Foram encontradas 997 questões.
De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família integra o Serviço de Proteção:
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Qual das opções abaixo NÃO corresponde de forma correta à teoria do espaço morto de ferida:
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A elaboração de Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) é condição para que um município tenha acesso a recursos da União destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos. Sobre o PMGIRS, está CORRETO o que se afirma em:
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No estudo embriológico e anatômico das glândulas salivares, as glândulas salivares maiores se desenvolvem no útero no:
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A geomorfologia cárstica é o estuda da forma, gênese e dinâmica dos relevos elaborados sobre rochas solúveis pela água, tais como as carbonáticas e os evaporitos, e, mesmo, rochas menos solúveis, como quartzitos, granitos, basaltos, entre outras. Sobre as formas e processos associados, NÃO se pode dizer que:
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A crioterapia em uma articulação que sofreu entorse é uma técnica acessível, popular, muito utilizada por Fisioterapeutas e atletas e tem como objetivo promover analgesia, alterações metabólicas e vasculares, alterações de neurocondução. Para total segurança torna-se necessário o conhecimento das contra indicações á técnica. Constituem algumas contraindicações, EXCETO:
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Louco é quem não sonha
Comemoram-se este ano os 500 anos da publicação da "Utopia", de Thomas More. A data está a servir de pretexto para uma série de iniciativas, não apenas para lembrar More e a sua obra, mas também (ou sobretudo) para celebrar a ideia de utopia. Utopias e distopias são poderosos exercícios de imaginação que nos ajudam a compreender os erros dos atuais modelos políticos e a projetar e construir melhores modelos.
Atravessamos tempos convulsos. Tempos de incerteza. Depois de Barack Obama, um modelo de elegância e inteligência, concorde-se ou não com as suas ideias, ninguém acreditava que os EUA pudessem regredir até alguém (alguma coisa) tão ruim quanto, por exemplo, George W. Bush - e foi então que surgiu Donald Trump. No início parecia apenas um pequeno erro do sistema, um divertimento antes da ação a sério, como os palhaços, no circo, antecedendo a entrada dos trapezistas. Agora começa a parecer-se com o que sempre foi - um pesadelo.
No Brasil, cujo processo de democratização acompanhei com entusiasmo, que vi crescer, prosperar, vencer a inflação e o desemprego - antes da crise atual -, há quem saia para as ruas clamando pelo regresso dos militares. Olhando a partir de fora custa a compreender. Olhando a partir de dentro custa ainda mais.
Desistir da democracia porque alguns políticos são corruptos é como cortar a cabeça para acalmar uma enxaqueca. As ditaduras tendem a ser muitíssimo mais corruptas do que as democracias. A diferença entre uma ditadura e uma democracia, no que diz respeito à corrupção, é que numa democracia os corruptos nem sempre conseguem dormir, com receio de que polícia lhes entre em casa a meio da noite, enquanto numa ditadura são as pessoas honestas que não conseguem dormir - com receio de que a polícia lhes entre em casa a meio da noite. Uma democracia é tanto mais avançada quando mais capaz for de combater a corrupção e, em particular, a corrupção no mundo da política. Creio mesmo que uma democracia é tanto mais avançada quanto menos ricos forem os seus políticos. Gosto da Holanda porque o primeiro-ministro vai para o emprego de bicicleta. Amo Cabo Verde, entre tantos outros bons motivos, porque o governo fica na Praia, e porque, entrando num boteco qualquer, nunca saberemos se o sujeito sentado ao nosso lado, tocando cavaquinho, é um humilde pedreiro ou o presidente da República.
Não há ditaduras boas, da mesma forma que não há doenças boas. Há democracias avançadas e vigorosas e há democracias em crise, democracias frágeis, democracias necessitadas de um novo começo. O que não há com toda a certeza é democracias que possam ser substituídas com proveito por uma qualquer ditadura. Nenhuma democracia é tão má que consiga ser pior do que a melhor ditadura.
Quando se analisam, à distância de séculos, tempos de incerteza e convulsão verifica-se, tantas vezes, que estes assinalam importantes avanços na História. As pessoas que acordaram em Paris, naquela manhã de 14 de julho de 1789, não podiam imaginar que os confrontos desse dia, que culminaram na tomada da Bastilha, iriam dar origem não só a mudanças políticas fundamentais, mas, mais importante, a alterações positivas de mentalidade, em particular ao enraizamento da noção de que todos os homens nascem livres e são iguais em direitos e deveres. Para muitos franceses aqueles foram dias de puro terror. Dias em que um mundo acabou. Mas hoje, olhando para trás, o que vemos é um mundo novo a começar.
