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No Eixo Temático História das relações sociais da Cultura e do Trabalho para o 3º Ciclo, do documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história, há a orientação para se estudar as relações entre a realidade histórica brasileira, a História da América, da Europa, da África e de outras partes do mundo.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Sobre essa orientação, no que toca aos conteúdos propostos para os estudos acerca das RELAÇÕES DE TRABALHO, analise a pertinência dos temas a seguir:
I. A manufatura espanhola e inglesa.
II. O artesanato.
III. A divisão de trabalho nas culturas agrícolas e urbanas.
IV. A produção de alimentos e de utensílios nas populações indígenas circunscrita apenas à época colonial.
É CORRETO apenas o que se apresenta em
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Sobre a organização curricular do ensino de história no ensino fundamental, o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte, da Prefeitura de Belo Horizonte, afirma que
“Como contribuição para o planejamento do trabalho
docente, são apresentados quadros com as matrizes
curriculares, que trazem sugestões quanto à gradação
no tratamento das capacidades em cada ano do ciclo
e são empregadas as
BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Educação.
Proposições Curriculares Ensino Fundamental – História - 3º Ciclo. Belo
Horizonte, SMED. 2012. Disponível em:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais, estabelecidos pelo Ministério da Educação em 1998, apresentaram os cinco temas transversais para a educação nacional: ética, pluralidade, cultural, saúde, orientação sexual e meio ambiente.
Freitas Neto (2003) avalia que, na prática escolar, dois procedimentos são mais usuais no ensino da História: a abordagem do ensino da História através de eixo temático e a abordagem do ensino da História por meio de temas ou períodos.
FREITAS NETO, José Alves. A Transversalidade e a renovação no ensino de História. In: KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003.
Sobre a utilização dos temas transversais no ensino de historia, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, estabelecendo a relação dos dois procedimentos de abordagem da história com as estratégias de ensino
Coluna I
1.Abordagem por meio de eixo temático
2.Abordagem por meio de temas ou períodos
Coluna II
( ) O problema desta prática é quando o professor segue fielmente a divisão capitular do livro didático, distanciando-se dos alunos e suas vivências.
( ) Propor ao aluno uma construção que não seja a repetição dos fatos, mas a capacidade de refletir os acontecimentos como fruto da ação dos indivíduos em um determinado momento.
( ) O trabalho deve desdobrar-se para inserir a realidade em questões regionais e globais, aguçando a curiosidade e a compreensão da necessidade de uma visão mais ampla para estas questões.
( ) Para que a análise não fique
cronologicamente distante , o
professor pode estabelecer como
um dos momentos de seu eixo
temático da questão da
diversidade cultural , tensões e
conflitos recentes.
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O documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental – história aborda a questão do patrimônio histórico:
“Debater a questão do patrimônio histórico pode remeter às preocupações do mundo de hoje de preservar não só as construções e os objetos antigos, mas também a natureza e as relações dos homens com tudo isso. Pode remeter também para debates sobre as fontes de pesquisa dos estudiosos e para as fontes de informação que sustentam a produção do conhecimento sobre o passado”.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Nesse contexto, as visitas aos museus e às exposições devem possibilitar debates sobre vários temas pertinentes à memória. Analise a pertinência dos temas a seguir:
I. Preservação da memória de lideranças políticas e de heróis nacionais.
II. Preservação das práticas e vivências populares, como as lembranças do Arraial de Canudos.
III. Preservação dos objetos de uso cotidiano, como vestimentas.
IV. Preservação das fotografias das famílias.
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Sobre as capacidades a serem desenvolvidas nos alunos crianças nos estudos históricos, de acordo com o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte, avalie as afirmativas a seguir:
I. O aluno deve iniciar-se na produção de registros de conteúdo histórico primeiramente no livro didático.
II. O aluno deve compreender patrimônio histórico cultural, compreendo-os como registros fundamentais da memória social e das diversas experiências humanas no tempo.
III. O aluno deve estabelecer aproximações entre as experiências vivenciadas e as experiências semelhantes, em outros tempos, em outros espaços e em outras culturas.
IV. O aluno deve perceber a historicidade presente em aspectos diversos da vida social, iniciando o processo de desnaturalização do mundo a sua volta e de compreensão espaço temporal.
BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Educação.
Proposições Curriculares Ensino Fundamental – História - 3º Ciclo. Belo
Horizonte, SMED. 2012. Disponível em:
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O documento Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história, do Ministério da Educação recomenda algumas práticas e procedimentos que podem ser privilegiados em várias situações didáticas.
