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Foram encontradas 845 questões.

2248424 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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A Norma Regulamentadora - N R 17 - Ergonomia visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. Sobre este tema, marque a alternativa incorreta:
 

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2248423 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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De acordo com a lista de doenças de notificação obrigatória ao Serviço Veterinário Oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento através da Instrução normativa n.0 50/2013 relaciona diversas enfermidades animais com os tipos de notificações obrigatórias. Pelo exposto, marque a alternativa correta:
 

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2248422 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
Em um espaço público ou privado existem acontecimentos que podem gerar fatos jornalísticos. Mas para que isso aconteça, deve-se levar em consideração diferentes indicativos, como os critérios de noticiabilidade, que determinam o que será ou não parte da cobertura de um veículo de comunicação. A partir dessa assertiva, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta:
I - Alinha editorial do jornal, a relevância para o público, a questão de disponibilidade e de possibilidade do meio de comunicação são fatores que ajudam na indicação do que irá virar notícia.
II - Não é durante a reunião de pauta que os assuntos que irão virar notícia são selecionados.
III - O tempo do fato, a disponibilidade do repórter para desenvolver o assunto e a internet são fatores preponderantes para que o acontecimento seja veiculado.
IV - O valor pago pela informação, a expertise do repórter e a dinâmica da redação ajudam um fato deixar de ser comum e passar a ser jornalístico.
 

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2248421 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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O problema do mundo sem Bullyng.
Era coisa de criança colar chiclete na cadeira dos outros, fazer cuecão no nerd da turma, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullyng. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e, até, em alguns casos, polícia.
O termo bullyng significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos. Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o bullyng não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos. Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem. Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. "Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo", escreve Mônica J.Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullyng, Rejection and Peer Victimizacion (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. "Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir" ,afirma Manica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais-fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
O resultado da superação desses primeiros embates aparece cedo. Um estudo com 2 mil crianças com idade de 11 e 12 anos feito pela Universidade da Califórnia em Los Angeles mostrou que aquelas que tinham algum rival na turma da escola eram vistas como mais maduras pelos professores. As meninas reagiam a alguma antipatia foram consideradas donas de maior competência social. Os meninos com inimizades foram classificados como alunos com melhor comportamento. Nesses casos - que não envolviam agressões físicas, segundo a pesquisa -, as crianças não só aprenderam a reagir a menosprezo, pressão e sarcasmo como ainda ganharam status no colégio. "Tanto para meninos quanto para meninas, ter uma antipatia mútua com alguém de outro sexo é associado à popularidade", escreve a pesquisadora e autora do estudo Melissa Witkow, hoje professora de psicologia da Universidade Willamette, nos EUA.
Prestar atenção ao comportamento da criança ajuda a descobrir se é o caso de interferir. Mudanças repentinas, como queda no desempenho escolar ou aumento da agressividade, são sinais importantes. Se o problema não for resolvido, alguns efeitos podem se estender. "Muitos adultos trazem da infância dificuldades de relacionamento estáveis." Há vítimas que não se desenvolvem profissionalmente por medo de se expor e se tornar alvo de bullyng no trabalho", diz o médico. É como se elas não conseguissem nunca sair da zona de conforto. Exatamente o que pode acontecer com quem passa a infância na sombra dos pais, sem enfrentar uma briga sozinho.
Fonte: SUPER, ago de 2011, p. 74.
" E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e, até, em alguns casos, polícia." O conectivo que inicia o período tem a mesma classificação do termo destacado em:
 

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2248420 Ano: 2016
Disciplina: Turismo
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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No caso de produtos turísticos de hospedagem e lazer, estamos lidando com um produto de serviços que têm características específicas que os diferencia dos demais bens oferecidos no mercado. (COOPER, Cris ... [et ai.]. Turismo: princípios e práticas. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. p. 556). O produto de serviços tem como característica, entre outras, a intangibilidade, que significa:
 

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2248419 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
Carlos foi contratado pelo Município de Barcarena, em 1980, sob o regime celetista, e permanece até hoje no quadro de servidores do Município. Considere que em 2000 houve o único concurso público para o cargo de Carlos e que Carlos não foi aprovado. De acordo com a Lei Complementar Municipal n.º 002/94, como ficou a situação de Carlos?
 

