Foram encontradas 385 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cinco alimentos fáceis de trocar na sua dieta para
melhorar a saúde intestinal
Nas redes sociais e nas prateleiras dos supermercados,
multiplicam-se produtos que prometem melhorar a saúde
intestinal. O interesse pelo tema cresceu à medida que a
ciência passou a destacar a importância da microbiota —
o conjunto de trilhões de micro-organismos que vivem no
sistema digestivo e influenciam diversos aspectos da
saúde, como digestão, imunidade, sono e até o humor.
Manter o intestino saudável depende de uma
combinação equilibrada entre bactérias benéficas e
alimentos ricos em fibras, consumidos em quantidade
adequada para garantir o bom funcionamento do
organismo. Assim, cuidar da microbiota é mais simples
do que parece: basta fornecer aos micróbios os
alimentos certos.
Em vez de gastar dinheiro com suplementos ou produtos
ultraprocessados que prometem efeitos probióticos, é
possível adotar substituições simples e eficazes no dia a
dia. A seguir, cinco trocas alimentares recomendadas
para favorecer a saúde intestinal:
Substitua batatas fritas por pipoca. A pipoca é um grão
integral com alto teor de fibras que nutrem as bactérias
benéficas do intestino. Além disso, é mais leve e menos
processada que as batatas fritas industrializadas.
Substitua doces por frutas secas. Essa mudança parece
difícil, especialmente para quem aprecia açúcar. No
entanto, damascos, uvas passas e tâmaras oferecem
doçura natural, fibras e vitaminas que favorecem o
equilíbrio intestinal e ajudam a manter os níveis de
energia estáveis.
Adicione lentilhas ou grão-de-bico à bolonhesa. As
leguminosas são excelentes fontes de fibras prebióticas,
que servem de alimento para os micróbios do intestino.
Elas também aumentam o valor nutritivo da refeição,
acrescentando textura e proteínas vegetais — uma
alternativa saudável para reduzir o consumo de carne
sem perder sabor.
Prefira castanhas naturais em vez das aromatizadas. As
versões com aromatizantes geralmente contêm excesso
de sal e açúcar. Já as castanhas naturais oferecem
gorduras boas e fibras, sem aditivos que prejudiquem o
equilíbrio intestinal.
Há, evidentemente, outros alimentos que também
contribuem para a saúde intestinal, como o kombucha e
os alimentos fermentados, entre eles o kimchi e o
chucrute. No entanto, não é necessário exagerar na
busca por opções específicas ou caras.
O essencial é manter uma alimentação variada,
composta por alimentos integrais e ricos em fibras, como
frutas, verduras e legumes. Quanto aos suplementos e
bebidas probióticas, o conselho é de cautela: ainda não existem evidências científicas sólidas que comprovem
seus benefícios, e muitos desses produtos têm custo
elevado, sem garantias de eficácia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2pg9d9839o.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cinco alimentos fáceis de trocar na sua dieta para
melhorar a saúde intestinal
Nas redes sociais e nas prateleiras dos supermercados,
multiplicam-se produtos que prometem melhorar a saúde
intestinal. O interesse pelo tema cresceu à medida que a
ciência passou a destacar a importância da microbiota —
o conjunto de trilhões de micro-organismos que vivem no
sistema digestivo e influenciam diversos aspectos da
saúde, como digestão, imunidade, sono e até o humor.
Manter o intestino saudável depende de uma
combinação equilibrada entre bactérias benéficas e
alimentos ricos em fibras, consumidos em quantidade
adequada para garantir o bom funcionamento do
organismo. Assim, cuidar da microbiota é mais simples
do que parece: basta fornecer aos micróbios os
alimentos certos.
Em vez de gastar dinheiro com suplementos ou produtos
ultraprocessados que prometem efeitos probióticos, é
possível adotar substituições simples e eficazes no dia a
dia. A seguir, cinco trocas alimentares recomendadas
para favorecer a saúde intestinal:
Substitua batatas fritas por pipoca. A pipoca é um grão
integral com alto teor de fibras que nutrem as bactérias
benéficas do intestino. Além disso, é mais leve e menos
processada que as batatas fritas industrializadas.
