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3715328
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
A década de 2010 foi marcada por intensas mudanças
no cenário político brasileiro, incluindo protestos de
massa, investigações de corrupção de grande escala,
mudanças no Poder Executivo e novas diretrizes nas
políticas ambientais e de segurança. Esses eventos
influenciaram fortemente a percepção pública das
instituições e a dinâmica democrática no país.
Com base nesse panorama histórico, assinale a alternativa que apresenta corretamente um fato político ocorrido no Brasil entre 2010 e 2020.
Com base nesse panorama histórico, assinale a alternativa que apresenta corretamente um fato político ocorrido no Brasil entre 2010 e 2020.
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Segundo a Lei Orgânica de Belmonte/SC, o servidor
público estável só perderá o cargo em virtude de:
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A administração municipal de Belmonte passou por
diferentes gestões desde sua criação. Assinale a
alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA
sobre o histórico político do município.
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No Artigo 89 da Lei Orgânica de Belmonte/SC, estão
previstos alguns dos direitos dos servidores municipais.
De acordo com este artigo, a remuneração do trabalho
noturno, inclusive o extraordinário, deve ser:
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A jornada de trabalho conhecida como escala 6×1, que
prevê seis dias consecutivos de trabalho seguidos por
um dia de descanso, tem sido objeto de debate no Brasil.
Sobre as discussões recentes a respeito dessa escala,
assinale a alternativa correta.
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Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta
uma em cada cinco pessoas
A coceira crônica é associada a distúrbios
dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas
também a outras condições médicas, incluindo doença
renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns
casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é
enlouquecedora.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri
(1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo
do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da
feroz coceira que nada consegue aliviar".
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se
identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A
coceira decorrente dessa condição já foi comparada com
um ataque de formigas-de-fogo.
Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser
submetidos a transplantes por não conseguirem lidar
com a sensação de coceira. E alguns pacientes com
câncer param de tomar medicações que salvariam suas
vidas por não suportarem a coceira que esses remédios
lhes causam.
"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade,
eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e
neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em
Mount Sinai de Nova York.
"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor
monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que
simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você
consegue dormir."
A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você
descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda.
Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais
debilitadora.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na
verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua
alta incidência. Já as causas da coceira aguda são
relativamente bem conhecidas.
Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera
venenosa, as células imunológicas da pele liberam
histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos
receptores na superfície dos nervos sensoriais.
Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um
sinal de coceira para a medula espinhal e para o
cérebro.
A coceira aguda é irritante, mas é tratada com
anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os
anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira
crônica.
O resultado é que houve poucos avanços no tratamento
da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida
pela medicina pela primeira vez.
Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira
seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito
errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos
1920.
O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey
(1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes
de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos
chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial
de dor era seguida por outra sensação posterior de
coceira.
Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da
Universidade Washington, identificaram um receptor
dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na
medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos
que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir
coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se
causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os
animais sentiam dores normalmente.
Em outras palavras, os cientistas descobriram um
conjunto de neurônios na medula espinhal que
transmitem especificamente a sensação de coceira para
o cérebro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
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Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta
uma em cada cinco pessoas
A coceira crônica é associada a distúrbios
dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas
também a outras condições médicas, incluindo doença
renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns
casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é
enlouquecedora.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri
(1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo
do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da
feroz coceira que nada consegue aliviar".
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se
identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A
coceira decorrente dessa condição já foi comparada com
um ataque de formigas-de-fogo.
Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser
submetidos a transplantes por não conseguirem lidar
com a sensação de coceira. E alguns pacientes com
câncer param de tomar medicações que salvariam suas
vidas por não suportarem a coceira que esses remédios
lhes causam.
"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade,
eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e
neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em
Mount Sinai de Nova York.
"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor
monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que
simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você
consegue dormir."
A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você
descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda.
Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais
debilitadora.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na
verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua
alta incidência. Já as causas da coceira aguda são
relativamente bem conhecidas.
Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera
venenosa, as células imunológicas da pele liberam
histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos
receptores na superfície dos nervos sensoriais.
Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um
sinal de coceira para a medula espinhal e para o
cérebro.
A coceira aguda é irritante, mas é tratada com
anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os
anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira
crônica.
O resultado é que houve poucos avanços no tratamento
da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida
pela medicina pela primeira vez.
Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira
seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito
errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos
1920.
O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey
(1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes
de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos
chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial
de dor era seguida por outra sensação posterior de
coceira.
Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da
Universidade Washington, identificaram um receptor
dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na
medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos
que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir
coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se
causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os
animais sentiam dores normalmente.
Em outras palavras, os cientistas descobriram um
conjunto de neurônios na medula espinhal que
transmitem especificamente a sensação de coceira para
o cérebro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
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Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta
uma em cada cinco pessoas
A coceira crônica é associada a distúrbios
dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas
também a outras condições médicas, incluindo doença
renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns
casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é
enlouquecedora.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri
(1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo
do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da
feroz coceira que nada consegue aliviar".