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2248418 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
O jornalismo de Web ou Jornalismo Digital tem peculiaridades quanto à utilização da linguagem. Segundo Pinho (2003), estudos apontam que os usuários não gostam de rolar as páginas, ou seja, os internautas irão ler com maior frequência o topo do artigo. Escrever de forma concisa, breve e clara é o que torna o texto digital atrativo.
Considerando o texto, analise as asserções seguintes e a relação proposta entre elas.
I- Texto curto não é sinônimo de informação superficial ou incompleta, pois o jornalista pode utilizar o HIPERTEXTO, o grande diferencial da web.
PORQUE
II- O Hipertexto permite que o usuário torne a notícia mais completa, na medida da sua necessidade ou interesse.
Marque a alternativa correta:
 

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2248417 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem como objetivo o desenvolvimento local. Diante desta realidade, analise as afirmativas seguintes e assinale a resposta correta:
I- O foco da atuação do psicólogo no CRAS deve ser a prevenção e a promoção da vida.
II-A atuação psicólogo deve se voltar para valorizar os aspectos saudáveis presentes nos sujeitos.
III- O psicólogo deve focalizar a sua atuação no setting terapêutico do seu consultório.
IV- A psicologia pode contribuir para desgastar o vínculo do usuário com a Assistência Social, mas não fortalecê-lo.
 

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" lncra deve assentar 256 famílias no Pará ainda este ano. Os projetos de assentamento no Estado fazem parte da ação de fortalecimento da reforma agrária." (Fonte: ormnews.com.br / Data: 02.02.2016). Sobre estes projetos de assentamento, analise os itens a seguir e marque a alternativa correta:

I-A desapropriação de uma fazenda em Marabá e a destinação para uso público das Glebas Buriti e Rio Maria, nos municípios de Sapucaia, Xinguara e Curionópolis, permitirão a criação de 256 unidades agrícolas familiares no sudeste paraense.

II- Todos os assentados deverão estar registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do Governo Federal. Os projetos de assentamento no Estado fazem parte da ação de fortalecimento da reforma agrária, lançado no mês passado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

III- Em Marabá, os mais de 2,3 mil hectares da Fazenda Tibiriçá possibilitarão a criação do Projeto de Assentamento Três Ilhas, que abrigará 147 famílias de sem-terra. Os assentados ocupam a região às proximidades da fazenda desde 2003.

IV- A ação de fortalecimento feita em conjunto pela Secretaria Estadual de Reforma Agrária e o Incra instalou, no último dia 23 de janeiro, a sala de situação de reforma agrária para monitorar o assentamento de famílias e futuras desapropriações de terras. A intenção do governo federal é que, por meio da ferramenta, haja maior celeridade ao processo de reforma agrária.

 

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2248415 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA

Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Revogar a "lei de Gerson"

Cláudio de Moura Castro

Quando se quebrou o código secreto da Enigma, Churchill poderia evitar que submarinos alemães trucidassem um enorme comboio de navios. Mas criaria suspeitas nos alemães, impedindo um uso futuro que talvez salvasse ainda mais vidas. Ele estava diante de um dilema moral.

Para Fernando Henrique Cardoso, "a virtude do político não é pessoal, é a virtude de colocar um objetivo que seja aceito democraticamente e fazer com que aconteça. Isso tem um preço, e esse preço muitas vezes contraria o que você gostaria de fazer''.

No nosso pequeno cotidiano, ao sermos abordados por um menino que alega fome e pede dinheiro, vivemos também um dilema. Dar a esmola pode mitigar a fome, mas reforça o hábito precoce da mendicância.