Substitua doces por frutas secas. Essa mudança parece
difícil, especialmente para quem aprecia açúcar. No
entanto, damascos, uvas passas e tâmaras oferecem
doçura natural, fibras e vitaminas que favorecem o
equilíbrio intestinal e ajudam a manter os níveis de
energia estáveis.
Adicione lentilhas ou grão-de-bico à bolonhesa. As
leguminosas são excelentes fontes de fibras prebióticas,
que servem de alimento para os micróbios do intestino.
Elas também aumentam o valor nutritivo da refeição,
acrescentando textura e proteínas vegetais — uma
alternativa saudável para reduzir o consumo de carne
sem perder sabor.
Prefira castanhas naturais em vez das aromatizadas. As
versões com aromatizantes geralmente contêm excesso
de sal e açúcar. Já as castanhas naturais oferecem
gorduras boas e fibras, sem aditivos que prejudiquem o
equilíbrio intestinal.
Há, evidentemente, outros alimentos que também
contribuem para a saúde intestinal, como o kombucha e
os alimentos fermentados, entre eles o kimchi e o
chucrute. No entanto, não é necessário exagerar na
busca por opções específicas ou caras.
O essencial é manter uma alimentação variada,
composta por alimentos integrais e ricos em fibras, como
frutas, verduras e legumes. Quanto aos suplementos e
bebidas probióticas, o conselho é de cautela: ainda não existem evidências científicas sólidas que comprovem
seus benefícios, e muitos desses produtos têm custo
elevado, sem garantias de eficácia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2pg9d9839o.adaptado.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração apresentada:
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Cinco alimentos fáceis de trocar na sua dieta para
melhorar a saúde intestinal
Nas redes sociais e nas prateleiras dos supermercados,
multiplicam-se produtos que prometem melhorar a saúde
intestinal. O interesse pelo tema cresceu à medida que a
ciência passou a destacar a importância da microbiota —
o conjunto de trilhões de micro-organismos que vivem no
sistema digestivo e influenciam diversos aspectos da
saúde, como digestão, imunidade, sono e até o humor.
Manter o intestino saudável depende de uma
combinação equilibrada entre bactérias benéficas e
alimentos ricos em fibras, consumidos em quantidade
adequada para garantir o bom funcionamento do
organismo. Assim, cuidar da microbiota é mais simples
do que parece: basta fornecer aos micróbios os
alimentos certos.
Em vez de gastar dinheiro com suplementos ou produtos
ultraprocessados que prometem efeitos probióticos, é
possível adotar substituições simples e eficazes no dia a
dia. A seguir, cinco trocas alimentares recomendadas
para favorecer a saúde intestinal:
Substitua batatas fritas por pipoca. A pipoca é um grão
integral com alto teor de fibras que nutrem as bactérias
benéficas do intestino. Além disso, é mais leve e menos
processada que as batatas fritas industrializadas.
Substitua doces por frutas secas. Essa mudança parece
difícil, especialmente para quem aprecia açúcar. No
entanto, damascos, uvas passas e tâmaras oferecem
doçura natural, fibras e vitaminas que favorecem o
equilíbrio intestinal e ajudam a manter os níveis de
energia estáveis.
Adicione lentilhas ou grão-de-bico à bolonhesa. As
leguminosas são excelentes fontes de fibras prebióticas,
que servem de alimento para os micróbios do intestino.
Elas também aumentam o valor nutritivo da refeição,
acrescentando textura e proteínas vegetais — uma
alternativa saudável para reduzir o consumo de carne
sem perder sabor.
Prefira castanhas naturais em vez das aromatizadas. As
versões com aromatizantes geralmente contêm excesso
de sal e açúcar. Já as castanhas naturais oferecem
gorduras boas e fibras, sem aditivos que prejudiquem o
equilíbrio intestinal.
