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2248454 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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O problema do mundo sem Bullyng.

Era coisa de criança colar chiclete na cadeira dos outros, fazer cuecão no nerd da turma, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullyng. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e, até, em alguns casos, polícia.

O termo bullyng significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o bullyng não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.

Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Mônica J.Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullyng, Rejection and Peer Victimizacion (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir" ,afirma Manica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais-fofocas e rumores.

Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.

O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.

Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de interferir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento estáveis." Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullyng no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.

Fonte: SUPER, ago de 2011, p. 74.

Sobre o pronome "nos" em: "hoje nos ajudam no convívio social", é correto afirmar:

 

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2248453 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA

Leia o texto, com atenção, e responda o que se pede no comando da questão.

Economia fraca aumenta sintoma de depressão.

Por William Helal Filho.

Um assunto se tornou predominante nos consultórios psiquiátricos de uma clínica particular na Zona Sul e no programa de atendimento gratuito da área de saúde mental da Santa Casa da Misericórdia, no Centro. A crise econômica foi parar no divã, levada por profissionais de diferentes perfis. São trabalhadores temendo perder o emprego ou já dispensados e executivos atormentados por ter de demitir centenas de pessoas na recessão.

- Há uma angústia com a situação atual e a falta de uma perspectiva de melhora na economia. Principalmente entre aqueles com predisposição, aparecem sintomas claros de depressão. Insônia, estresse e angústia são comuns nesses pacientes - descreve a psiquiatra Analice Giglioti, diretora do Espaço Clif. - Aumentou muito também a procura por antidepressivos, mas os médicos devem ter toda cautela ao receitar esses remédios.

Na clínica em Botafogo, cada consulta com um psiquiatra custa a partir de R$ 490. Entre os pacientes afetados pela crise, executivos são maioria. Este também é o perfil mais comum entre as pessoas atendidas nas unidades de medicina preventiva da Med-Rio Check-Up. Segundo uma pesquisa da empresa com dados de seus pacientes, de 2014 a 2015, aumentaram de 8% para 11 % os casos de depressão, de 21 % para 25% os quadros de insônia, de 20% para 32% os relatos de ansiedade e de 55% para 70% os registros de estresse.

- O Brasil está fazendo mal à saúde dos brasileiros. O ambiente hoje é rico em emoções negativas, como tristeza e medo. Isto abre portas para problemas como gastrite, úlcera, hipertensão e até mesmo um acidente vascular cerebral (AVC) ou um infarto - comenta o médico Gilberto Ururahy, diretor da Med-Rio e autor do livro "Emoções e saúde" junto com o psiquiatra Eric Albert. - Alimentação equilibrada e exercícios regulares são ótimas formas de evitar esses males. Sedentarismo só agrava os problemas causados pelo estresse.

'Não durmo sem medicamento: Diferentes estudos associam crises como aquelas que abateram a Europa e os EUA a partir de 2008 a elevações de casos de depressão emocional e até de suicídios. O uso de antidepressivos também pode apresentar curva ascendente. No Brasil, segundo dados compilados pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (lnterfarma), o consumo de antidepressivos e tranquilizantes subiu 14% de novembro de 2014 a outubro de 2015, quando superou 1,5 bilhão de doses.

Vendidos sob apresentação de receita médica, esses remédios são caros e, portanto, fora do alcance da maior parte da população. Da mesma forma, consultas psiquiátricas representam um custo que pessoas com renda menor nem sempre conseguem arcar. Na Santa Casa de Misericórdia, porém, um serviço de atendimento gratuito recebe pacientes de baixa renda. Também lá, a inflação e o desemprego se tornaram o tópico principal das consultas.

-A angústia gerada pela possibilidade de não pagar o aluguel ou mesmo de não comprar comida para a família é gatilho para a depressão - explica a psiquiatra Fátima Vasconcelos, da Santa Casa. -Alguns pacientes abandonam o tratamento por falta de dinheiro até para as passagens de ônibus. É muito triste.

Já a advogada X., que pediu para não ser identificada, vive o impacto da crise na classe média. Casada com um engenheiro que está sem salário há mais de um ano, ela desenvolveu insônia e depressão, mas abandonou as consultas com sua psiquiatra por não ter como pagar:

- Tenho rezado muito para me acalmar. Mas não consigo dormir sem medicamento.

(GE PORTUGUÊS 2017)

" lnsônia, estresse e angústia são comuns nesses pacientes.", O uso da vírgula justifica-se nesta oração:

 

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2248452 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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Marque a alternativa do que não deve ser representado em uma Planta de Situação:
 

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2248451 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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O comportamento e o ciclo de vida de um parasitóide podem determinar o seu sucesso como agente de biocontrole. O que é cleptoparasitismo?
 

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2248450 Ano: 2016
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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lmportantes diretrizes aplicáveis à gestão de resíduos sólidos foram criadas a partir da Lei n.º 12.305, de 02 de agosto de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, como, por exemplo, a seguinte ordem de prioridade na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitas. Com relação ao tema, marque a alternativa correta.
 