Esses dilemas, confrontando duas alternativas ruins, são o cerne das tragédias gregas e da grande literatura. E quanto nos ofendem os escândalos recentes! Mas fica no limbo uma multidão de decisões e comportamentos claramente errados. Somos complacentes com a Lei de Gerson - aquela que diz ser preciso levar vantagem.

Vejamos os escorregões do nosso cotidiano. Pregar mentira? Errar no troco? Vender gato por lebre? Roubar? Subornar o guarda? "Vai que cola"? Chegar atrasado? Não cumprir o prometido? Só trabalhar quando vigiado? Não pagar as dívidas? Atrapalhar a vida dos outros? Bloquear o trânsito para dar um recado? Dirigir depois de um uisquinho? Jogar lixo na rua? Ser grosseiro por quase nada?

Nos verdadeiros dilemas, é o ruim ou o ruim. Aqui, é a decisão de fazer ou não alguma coisa que sabemos ser errada, em prol da nossa conveniência, preguiça ou benefício pessoal às expensas de outrem.

Porém, deveríamos saber que são menos prósperas as sociedades em que muitos não são contidos pelo sentimento do certo e do errado. Esvai-se o tempo de todos, uns se protegendo= contra os outros, vigiando para não serem roubados ou assegurando que o serviço será feito. Deixa-se de fazer bons negócios, por medo de ser passado para trás. Para se defender dos pilantras, há a metástase do papelório. Tudo tem de ser assinado e carimbado. O descumprimento dos horários e compromissos gera incalculável perda de tempo. O somatório dos lixinhos gera uma horrenda imundice.

A filosofia tem uma longa tradição de caracterizar determinados comportamentos como certos ou éticos, em contraste com outros. Para alguns, eles viriam como uma imposição divina. Outros afirmam serem um sentimento com o qual já nascemos. Mais próximo do mundo real, Kant nos legou o princípio da universalidade, que oferece um critério prático para decidir.

Contudo, podemos ver o assunto de outro ângulo e revisitar a trajetória dos países que conseguem oferecer níveis altos de renda e qualidade de vida. Como as pessoas comuns se comportam?

Em todos esses países, é instrutivo verificar a ubiquidade do comportamento ético. Na prática, o certo vira hábito, vem espontaneamente, entra no piloto automático. Mas será que agir para o bem não seria apenas mais um luxo de rico? Não é assim, pois nesses lugares o hábito do comportamento ético vem de longa data.

Tais tradições se consolidaram quando esses países eram ainda muito pobres, até vitimados por fomes que ceifaram milhões de vidas. E, como mostram as pesquisas, esses bons comportamentos tiveram um papel preponderante no avanço econômico e social dessas nações. Quando um pode confiar no outro, tudo fica mais simples, a cooperação se multiplica e a sociedade prospera.

Lamentavelmente, a sociedade brasileira torna-se cada vez mais desleixada nesse ponto tão crítico para o nosso futuro. E isso acontece em todas as classes sociais. Talvez os mais prósperos pequem menos. Contudo, pela sua posição mais confortável no mundo, seus deslizes são mais imperdoáveis. O descaso generalizado fica sugerido pela noção de que esse bom comportamento do cotidiano é uma "moral careta" ou, pior, uma moral burguesa".

Revogar a "Lei de Gerson" não é tão simples, pois carece mudar hábitos arraigados em todos os estamentos da sociedade. Se alguma coisa vai acontecer, terá de começar com a percepção candente da falta que fazem o comportamento moral e lideranças que contribuam para essa tomada de consciência.

Disponível em: http://avaranda.blogspot.eom.br/2016/01/revogar-leide-gerson-claudio-de-moura.html. Acesso em 31.jan.2016.

Justifica, corretamente, o uso do acento grave indicativo da crase em:"( ... ) benefício pessoal às expensas de outrem( ... )":

 

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