Há, evidentemente, outros alimentos que também
contribuem para a saúde intestinal, como o kombucha e
os alimentos fermentados, entre eles o kimchi e o
chucrute. No entanto, não é necessário exagerar na
busca por opções específicas ou caras.
O essencial é manter uma alimentação variada,
composta por alimentos integrais e ricos em fibras, como
frutas, verduras e legumes. Quanto aos suplementos e
bebidas probióticas, o conselho é de cautela: ainda não existem evidências científicas sólidas que comprovem
seus benefícios, e muitos desses produtos têm custo
elevado, sem garantias de eficácia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2pg9d9839o.adaptado.
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Cinco alimentos fáceis de trocar na sua dieta para
melhorar a saúde intestinal
Nas redes sociais e nas prateleiras dos supermercados,
multiplicam-se produtos que prometem melhorar a saúde
intestinal. O interesse pelo tema cresceu à medida que a
ciência passou a destacar a importância da microbiota —
o conjunto de trilhões de micro-organismos que vivem no
sistema digestivo e influenciam diversos aspectos da
saúde, como digestão, imunidade, sono e até o humor.
Manter o intestino saudável depende de uma
combinação equilibrada entre bactérias benéficas e
alimentos ricos em fibras, consumidos em quantidade
adequada para garantir o bom funcionamento do
organismo. Assim, cuidar da microbiota é mais simples
do que parece: basta fornecer aos micróbios os
alimentos certos.
Em vez de gastar dinheiro com suplementos ou produtos
ultraprocessados que prometem efeitos probióticos, é
possível adotar substituições simples e eficazes no dia a
dia. A seguir, cinco trocas alimentares recomendadas
para favorecer a saúde intestinal:
Substitua batatas fritas por pipoca. A pipoca é um grão
integral com alto teor de fibras que nutrem as bactérias
benéficas do intestino. Além disso, é mais leve e menos
processada que as batatas fritas industrializadas.
Substitua doces por frutas secas. Essa mudança parece
difícil, especialmente para quem aprecia açúcar. No
entanto, damascos, uvas passas e tâmaras oferecem
doçura natural, fibras e vitaminas que favorecem o
equilíbrio intestinal e ajudam a manter os níveis de
energia estáveis.
Adicione lentilhas ou grão-de-bico à bolonhesa. As
leguminosas são excelentes fontes de fibras prebióticas,
que servem de alimento para os micróbios do intestino.
Elas também aumentam o valor nutritivo da refeição,
acrescentando textura e proteínas vegetais — uma
alternativa saudável para reduzir o consumo de carne
sem perder sabor.
Prefira castanhas naturais em vez das aromatizadas. As
versões com aromatizantes geralmente contêm excesso
de sal e açúcar. Já as castanhas naturais oferecem
gorduras boas e fibras, sem aditivos que prejudiquem o
equilíbrio intestinal.
Há, evidentemente, outros alimentos que também
contribuem para a saúde intestinal, como o kombucha e
os alimentos fermentados, entre eles o kimchi e o
chucrute. No entanto, não é necessário exagerar na
busca por opções específicas ou caras.
O essencial é manter uma alimentação variada,
composta por alimentos integrais e ricos em fibras, como
frutas, verduras e legumes. Quanto aos suplementos e
bebidas probióticas, o conselho é de cautela: ainda não existem evidências científicas sólidas que comprovem
seus benefícios, e muitos desses produtos têm custo
elevado, sem garantias de eficácia.
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De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
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Cinco alimentos fáceis de trocar na sua dieta para
melhorar a saúde intestinal
Nas redes sociais e nas prateleiras dos supermercados,
multiplicam-se produtos que prometem melhorar a saúde
intestinal. O interesse pelo tema cresceu à medida que a
ciência passou a destacar a importância da microbiota —
o conjunto de trilhões de micro-organismos que vivem no
sistema digestivo e influenciam diversos aspectos da
saúde, como digestão, imunidade, sono e até o humor.
