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Foram encontradas 40 questões.

1984741 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

De acordo com Libâneo (2004), “os estudos sobre currículo realizados a partir das décadas 1960-1970 destacam a existência nas escolas de vários níveis de currículo: formal, real e oculto. refere-se ao currículo estabelecido pelos sistemas de ensino ou instituição educacional. é o currículo que, de fato, acontece na sala de aula em decorrência de um projeto pedagógico e dos planos de ensino. E o que diz respeito às influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho dos professores provenientes da experiência cultural, dos valores e significados trazidos pelas pessoas de seu meio social e vivenciados na própria escola.”

Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:

 

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1984739 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

Segundo Libâneo (2013), a avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. De acordo com o autor, nos diversos momentos do processo de ensino, são tarefas de avaliação: a que diz respeito à coleta de dados sobre o aproveitamento dos alunos, por meio de provas, exercícios e tarefas ou de meios auxiliares, como observação de desempenho, entrevistas etc; a que corresponde à comprovação dos resultados alcançados em relação aos objetivos e, conforme o caso, atribuição de notas ou conceitos; e a que está relacionada à avaliação propriamente dita dos resultados, referindo-os a padrões de desempenho esperados.

Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:

 

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1984737 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

Barbosa (2012), ao tratar da significação do Projeto Político Pedagógico, afirma que este “compreende processos vividos nas práticas educativas das escolas e não acontecem tal como são prescritos pelos órgãos reguladores, pois as vivências cotidianas e as exigências e necessidades de cada escola são heterogêneas.” Neste sentido:

I- o Projeto Político Pedagógico é concebido como um projeto estratégico que serve ao controle das políticas, assemelha-se ao empresarial, segue a normas prescritas, valoriza mais o produto em detrimento do processo, e não admite conflitos;

II- os Projetos Políticos Pedagógicos partem de orientações oficiais e são recriados e ressignificados de acordo com as necessidades de cada escola;

III- o Projeto Político Pedagógico garante as especificidades culturais, ideológicas, históricas, políticas da escola, sem negar o instituído e projetar o instituinte.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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1984735 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

Para Libâneo (2013), na preparação das aulas, o professor deve reler os objetivos gerais da matéria e a sequência de conteúdos do plano de ensino”. De acordo com o autor, a aula pode ter a seguinte sequência: introdução, desenvolvimento e aplicação. Levando em consideração os significados desses conceitos, relacione a segunda coluna de acordo a primeira:

1. Introdução

2. Desenvolvimento

3. Aplicação

( ) Fase da assimilação e sistematização do objeto de estudo, visando o máximo de compreensão e elaboração interna por parte do aluno.

( ) As atividades desta fase podem ser: conversação dirigida sobre, perguntas sobre, observação de, demonstração do tema através de ilustrações...

( ) As atividades dessa fase têm o sentido de reforço: exercício de fixação, organização de resumos, depoimentos orais...

( ) As atividades desta fase podem ser: exposição oral pelo professor, conversação, trabalho independente dos alunos, estudo dirigido...

A sequência CORRETA dessa associação é:

 

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1984733 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Areial-PB

De acordo com Libâneo (2013) “o planejamento escolar é uma atividade que orienta a tomada de decisões da escola e dos professores em relação às situações docentes de ensino e aprendizagem, tendo em vista alcançar os melhores resultados possíveis.” Nesta perspectiva, segundo o autor, os principais requisitos para o planejamento são:

I- os objetivos e as tarefas da escola democrática, as exigências dos planos e programas oficiais.

II- as condições prévias dos alunos para a aprendizagem.

III- os princípios e as condições do processo de transmissão e assimilação ativa dos conteúdos.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma

 

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Texto 03 - Sherazade

[...]

Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.

Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.

Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.

1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]

Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino

através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.

Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"

I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.

II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".

III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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