III. A escala de Kolb, bastante conhecida, é baseada nas pesquisas de Litwin e Stringer que identificaram as influências dos motivos sociais básicos de MacClelland (realização, afiliação e poder) sobre o clima organizacional. Assim, o motivo de realização levaria as pessoas a assumir responsabilidades, a adotar altos padrões de desempenho e a delinear com clareza os objetivos que desejam alcançar. Já o motivo de afiliação levaria as pessoas a procurar sucesso, prestígio e respeito.. Finalmente, o motivo de poder levaria as pessoas a valorizar a autoridade (normas e líderes), quer como gerentes quer como subordinados
 

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1104320 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Leia o seguinte poema de Alberto de Oliveira para responder à questão.
Enfim!
Enfim... Nas verdes pêndulas ramadas
Cantai, pássaros! vinde ouvi-lo! rosas,
Abri-vos! lírios, recendei! medrosas
Miosótis e acácias perfumadas,
Prestai-me ouvido! Saibam-no as cheirosas
Balças e as leiras úmidas plantadas,
Aves e flores, flores e alvoradas,
Alvoradas e estrelas luminosas
Saibam-no, saiba o céu com a esfera toda
Que, enfim, sua mão, enfim, sua mão de leve...
Borboletas, que pressa! andais-me em roda!
Auras, silêncio! Enfim, sua mãozinha,
Sua mão de jaspe, sua mão de neve,
Sua alva mão pude apertar na minha!
(OLIVEIRA, Alberto de. Enfim!. In:
AZEVEDO, Sânzio de (Org.). Parnasianismo.
São Paulo: Global, 2006, p.18-19).
Em: “Cantai, pássaros!”, temos um verbo no:
 

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1104301 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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em consonância com o disposto no Anexo VIIDiscriminação das Naturezas de Despesa, Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público , Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, válido para o exercício de 2012. O código 3.1.90.03.00 se refere à natureza de qual despesa?

 

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1101925 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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No projeto de uma lagoa anaeróbica, utilizada para o tratamento de esgotos domésticos e despejos industriais predominantemente orgânicos, com altos teores de DBO, como matadouros, laticínios, bebidas, etc, de forma retangular, com fins de otimizar os resultados, a relação comprimento/largura não deve ser superior a
 

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1101227 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Preencha a II Coluna de acordo com a primeira.
(1) Serve para avaliar os empregados em função dos indicadores de desempenho previmente determinados e comparáveis com a realidade da organização. É utilizado um formulário constando os fatores a serem avaliados e os conceitos e notas respectivas a cada fator. Recomenda-se uma clara e sucinta conceituação de cada fator, para que o avaliador e avaliado tenham a mesma concepção do que está analizando.
(2) Em função de metas determinadas anteriormente ao processo de avaliação, procede-se a análise de resultados alcançados pelo empregado dentro de um período de tempo, considerando os aspectos positivos e aqueles a melhorar.
(3) O próprio empregado faz uma analize de seu desempenho. Geralmente são utilizados formulários criados pela organização, distribuidas aos participantes, que preenchem e os encaminham ao superior imediato.
( ) Método da auto-avaliação
( ) Método da avalição por objetivos(APO).
( ) Método de escalas gráficas
 

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