Manter o intestino saudável depende de uma
combinação equilibrada entre bactérias benéficas e
alimentos ricos em fibras, consumidos em quantidade
adequada para garantir o bom funcionamento do
organismo. Assim, cuidar da microbiota é mais simples
do que parece: basta fornecer aos micróbios os
alimentos certos.
Em vez de gastar dinheiro com suplementos ou produtos
ultraprocessados que prometem efeitos probióticos, é
possível adotar substituições simples e eficazes no dia a
dia. A seguir, cinco trocas alimentares recomendadas
para favorecer a saúde intestinal:
Substitua batatas fritas por pipoca. A pipoca é um grão
integral com alto teor de fibras que nutrem as bactérias
benéficas do intestino. Além disso, é mais leve e menos
processada que as batatas fritas industrializadas.
Substitua doces por frutas secas. Essa mudança parece
difícil, especialmente para quem aprecia açúcar. No
entanto, damascos, uvas passas e tâmaras oferecem
doçura natural, fibras e vitaminas que favorecem o
equilíbrio intestinal e ajudam a manter os níveis de
energia estáveis.
Adicione lentilhas ou grão-de-bico à bolonhesa. As
leguminosas são excelentes fontes de fibras prebióticas,
que servem de alimento para os micróbios do intestino.
Elas também aumentam o valor nutritivo da refeição,
acrescentando textura e proteínas vegetais — uma
alternativa saudável para reduzir o consumo de carne
sem perder sabor.
Prefira castanhas naturais em vez das aromatizadas. As
versões com aromatizantes geralmente contêm excesso
de sal e açúcar. Já as castanhas naturais oferecem
gorduras boas e fibras, sem aditivos que prejudiquem o
equilíbrio intestinal.
Há, evidentemente, outros alimentos que também
contribuem para a saúde intestinal, como o kombucha e
os alimentos fermentados, entre eles o kimchi e o
chucrute. No entanto, não é necessário exagerar na
busca por opções específicas ou caras.
O essencial é manter uma alimentação variada,
composta por alimentos integrais e ricos em fibras, como
frutas, verduras e legumes. Quanto aos suplementos e
bebidas probióticas, o conselho é de cautela: ainda não existem evidências científicas sólidas que comprovem
seus benefícios, e muitos desses produtos têm custo
elevado, sem garantias de eficácia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2pg9d9839o.adaptado.
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Com base na Base Nacional Comum Curricular, a
Educação Infantil deve integrar as dimensões de educar
e cuidar, reconhecendo que o desenvolvimento das
crianças ocorre de forma integral. Nesse sentido, é
importante que se saiba que:
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Crianças de 4 a 5 anos encontram-se em uma fase de
desenvolvimento marcada pela ampliação da linguagem,
da coordenação motora e das interações sociais. Nessa
etapa, os brinquedos pedagógicos são recursos
fundamentais para favorecer a aprendizagem, a
criatividade e o convívio em grupo. Entre os brinquedos
indicados para essa faixa etária, destacam-se: blocos
pedagógicos, encaixes, quebra-cabeças, fantoches,
jogos de memória, cubos, torres, livros de pano, plástico
ou papel, bate-pinos, bolas, sucata, instrumentos de
percussão, fantasias e brinquedos sonoros e luminosos.
Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que melhor expressa a importância dos brinquedos pedagógicos para crianças de 4 a 5 anos.
Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que melhor expressa a importância dos brinquedos pedagógicos para crianças de 4 a 5 anos.
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Criar e manter espaços de formação é fundamental.
Momentos e locais especialmente destinados à formação
devem possibilitar o encontro entre os profissionais para
troca de ideias sobre a prática, supervisão, estudos
sobre a questão racial, organização e planejamento de
uma rotina prazerosa de tempo e atividades, e outras
questões relacionadas ao projeto em pauta. A instituição
deve proporcionar condições para que todos os
profissionais participem de momentos formativos
diversos: tematização da prática, palestras sobre
questões específicas, visitas a museus, ONGs e espaços
culturais, atualizações por meio de filmes, vídeos e
acesso a informações em livros e sites.
