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Os estudiosos em ensino de História, Jaime e Carla Pinsky, no artigo Por uma história prazerosa e consequente, avaliam que os conteúdos da disciplina foram deixados de lado, a erudição foi considerada esnobe, e a leitura da História foi prejudicada neste contexto simplista.
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla. Por uma história prazerosa e consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo:Contexto, 2003. p. 17- 36.
Entre as propostas apresentadas pelos autores, está:
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“A expressão ‘Milagre Econômico’ foi usada pela primeira vez em relação à Alemanha Ocidental. A rapidez da recuperação desse país na década de 1950 foi tão inesperada que muitos analistas passaram a chamar o fenômeno de ‘Milagre Alemão’. A expressão foi posteriormente repetida para o crescimento japonês na década de 1960. Finalmente, na década de 1970, a expressão ‘Milagre Brasileiro’ passou a ser usado como sinônimo do boom econômico observado desde 1968 - e também como instrumento de propaganda do governo.”
EARP, Fabio Sá; PRADO, Luiz Carlos. O “Milagre” Brasileiro: Crescimento acelerado, Integração Internacional e Distribuição de renda (1967-1973). IN: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília A. N. (orgs), O Brasil Republicano, volume 4, O tempo da ditadura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
Em relação ao Milagre Econômico Brasileiro, analise as seguintes afirmativas:
I. Teve seu início com o lançamento do Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG) sob a responsabilidade dos ministros Roberto Campos e Otávio Gouveia de Bulhões durante o governo do General Castelo Branco.
II. Caracterizou-se pela abertura do país ao capital estrangeiro e pela diminuição da atuação e tamanho do Estado.
III. Durante o período, houve a elevação do crédito à disposição dos consumidores em geral para a aquisição dos bens de consumo duráveis de elevado valor unitário, como automóveis e eletrodomésticos.
IV. Durante o período de vigência do chamado “Milagre Brasileiro”, havia um ambiente externo favorável, devido à grande expansão da economia internacional, melhoria dos termos de troca e crédito externo farto e barato.
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“Na década de 1930, houve a tentativa de ‘abrasileirar’ o Natal, propondo substituir o Papai Noel pela figura do Vovô Índio, um escravo filho de índio com africano que foi criado por uma família branca. O índio esculpia bonecos com os quais ilustrava suas histórias e, no Dia de Reis, dava-os de presente aos seus ouvintes.”
(Disponível em:<http://planorweb.bn.br/BoletinsPLANOR/planor Boletim 14.pdf> . Acesso em: 30 out. 2015.)
Essa tentativa pode ser atribuída aos (à)
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Sobre os dois períodos de governo de Fernando Henrique Cardoso, É CORRETO afirmar que:
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Em 10 de novembro de 1937, tropas da polícia militar cercaram o Congresso e desfechou-se o golpe. Era o começo da ditadura do Estado Novo. Acerca do Estado Novo, considere as afirmativas seguintes:
I. O Estado Novo, do ponto de vista socioeconômico, representou uma aliança da burocracia civil e militar e da burguesia industrial em torno da promoção da industrialização do país sem grandes transformações sociais.
II. A Constituição brasileira de 1937 legalizou a censura prévia aos meios de comunicação. A imprensa, através de legislação especial, foi investida da função de caráter público, tornandose instrumento do Estado e veículo oficial da ideologia estado-novista.
III. A política econômica vigente durante o Estado Novo adotou metas referentes à infraestrutura nas áreas energética e de transportes, à produção de insumos básicos e à indústria automobilística.
IV. No início da década de 1940, ganhou consistência a política trabalhista do Estado Novo com a aprovação de legislação social que ampliou de forma significativa os direitos dos trabalhadores urbanos e rurais.
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O documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental - história, entre os eixos temáticos a serem desenvolvidos no 4º ciclo, propõe o eixo História das representações e das relações de poder.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
É pertinente a esse eixo temático o estudo dos
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Sobre os Eixos Norteadores e Capacidades a serem desenvolvidas no 3º ciclo , o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte estabelece eixos norteadores para se trabalhar a estrutura curricular que se relacionam a capacidades que o aluno deve adquirir.
BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de
Educação. Proposições Curriculares Ensino Fundamental –
História - 3º Ciclo. Belo Horizonte, SMED. 2012. Disponível em:<http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/files.do?evento=download&urlArqPlc=historia2012_-_revisado_semcapa.pdf>
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“Os vitoriosos de 1930 compunham um quadro heterogêneo, tanto do ponto de vista social quanto político. Tinham-se unido contra um mesmo adversário, com perspectivas diversas: os velhos oligarcas, representantes típicos da classe dominante regional [...]”.
FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2002, p.182.
Na interpretação de Boris Fausto, É CORRETO afirmar que a Revolução de 1930
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Eu venho de campos, subúrbios e vilas,
sonhando e cantando, chorando nas filas,
seguindo a corrente sem participar.
Me falta a semente do ler e contar.
Eu sou brasileiro, anseio um lugar,
Suplico que parem, pra ouvir meu cantar.
Você também é responsável,
então me ensine a escrever,
Eu tenho a minha mão domável,
eu sinto a sede do saber. [...]
RIDENTI, Marcelo. Cultura. In: REIS, Daniel Aarão. Modernização, ditadura e democracia (1964-2010), Rio de Janeiro: Objetiva; Madrid: Fundación Mafre, 2014, p.250-251.
Esse trecho é a letra da música de Dom e Ravel intitulada Você também é responsável, gravada em 1969. A canção foi tomada como tema do Mobral (Movimento Brasileiro de Alfabetização) pelo Ministério da Educação.
Em relação ao Mobral, É CORRETO afirmar que:
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O professor da Universidade de Quebec, Canadá, Christian Laville relativiza a importância do ensino de história na formação de consciências e opiniões nas pessoas.
LAVILLE, Christian. A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de história. Revista Brasileira de História. São Paulo. v.19, nº 38, 1999. Disponível em <http://www.scielo.br/ scielo.php?script=scl_arttex&tlng=pt>.Acesso em: 15 set. 2015.
As narrativas do ensino da história, nos tempos atuais, não teriam tanto poder para moldar consciências, pois concorrem com outros fatores que influenciam os cidadãos.
Na análise do autor, o mais importante desses fatores é
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