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De acordo com Libâneo (2004), “os estudos sobre currículo realizados a partir das décadas 1960-1970 destacam a existência nas escolas de vários níveis de currículo: formal, real e oculto. refere-se ao currículo estabelecido pelos sistemas de ensino ou instituição educacional. é o currículo que, de fato, acontece na sala de aula em decorrência de um projeto pedagógico e dos planos de ensino. E o que diz respeito às influências que afetam a aprendizagem dos alunos e o trabalho dos professores provenientes da experiência cultural, dos valores e significados trazidos pelas pessoas de seu meio social e vivenciados na própria escola.”
Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:
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Segundo Libâneo (2013), a avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. De acordo com o autor, nos diversos momentos do processo de ensino, são tarefas de avaliação: a que diz respeito à coleta de dados sobre o aproveitamento dos alunos, por meio de provas, exercícios e tarefas ou de meios auxiliares, como observação de desempenho, entrevistas etc; a que corresponde à comprovação dos resultados alcançados em relação aos objetivos e, conforme o caso, atribuição de notas ou conceitos; e a que está relacionada à avaliação propriamente dita dos resultados, referindo-os a padrões de desempenho esperados.
Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:
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Barbosa (2012), ao tratar da significação do Projeto Político Pedagógico, afirma que este “compreende processos vividos nas práticas educativas das escolas e não acontecem tal como são prescritos pelos órgãos reguladores, pois as vivências cotidianas e as exigências e necessidades de cada escola são heterogêneas.” Neste sentido:
I- o Projeto Político Pedagógico é concebido como um projeto estratégico que serve ao controle das políticas, assemelha-se ao empresarial, segue a normas prescritas, valoriza mais o produto em detrimento do processo, e não admite conflitos;
II- os Projetos Políticos Pedagógicos partem de orientações oficiais e são recriados e ressignificados de acordo com as necessidades de cada escola;
III- o Projeto Político Pedagógico garante as especificidades culturais, ideológicas, históricas, políticas da escola, sem negar o instituído e projetar o instituinte.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Para Libâneo (2013), na preparação das aulas, o professor deve reler os objetivos gerais da matéria e a sequência de conteúdos do plano de ensino”. De acordo com o autor, a aula pode ter a seguinte sequência: introdução, desenvolvimento e aplicação. Levando em consideração os significados desses conceitos, relacione a segunda coluna de acordo a primeira:
1. Introdução
2. Desenvolvimento
3. Aplicação
( ) Fase da assimilação e sistematização do objeto de estudo, visando o máximo de compreensão e elaboração interna por parte do aluno.
( ) As atividades desta fase podem ser: conversação dirigida sobre, perguntas sobre, observação de, demonstração do tema através de ilustrações...
( ) As atividades dessa fase têm o sentido de reforço: exercício de fixação, organização de resumos, depoimentos orais...
( ) As atividades desta fase podem ser: exposição oral pelo professor, conversação, trabalho independente dos alunos, estudo dirigido...
A sequência CORRETA dessa associação é:
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De acordo com Libâneo (2013) “o planejamento escolar é uma atividade que orienta a tomada de decisões da escola e dos professores em relação às situações docentes de ensino e aprendizagem, tendo em vista alcançar os melhores resultados possíveis.” Nesta perspectiva, segundo o autor, os principais requisitos para o planejamento são:
I- os objetivos e as tarefas da escola democrática, as exigências dos planos e programas oficiais.
II- as condições prévias dos alunos para a aprendizagem.
III- os princípios e as condições do processo de transmissão e assimilação ativa dos conteúdos.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Na composição do enunciado "Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra." a autora
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
No fragmento do texto "Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis [...]" o enunciado em destaque foi empregado para
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Em “[...] que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.” o termo em destaque “ao modo” pode ser substituído sem prejudicar o sentido do enunciado por
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
O fragmento do texto "Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos [...]" apresenta uma
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Texto 03 - Sherazade
[...]
Possuidora de uma beleza incomum, não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano, mas pela fascinante destreza para triunfar sobre o esquecimento e remover os sedimentos da memória, o que levaria seus sucessores, ao resgatarem suas histórias em caracteres poliglotas, a declarar que escrever é recordar. Para esse fim suas palavras vertiam em manuscritos, para fixar as folhas de um embelezamento que começava a se apagar na voz de rapsodos ou repetidores que recontavam lendas, epopeias e mitos ao modo dos roteiros homéricos.
Dominava a entonação, as cadências e as vastas e complicadas metáforas que costumam enfeitiçar os amantes das histórias fantásticas. Sua voz era um fio entre o mistério da invenção e as habilidades praticadas pelos rawis1 nos bazares, nas cafeterias e nos salões em que os homens do leste islâmico gastavam suas tardes cultivando, do paladar ao ouvido, o deleite de seus sentidos, quando o islã era sinônimo de beleza e de prazer.
Real ou fictícia, deusa ou heroína noturna que triunfa sobre o poder e sobre a morte, Sherazade é a voz fundadora da literatura e o santuário, para todos os tempos, da arte da palavra.
1. Na tradição árabe, o contador de histórias que se apresenta nos bazares e casbás é chamado rawi (aquele que acalma a sede). [N. de T]
Fonte: ROBLES Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino
através dos tempos. São Paulo: Aleph. 2019, p. 204.
Na construção do enunciado “não foi por sua juventude nem pela harmonia de suas formas que seduziu o tirano”, o emprego do termo "nem"
I- marca uma relação de adição entre os segmentos "juventude" e "harmonia das formas" que caracterizam a bela Sherazade.
II- reforça uma declaração de equivalência entre duas particularidades que se alternam para configurar "a destreza de Sherazade".
III- indica a unidade de negação que estabelece a união entre os termos "juventude" e "harmonia".
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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