Fonte: Educação infantil e práticas promotoras de igualdade racial. São Paulo: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades − CEERT; Instituto Avisa lá − Formação Continuada Educadores, 2012.
O texto expressa a ideia relacionada à:
Fonte: Educação infantil e práticas promotoras de igualdade racial. São Paulo: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades − CEERT; Instituto Avisa lá − Formação Continuada Educadores, 2012.
O texto expressa a ideia relacionada à:
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Uma aula bem planejada e preparada com recursos
didáticos adequados começa pela organização funcional
e harmônica do espaço onde ocorrerá. Não importa o
tamanho da sala, se a pintura é de tinta ou cal, se o piso
é de cimento ou lajota, ou se o mobiliário é antigo ou
novo. Tampouco importa se o mural é de madeira ou
apenas um varal. O que realmente importa é que o
ambiente seja acolhedor, onde os alunos se sintam à
vontade, um espaço construído e transformado, ao longo
do ano letivo, com a participação e cooperação de todos.
Assim, a sala de aula torna-se um lugar prazeroso, para
o qual os estudantes sintam vontade de retornar todos
os dias. A sala de aula também pode expressar o
processo de aprendizagem e refletir a linha pedagógica
adotada pelo professor, pois nela estão presentes muitas
informações sobre as atividades desenvolvidas.
Fonte: Freitas, Olga. Equipamentos e materiais didáticos. Brasília: Universidade de Brasília, 2009.
De acordo com o texto, julgue os itens a seguir:
I.As salas de aula devem ser brancas, sem nada exposto, contendo apenas a pintura na parede.
II.As salas de aula devem ser impecáveis e equipadas com materiais de primeira qualidade, para que os alunos se sintam valorizados.
III.A sala de aula também pode ser um espaço acolhedor e parte do processo de aprendizagem.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: Freitas, Olga. Equipamentos e materiais didáticos. Brasília: Universidade de Brasília, 2009.
De acordo com o texto, julgue os itens a seguir:
I.As salas de aula devem ser brancas, sem nada exposto, contendo apenas a pintura na parede.
II.As salas de aula devem ser impecáveis e equipadas com materiais de primeira qualidade, para que os alunos se sintam valorizados.
III.A sala de aula também pode ser um espaço acolhedor e parte do processo de aprendizagem.
É CORRETO o que se afirma em:
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A seguir, apresenta-se um procedimento de limpeza de
brinquedos laváveis. As etapas estão fora de ordem.
Leia atentamente e organize-as conforme a sequência
correta do processo de higienização:
I.Colocar os brinquedos em imersão na água.
II.Enxaguar abundantemente.
III.Secar com toalha.
IV.Lavar cada brinquedo com esponja e sabão. V.Reencaminhar os brinquedos aos seus devidos lugares.
VI.Recolher os brinquedos das salas ou módulos para desinfecção, separando aqueles danificados ou que necessitam de reparos.
Fonte: Desinfecção Terminal de Brinquedos. Disponível em: https://enfermagemndi.paginas.ufsc.br/files/2020/09/DESINFEC%C3% 87%C3%83O-TERMINAL-DE-BRINQUEDOS.pdf
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das etapas do procedimento.
I.Colocar os brinquedos em imersão na água.
II.Enxaguar abundantemente.
III.Secar com toalha.
IV.Lavar cada brinquedo com esponja e sabão. V.Reencaminhar os brinquedos aos seus devidos lugares.
VI.Recolher os brinquedos das salas ou módulos para desinfecção, separando aqueles danificados ou que necessitam de reparos.
Fonte: Desinfecção Terminal de Brinquedos. Disponível em: https://enfermagemndi.paginas.ufsc.br/files/2020/09/DESINFEC%C3% 87%C3%83O-TERMINAL-DE-BRINQUEDOS.pdf
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das etapas do procedimento.
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