Foram encontradas 448 questões.
Com base na imagem abaixo e no emprego dos porquês,
assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE o uso
dos porquês no último quadrinho.


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Considerando as regras da norma-padrão da língua
portuguesa, assinalar a alternativa em que há ERRO.
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Analisar o trecho abaixo e assinalar a alternativa que corresponde à argumentação apresentada.
Assim como um bom planejamento financeiro ajuda a evitar dívidas, uma alimentação equilibrada é essencial para manter a saúde em dia.
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Em qual das alternativas a palavra sublinhada é uma
palavra formada por aglutinação?
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No total, os japoneses trouxeram mais de 50 tipos
de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram as
variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que
chegaram nos anos 20. Mas foi a partir da década de 1930
que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O
cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando
ou arrendando lotes de terras das fazendas cafeeiras falidas
após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos
proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que
não eram populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam
mudas junto às suas bagagens nos navios.
Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de
fruta insuspeita: a uva-itália, que, apesar de ser italiana,
como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas,
na década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por
meios oficiais, via acordos de cooperação entre os dois
países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava
sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em
1971. Junto às comidas “inéditas”, os japoneses trouxeram
técnicas para ampliar a escala de produção de gêneros
alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao
esquema de fundo de quintal, como a alface, o tomate, o
chá preto, a batata e o emblemático exemplo da produção
de frangos e ovos. A atividade só decolou de vez com a
importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência
dos imigrantes japoneses nas granjas.
Fonte: Revista Superinteressante. 2007.
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No total, os japoneses trouxeram mais de 50 tipos
de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram as
variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que
chegaram nos anos 20. Mas foi a partir da década de 1930
que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O
cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando
ou arrendando lotes de terras das fazendas cafeeiras falidas
após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos
proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que
não eram populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam
mudas junto às suas bagagens nos navios.
Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de
fruta insuspeita: a uva-itália, que, apesar de ser italiana,
como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas,
na década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por
meios oficiais, via acordos de cooperação entre os dois
países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava
sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em
1971. Junto às comidas “inéditas”, os japoneses trouxeram
técnicas para ampliar a escala de produção de gêneros
alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao
esquema de fundo de quintal, como a alface, o tomate, o
chá preto, a batata e o emblemático exemplo da produção
de frangos e ovos. A atividade só decolou de vez com a
importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência
dos imigrantes japoneses nas granjas.
Fonte: Revista Superinteressante. 2007.
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No total, os japoneses trouxeram mais de 50 tipos
de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram as
variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que
chegaram nos anos 20. Mas foi a partir da década de 1930
que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O
cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando
ou arrendando lotes de terras das fazendas cafeeiras falidas
após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos
proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que
não eram populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam
mudas junto às suas bagagens nos navios.
Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de
fruta insuspeita: a uva-itália, que, apesar de ser italiana,
como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas,
na década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por
meios oficiais, via acordos de cooperação entre os dois
países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava
sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em
1971. Junto às comidas “inéditas”, os japoneses trouxeram
técnicas para ampliar a escala de produção de gêneros
alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao
esquema de fundo de quintal, como a alface, o tomate, o
chá preto, a batata e o emblemático exemplo da produção
de frangos e ovos. A atividade só decolou de vez com a
importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência
dos imigrantes japoneses nas granjas.
Fonte: Revista Superinteressante. 2007.
( ) As técnicas dos japoneses ampliaram a escala de produção de determinados alimentos.
( ) O morango, embora tenha sido bem cuidado, não vingou em território brasileiro.
( ) O cenário era favorável aos japoneses porque compravam terras mais facilmente, terras estas de cafeeiros falidos após uma crise econômica.
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3689614
Ano: 2025
Disciplina: Direito Tributário
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Arvorezinha-RS
Disciplina: Direito Tributário
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Arvorezinha-RS
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Em relação à dispensa de retenção de contribuição
social, de acordo com a Instrução normativa da Receita
Federal do Brasil nº 971/2009, analisar os itens.
I. A contratante fica dispensada de efetuar a retenção, e a contratada de registrar o destaque da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando o valor correspondente a 11% dos serviços contidos em cada nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços for inferior ao limite mínimo estabelecido pela Receita Federal para recolhimento em documento de arrecadação.
II. A contratante fica dispensada de efetuar a retenção, e a contratada de registrar o destaque da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando a contratada possuir apenas um empregado, e o serviço prestado no mês anterior for igual ou inferior a três vezes o limite máximo do salário de contribuição, cumulativamente.
III. A contratante fica dispensada de efetuar a retenção, e a contratada de registrar o destaque da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando a contratação envolver somente serviços profissionais relativos ao exercício de profissão regulamentada por legislação federal, ou serviços de treinamento e ensino definidos em lei, desde que prestados pessoalmente pelos sócios, sem o concurso de empregados ou de outros contribuintes individuais.
Está CORRETO o que se afirma:
I. A contratante fica dispensada de efetuar a retenção, e a contratada de registrar o destaque da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando o valor correspondente a 11% dos serviços contidos em cada nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços for inferior ao limite mínimo estabelecido pela Receita Federal para recolhimento em documento de arrecadação.
II. A contratante fica dispensada de efetuar a retenção, e a contratada de registrar o destaque da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando a contratada possuir apenas um empregado, e o serviço prestado no mês anterior for igual ou inferior a três vezes o limite máximo do salário de contribuição, cumulativamente.
III. A contratante fica dispensada de efetuar a retenção, e a contratada de registrar o destaque da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando a contratação envolver somente serviços profissionais relativos ao exercício de profissão regulamentada por legislação federal, ou serviços de treinamento e ensino definidos em lei, desde que prestados pessoalmente pelos sócios, sem o concurso de empregados ou de outros contribuintes individuais.
Está CORRETO o que se afirma:
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