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2248449 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA

Leia o texto, com atenção, e responda o que se pede no comando da questão.

Economia fraca aumenta sintoma de depressão.

Por William Helal Filho.

Um assunto se tornou predominante nos consultórios psiquiátricos de uma clínica particular na Zona Sul e no programa de atendimento gratuito da área de saúde mental da Santa Casa da Misericórdia, no Centro. A crise econômica foi parar no divã, levada por profissionais de diferentes perfis. São trabalhadores temendo perder o emprego ou já dispensados e executivos atormentados por ter de demitir centenas de pessoas na recessão.

- Há uma angústia com a situação atual e a falta de uma perspectiva de melhora na economia. Principalmente entre aqueles com predisposição, aparecem sintomas claros de depressão. Insônia, estresse e angústia são comuns nesses pacientes - descreve a psiquiatra Analice Giglioti, diretora do Espaço Clif. - Aumentou muito também a procura por antidepressivos, mas os médicos devem ter toda cautela ao receitar esses remédios.

Na clínica em Botafogo, cada consulta com um psiquiatra custa a partir de R$ 490. Entre os pacientes afetados pela crise, executivos são maioria. Este também é o perfil mais comum entre as pessoas atendidas nas unidades de medicina preventiva da Med-Rio Check-Up. Segundo uma pesquisa da empresa com dados de seus pacientes, de 2014 a 2015, aumentaram de 8% para 11 % os casos de depressão, de 21 % para 25% os quadros de insônia, de 20% para 32% os relatos de ansiedade e de 55% para 70% os registros de estresse.

- O Brasil está fazendo mal à saúde dos brasileiros. O ambiente hoje é rico em emoções negativas, como tristeza e medo. Isto abre portas para problemas como gastrite, úlcera, hipertensão e até mesmo um acidente vascular cerebral (AVC) ou um infarto - comenta o médico Gilberto Ururahy, diretor da Med-Rio e autor do livro "Emoções e saúde" junto com o psiquiatra Eric Albert. - Alimentação equilibrada e exercícios regulares são ótimas formas de evitar esses males. Sedentarismo só agrava os problemas causados pelo estresse.

'Não durmo sem medicamento: Diferentes estudos associam crises como aquelas que abateram a Europa e os EUA a partir de 2008 a elevações de casos de depressão emocional e até de suicídios. O uso de antidepressivos também pode apresentar curva ascendente. No Brasil, segundo dados compilados pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (lnterfarma), o consumo de antidepressivos e tranquilizantes subiu 14% de novembro de 2014 a outubro de 2015, quando superou 1,5 bilhão de doses.

Vendidos sob apresentação de receita médica, esses remédios são caros e, portanto, fora do alcance da maior parte da população. Da mesma forma, consultas psiquiátricas representam um custo que pessoas com renda menor nem sempre conseguem arcar. Na Santa Casa de Misericórdia, porém, um serviço de atendimento gratuito recebe pacientes de baixa renda. Também lá, a inflação e o desemprego se tornaram o tópico principal das consultas.

-A angústia gerada pela possibilidade de não pagar o aluguel ou mesmo de não comprar comida para a família é gatilho para a depressão - explica a psiquiatra Fátima Vasconcelos, da Santa Casa. -Alguns pacientes abandonam o tratamento por falta de dinheiro até para as passagens de ônibus. É muito triste.

Já a advogada X., que pediu para não ser identificada, vive o impacto da crise na classe média. Casada com um engenheiro que está sem salário há mais de um ano, ela desenvolveu insônia e depressão, mas abandonou as consultas com sua psiquiatra por não ter como pagar:

- Tenho rezado muito para me acalmar. Mas não consigo dormir sem medicamento.

(GE PORTUGUÊS 2017)

"( ... ) esses remédios são caros e, portanto, fora do alcance da maior parte da população.". O conectivo entre vírgulas dá ideia de:

 

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2248448 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
Se tivermos 6 fiscais e 5 secretários, de quantos modos podemos formar uma comissão com 5 pessoas de forma que em cada comissão figurem, exatamente, 3 fiscais?
 

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2248447 Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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Considerando os conceitos de sistemas de informação, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I- Os recursos humanos (pessoas) fazem parte dos componentes de um sistema de informação.
II- O software faz parte dos componentes de um sistema de informação.
III- O hardware não faz parte dos componentes de um sistema de informação.
IV-Um sistema de informação é composto por componentes que colaboram para disseminar informações em uma organização.
 

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2248446 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA

Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Revogar a "lei de Gerson"

Cláudio de Moura Castro

Quando se quebrou o código secreto da Enigma, Churchill poderia evitar que submarinos alemães trucidassem um enorme comboio de navios. Mas criaria suspeitas nos alemães, impedindo um uso futuro que talvez salvasse ainda mais vidas. Ele estava diante de um dilema moral.