Tempos como aqueles que vivemos são susceptíveis de engendrar monstros. Contudo, também são capazes de gerar sonhos enormes e poderosos. Mais do que nunca é urgente revisitar utopias antigas e projetar novas. A obra de Thomas More inspirou, entre outros, Pierre-Joseph Proudhon, um dos pais do anarquismo. Mesmo quem nunca ouviu falar em Proudhon conhece certamente a mais famosa das suas proclamações, lia propriedade é um roubo", e muitos a repetem, ainda que a não compreendam. Algumas das ideias antiautoritárias de Proudhon são hoje mais atuais - e menos "utópicas" - do que quando este as produziu.
O comunismo morreu e o capita lismo ameaça matar-nos a todos. A corrupção da classe política, as crises de refugiados, o aquecimento global, tudo isto são problemas decorrentes da própria natureza do sistema capitalista . É urgente procurar outros caminhos. Sonhar não é loucura. Loucura, hoje, é não sonhar. Na certeza, porém, de que esses caminhos, esses sonhos, só podem ser encontrados por meios pacíficos e democráticos. A democracia, essa utopia primordial, não pode ser posta em causa. Todos somos poucos para a defender.
AGUALUSA, José Eduardo. Louco é quem não sonha. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/cultura/louco-quem-nao-sonha-18922165.
Acessado em: 26 mar. 2016.
Em " ... com receio de que a polícia
lhes entre em casa a meio da noite.", o pronome
lhes apresenta valor idêntico ao da opção:
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"Consiste no desenvolvimento da capacidade e dos meios de gestão assumidos pelo órgão público gestor da assistência social para conhecer a presença das formas de vulnerabilidade social da população e do território pela qual é responsável". A definição acima refere-se ao(à) :
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Atualmente a principal causa de óbito em Esclerose Sistêmica é:
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TEXTO
29 de fevereiro
Dois dias a menos e um eventual dia a mais em fevereiro
devem causar problemas,
por exemplo, para os astrólogos, que precisam encaixá-los
em mapas astrais
Jaguar é o mais famoso bissextino que existe, pelo menos para seus amigos e admiradores. Fiz uma pesquisa e descobri que, além do Jaguar, nasceram em 29 de fevereiro de 1932 só mais três pessoas que mereceram ser citadas pelo Google: Gene Golub, matemático, já falecido; Masten Gregory, automobilista, já falecido; e Reri Grist, soprano, ainda viva, todos os três americanos. Posso estar cometendo uma grande injustiça e apenas mostrando minha completa ignorância do mundo dos matemáticos, dos automobilistas e das sopranos, mas nunca ouvi falar de nenhum deles. (Cartas de protesto para a redação). Já o Jaguar está lá: cartunista, brasileiro, vivo e conhecido.
Ser bissexto tem suas desvantagens - menos presentes de aniversário - e suas vantagens: só se fica mais velho de quatro em quatro anos. Inventaram um mês mais curto e um dia extra em certos fevereiros para alinhar o calendário gregoriano com o calendário lunar, ou coisa parecida, numa versão cósmica do jeitinho. Pessoas nascidas em 29 de fevereiro teriam poderes especiais ou características próprias, no caso do Jaguar, seu talento incomum. Mas imagino que dois dias a menos e um eventual dia a mais em fevereiro devem causar problemas, por exemplo, para os astrólogos, que precisam encaixar os dias a menos e a mais em mapas astrais que não têm nada a ver com os volúveis calendários terrestres.
Já contei várias vezes que uma das coisas que eu fazia quando comecei no jornalismo era o horóscopo. Como era um iniciante numa redação sem muitos recursos, me botaram a fazer de tudo, inclusive astrologia amadora. Depois de um dia fazendo de tudo, ainda precisava me concentrar em prever o futuro e orientar a vida profissional e sentimental das pessoas. Tinha pouco tempo e escrevia o que me vinha à cabeça, quase sempre apelando para o humor, e muitas vezes apenas trocando meus conselhos de um signo para outro, aproveitando para sagitário o que no dia anterior servira para leão, por exemplo. Na inocente suposição que cada leitor só lê o que diz seu próprio signo. Mas todo o mundo lê todo o horóscopo todos os dias. Aquele astrólogo metido a engraçadinho não podia durar muito tempo. Foi uma carreira curta. Quer dizer: sei por experiência própria a confusão que os homens provocam entre os astros.
VERÍSSIMO, Luiz Fernando. 29 de fevereiro. Disponível em:
http://oglobo.globo.com/opiniao/29-de -fevereiro-18763526>.
Acessado em: 01 mar. 2016
Só NÃO apresenta função adjetiva a palavra destacada em :
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