O documento afirma: “É tarefa do professor criar situações de ensino para os alunos estabelecerem relações entre o presente e o passado, o particular e o geral, as ações individuais e coletivas, os interesses específicos de grupos e as articulações sociais. Podem ser privilegiadas as seguintes situações didáticas (...)”.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental, história. Brasília: MEC/SEF, 1998.
À luz das didáticas sugeridas pelo MEC, analise os itens a seguir:
I. propor aos alunos que organizem suas próprias soluções e estratégias de intervenção na realidade (organização de regras de convívio, atitudes e comportamentos diante de questões sociais, atitudes políticas individuais e coletivas etc.).
II. solicitar resumos orais ou em forma de textos, imagens, gráficos, linhas do tempo, propor a criação de brochuras, murais, exposições e estimular a criatividade expressiva.
III. debater questões do cotidiano e suas relações com contextos mais amplos não se aplica em conteúdos históricos, pois isto estaria em desacordo com o conceito de tempo histórico.
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Nos livros atuais, sejam eles escolares ou não, negar a América indígena e negra, negar as vivências para ressaltar meras sobrevivências, ou pior, aniquilamentos totais, criar a visão dos vencidos, espécie de mescla de Galeano e Soustelle, Las Casas e Prescott: o sentimentalismo redentor e o reducionismo técnico; igreja e laboratório”, avaliam Luiz Fernando Estevam e Marcus Vinicius de Morais. (p. 54)
FERNANDES, Luiz Estevam; MORAIS, Marcus Vinicius de. Renovação da História da América. Por uma história prazerosa e consequente. KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 143 –162.
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Observe os gráficos da pirâmide etária brasileira para os anos de 1960 e 2000.

A partir da observação dos dois gráficos, analise as afirmativas seguintes:
I. Em 2000, a estrutura etária brasileira apresentava o formato “barril”, característico dos países industrializados mais desenvolvidos.
II. Para o período entre 1960 e 2000, não houve alteração na estrutura etária da população idosa brasileira.
III. Entre 1960 e 2000, houve uma redução na base da pirâmide, e a participação das faixas etárias superiores aumentou.
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- SintaxeCrase
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
Cidade Maravilhosa?
Os camelôs são pais de famílias bem pobres, e, então, merecem nossa simpatia e nosso carinho; logo eles se multiplicam por 1000. Aqui em frente à minha casa, na Praça General Osório, existe há muito tempo a feira hippie. Artistas e artesãos expõem ali aos domingos e vendem suas coisas. Uma feira um tanto organizada demais: sempre os mesmos artistas mostrando coisas quase sempre sem interesse. Sempre achei que deveria haver um canto em que qualquer artista pudesse vender um quadro; qualquer artista ou mesmo qualquer pessoa, sem alvarás nem licenças. Enfim, o fato é que a feira funcionava, muita gente comprava coisas – tudo bem. Pois de repente, de um lado e outro, na Rua Visconde de Pirajá, apareceram barracas atravancando as calçadas, vendendo de tudo - roupas, louças, frutas, miudezas, brinquedos, objetos usados, ampolas de óleo de bronzear, passarinhos, pipocas, aspirinas, sorvetes, canivetes. E as praias foram invadidas por 1000 vendedores. Na rua e na areia, uma orgia de cães. Nunca vi tantos cães no Rio, e presumo que muita gente anda com eles para se defender de assaltantes. O resultado é uma sujeira múltipla, que exige cuidado do pedestre para não pisar naquelas coisas. E aquelas coisas secam, viram poeira, unem-se a cascas de frutas podres e dejetos de toda ordem, e restos de peixes da feira das terças, e folhas, e cusparadas, e jornais velhos; uma poeira dos três reinos da natureza e de todas as servidões humanas.
Ah, se venta um pouco o noroeste, logo ela vai-se elevar, essa poeira, girando no ar, entrar em nosso pulmão numa lufada de ar quente. Antigamente a gente fugia para a praia, para o mar. Agora há gente demais, a praia está excessivamente cheia. Está bem, está bem, o mar, o mar é do povo, como a praça é do condor – mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água, com um canivete na barriga alheia, e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e, quando o inocente cidadão pede picolé de manga, eis que ele abre a caixa e de lá puxa a arma. Cada dia inventam um golpe novo: a juventude é muito criativa, e os assaltantes são quase sempre muito jovens.
Rubem Braga
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