Para Fernando Henrique Cardoso, "a virtude do político não é pessoal, é a virtude de colocar um objetivo que seja aceito democraticamente e fazer com que aconteça. Isso tem um preço, e esse preço muitas vezes contraria o que você gostaria de fazer''.

No nosso pequeno cotidiano, ao sermos abordados por um menino que alega fome e pede dinheiro, vivemos também um dilema. Dar a esmola pode mitigar a fome, mas reforça o hábito precoce da mendicância.

Esses dilemas, confrontando duas alternativas ruins, são o cerne das tragédias gregas e da grande literatura. E quanto nos ofendem os escândalos recentes! Mas fica no limbo uma multidão de decisões e comportamentos claramente errados. Somos complacentes com a Lei de Gerson - aquela que diz ser preciso levar vantagem.

Vejamos os escorregões do nosso cotidiano. Pregar mentira? Errar no troco? Vender gato por lebre? Roubar? Subornar o guarda? "Vai que cola"? Chegar atrasado? Não cumprir o prometido? Só trabalhar quando vigiado? Não pagar as dívidas? Atrapalhar a vida dos outros? Bloquear o trânsito para dar um recado? Dirigir depois de um uisquinho? Jogar lixo na rua? Ser grosseiro por quase nada?

Nos verdadeiros dilemas, é o ruim ou o ruim. Aqui, é a decisão de fazer ou não alguma coisa que sabemos ser errada, em prol da nossa conveniência, preguiça ou benefício pessoal às expensas de outrem.

Porém, deveríamos saber que são menos prósperas as sociedades em que muitos não são contidos pelo sentimento do certo e do errado. Esvai-se o tempo de todos, uns se protegendo= contra os outros, vigiando para não serem roubados ou assegurando que o serviço será feito. Deixa-se de fazer bons negócios, por medo de ser passado para trás. Para se defender dos pilantras, há a metástase do papelório. Tudo tem de ser assinado e carimbado. O descumprimento dos horários e compromissos gera incalculável perda de tempo. O somatório dos lixinhos gera uma horrenda imundice.

A filosofia tem uma longa tradição de caracterizar determinados comportamentos como certos ou éticos, em contraste com outros. Para alguns, eles viriam como uma imposição divina. Outros afirmam serem um sentimento com o qual já nascemos. Mais próximo do mundo real, Kant nos legou o princípio da universalidade, que oferece um critério prático para decidir.

Contudo, podemos ver o assunto de outro ângulo e revisitar a trajetória dos países que conseguem oferecer níveis altos de renda e qualidade de vida. Como as pessoas comuns se comportam?

Em todos esses países, é instrutivo verificar a ubiquidade do comportamento ético. Na prática, o certo vira hábito, vem espontaneamente, entra no piloto automático. Mas será que agir para o bem não seria apenas mais um luxo de rico? Não é assim, pois nesses lugares o hábito do comportamento ético vem de longa data.

Tais tradições se consolidaram quando esses países eram ainda muito pobres, até vitimados por fomes que ceifaram milhões de vidas. E, como mostram as pesquisas, esses bons comportamentos tiveram um papel preponderante no avanço econômico e social dessas nações. Quando um pode confiar no outro, tudo fica mais simples, a cooperação se multiplica e a sociedade prospera.

Lamentavelmente, a sociedade brasileira torna-se cada vez mais desleixada nesse ponto tão crítico para o nosso futuro. E isso acontece em todas as classes sociais. Talvez os mais prósperos pequem menos. Contudo, pela sua posição mais confortável no mundo, seus deslizes são mais imperdoáveis. O descaso generalizado fica sugerido pela noção de que esse bom comportamento do cotidiano é uma "moral careta" ou, pior, uma moral burguesa".

Revogar a "Lei de Gerson" não é tão simples, pois carece mudar hábitos arraigados em todos os estamentos da sociedade. Se alguma coisa vai acontecer, terá de começar com a percepção candente da falta que fazem o comportamento moral e lideranças que contribuam para essa tomada de consciência.

Disponível em: http://avaranda.blogspot.eom.br/2016/01/revogar-leide-gerson-claudio-de-moura.html. Acesso em 31.jan.2016.

Fragmento de texto para a questão.

"Para se defender dos pilantras, há a metástase do papelório."

As palavras "há, metástase, papelório" são acentuadas respectivamente:

 

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2248445 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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Avalie as afirmativas seguinte sobre licitações e contratos e assinale a alternativa correta:
I- Os contratos firmados após um processo de licitação poderão ser alterados, com as devidas justificativas, nos seguintes casos: i - unilateralmente pela Administração, ou ii - por acordo das partes.
II- Um serviço técnico profissional especializado, como por exemplo, a fiscalização, supervisão ou gerenciamento de obras devem ser licitados, preferencialmente, mediante a realização de concurso.
III- Há três tipos de empreitada para a execução indireta de obras e serviços: i- por preço global; ii- por preço unitário e iii - integral.
IV- Uma compra no valor de R$ 16.000.000,00 não é considerada compra de grande vulto.
 

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