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se
identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A
coceira decorrente dessa condição já foi comparada com
um ataque de formigas-de-fogo.
Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser
submetidos a transplantes por não conseguirem lidar
com a sensação de coceira. E alguns pacientes com
câncer param de tomar medicações que salvariam suas
vidas por não suportarem a coceira que esses remédios
lhes causam.
"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade,
eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e
neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em
Mount Sinai de Nova York.
"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor
monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que
simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você
consegue dormir."
A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você
descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda.
Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais
debilitadora.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na
verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua
alta incidência. Já as causas da coceira aguda são
relativamente bem conhecidas.
Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera
venenosa, as células imunológicas da pele liberam
histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos
receptores na superfície dos nervos sensoriais.
Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um
sinal de coceira para a medula espinhal e para o
cérebro.
A coceira aguda é irritante, mas é tratada com
anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os
anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira
crônica.
O resultado é que houve poucos avanços no tratamento
da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida
pela medicina pela primeira vez.
Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira
seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito
errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos
1920.
O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey
(1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes
de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos
chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial
de dor era seguida por outra sensação posterior de
coceira.
Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da
Universidade Washington, identificaram um receptor
dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na
medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos
que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir
coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se
causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os
animais sentiam dores normalmente.
Em outras palavras, os cientistas descobriram um
conjunto de neurônios na medula espinhal que
transmitem especificamente a sensação de coceira para
o cérebro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
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Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta
uma em cada cinco pessoas
A coceira crônica é associada a distúrbios
dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas
também a outras condições médicas, incluindo doença
renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns
casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é
enlouquecedora.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri
(1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo
do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da
feroz coceira que nada consegue aliviar".
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se
identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A
coceira decorrente dessa condição já foi comparada com
um ataque de formigas-de-fogo.
Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser
submetidos a transplantes por não conseguirem lidar
com a sensação de coceira. E alguns pacientes com
câncer param de tomar medicações que salvariam suas
vidas por não suportarem a coceira que esses remédios
lhes causam.
"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade,
eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e
neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em
Mount Sinai de Nova York.
"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor
monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que
simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você
consegue dormir."
A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você
descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda.
Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais
debilitadora.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na
verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua
alta incidência. Já as causas da coceira aguda são
relativamente bem conhecidas.
Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera
venenosa, as células imunológicas da pele liberam
histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos
receptores na superfície dos nervos sensoriais.
Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um
sinal de coceira para a medula espinhal e para o
cérebro.
A coceira aguda é irritante, mas é tratada com
anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os
anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira
crônica.
O resultado é que houve poucos avanços no tratamento
da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida
pela medicina pela primeira vez.
Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira
seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito
errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos
1920.
O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey
(1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes
de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos
chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial
de dor era seguida por outra sensação posterior de
coceira.
Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da
Universidade Washington, identificaram um receptor
dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na
medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos
que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir
coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se
causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os
animais sentiam dores normalmente.
Em outras palavras, os cientistas descobriram um
conjunto de neurônios na medula espinhal que
transmitem especificamente a sensação de coceira para
o cérebro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:
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Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta
uma em cada cinco pessoas
A coceira crônica é associada a distúrbios
dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas
também a outras condições médicas, incluindo doença
renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns
casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é
enlouquecedora.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri
(1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo
do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da
feroz coceira que nada consegue aliviar".
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se
identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A
coceira decorrente dessa condição já foi comparada com
um ataque de formigas-de-fogo.
Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser
submetidos a transplantes por não conseguirem lidar
com a sensação de coceira. E alguns pacientes com
câncer param de tomar medicações que salvariam suas
vidas por não suportarem a coceira que esses remédios
lhes causam.
"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade,
eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e
neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em
Mount Sinai de Nova York.
"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor
monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que
simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você
consegue dormir."
A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você
descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda.
Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais
debilitadora.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na
verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua
alta incidência. Já as causas da coceira aguda são
relativamente bem conhecidas.
Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera
venenosa, as células imunológicas da pele liberam
histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos
receptores na superfície dos nervos sensoriais.
Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um
sinal de coceira para a medula espinhal e para o
cérebro.
A coceira aguda é irritante, mas é tratada com
anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os
anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira
crônica.
O resultado é que houve poucos avanços no tratamento
da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida
pela medicina pela primeira vez.
Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira
seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito
errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos
1920.
O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey
(1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes
de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos
chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial
de dor era seguida por outra sensação posterior de
coceira.
Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da
Universidade Washington, identificaram um receptor
dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na
medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos
que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir
coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se
causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os
animais sentiam dores normalmente.
Em outras palavras, os cientistas descobriram um
conjunto de neurônios na medula espinhal que
transmitem especificamente a sensação de coceira para
o cérebro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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