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Foram encontradas 69 questões.

1156742 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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Observe o texto a seguir:

enunciado 1156742-1

Em relação à propaganda, é CORRETO afirmar que na frase

 

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1156741 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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Observe os recursos utilizados na construção das diferentes linguagens a seguir:

I – La belle saison, de René Magritte

enunciado 1156741-1

Nessas linguagens, um exercício de natureza metonímica está presente em:

 

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1156740 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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“Parece haver cada vez mais, nos dias de hoje, uma forte tendência a lutar contra as mais variadas formas de preconceito, a mostrar que elas não têm nenhum fundamento racional, nenhuma justificativa, e que são apenas o resultado da ignorância, da intolerância ou da manipulação ideológica. Infelizmente, porém, essa tendência não tem atingido um tipo de preconceito muito comum na sociedade brasileira: o preconceito linguístico. Muito pelo contrário, o que vemos é esse preconceito ser alimentado diariamente em programas de televisão e de rádio, em colunas de jornal e revista, em livros e manuais que pretendem ensinar o que é ‘certo’ e o que é ‘errado’, sem falar, é claro, nos instrumentos tradicionais de ensino da língua: a gramática normativa e os livros didáticos. O preconceito linguístico fica bastante claro numa série de afirmações que já fazem parte da imagem (negativa) que o brasileiro tem de si mesmo e da língua falada por aqui. Outras afirmações são até bem-intencionadas, mas mesmo assim compõem uma espécie de ‘preconceito positivo’, que também se afasta da realidade.”

(BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2003.)

Tendo em vista as ideias de Marcos Bagno e os preceitos da Sociolinguística, só NÃO se constitui mito sobre a língua a ideia presente em:

 

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1156739 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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enunciado 1156739-1

luz da Sociolinguística, o fenômeno retratado nos textos I e II é conhecido como

 

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1156738 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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Marcuschi (2003) entende como inválidas dicotomias que polarizam fala e escrita e defende um continuum entre as duas modalidades. Nessa perspectiva, tanto fala quanto escrita apresentam, EXCETO:
 

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1156737 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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Cidade Maravilhosa?

Os camelôs são pais de famílias bem pobres, e, então, merecem nossa simpatia e nosso carinho; logo eles se multiplicam por 1000. Aqui em frente à minha casa, na Praça General Osório, existe há muito tempo a feira hippie. Artistas e artesãos expõem ali aos domingos e vendem suas coisas. Uma feira um tanto organizada demais: sempre os mesmos artistas mostrando coisas quase sempre sem interesse. Sempre achei que deveria haver um canto em que qualquer artista pudesse vender um quadro; qualquer artista ou mesmo qualquer pessoa, sem alvarás nem licenças. Enfim, o fato é que a feira funcionava, muita gente comprava coisas – tudo bem. Pois de repente, de um lado e outro, na Rua Visconde de Pirajá, apareceram barracas atravancando as calçadas, vendendo de tudo - roupas, louças, frutas, miudezas, brinquedos, objetos usados, ampolas de óleo de bronzear, passarinhos, pipocas, aspirinas, sorvetes, canivetes. E as praias foram invadidas por 1000 vendedores. Na rua e na areia, uma orgia de cães. Nunca vi tantos cães no Rio, e presumo que muita gente anda com eles para se defender de assaltantes. O resultado é uma sujeira múltipla, que exige cuidado do pedestre para não pisar naquelas coisas. E aquelas coisas secam, viram poeira, unem-se a cascas de frutas podres e dejetos de toda ordem, e restos de peixes da feira das terças, e folhas, e cusparadas, e jornais velhos; uma poeira dos três reinos da natureza e de todas as servidões humanas.

Ah, se venta um pouco o noroeste, logo ela vai-se elevar, essa poeira, girando no ar, entrar em nosso pulmão numa lufada de ar quente. Antigamente a gente fugia para a praia, para o mar. Agora há gente demais, a praia está excessivamente cheia. Está bem, está bem, o mar, o mar é do povo, como a praça é do condor – mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água, com um canivete na barriga alheia, e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e, quando o inocente cidadão pede picolé de manga, eis que ele abre a caixa e de lá puxa a arma. Cada dia inventam um golpe novo: a juventude é muito criativa, e os assaltantes são quase sempre muito jovens.

Rubem Braga

A substituição do termo destacado pelo que está entre parêntesis CORRETA em:
 

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1156736 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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Observe a tirinha a seguir.

enunciado 1156736-1

As palavras estão grafadas de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico, EXCETO em:

 

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1156735 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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A função sintática do que em destaque foi corretamente explicitada entre parêntesis, EXCETO em:
 

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1156734 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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Cidade Maravilhosa?

Os camelôs são pais de famílias bem pobres, e, então, merecem nossa simpatia e nosso carinho; logo eles se multiplicam por 1000. Aqui em frente à minha casa, na Praça General Osório, existe há muito tempo a feira hippie. Artistas e artesãos expõem ali aos domingos e vendem suas coisas. Uma feira um tanto organizada demais: sempre os mesmos artistas mostrando coisas quase sempre sem interesse. Sempre achei que deveria haver um canto em que qualquer artista pudesse vender um quadro; qualquer artista ou mesmo qualquer pessoa, sem alvarás nem licenças. Enfim, o fato é que a feira funcionava, muita gente comprava coisas – tudo bem. Pois de repente, de um lado e outro, na Rua Visconde de Pirajá, apareceram barracas atravancando as calçadas, vendendo de tudo - roupas, louças, frutas, miudezas, brinquedos, objetos usados, ampolas de óleo de bronzear, passarinhos, pipocas, aspirinas, sorvetes, canivetes. E as praias foram invadidas por 1000 vendedores. Na rua e na areia, uma orgia de cães. Nunca vi tantos cães no Rio, e presumo que muita gente anda com eles para se defender de assaltantes. O resultado é uma sujeira múltipla, que exige cuidado do pedestre para não pisar naquelas coisas. E aquelas coisas secam, viram poeira, unem-se a cascas de frutas podres e dejetos de toda ordem, e restos de peixes da feira das terças, e folhas, e cusparadas, e jornais velhos; uma poeira dos três reinos da natureza e de todas as servidões humanas.

Ah, se venta um pouco o noroeste, logo ela vai-se elevar, essa poeira, girando no ar, entrar em nosso pulmão numa lufada de ar quente. Antigamente a gente fugia para a praia, para o mar. Agora há gente demais, a praia está excessivamente cheia. Está bem, está bem, o mar, o mar é do povo, como a praça é do condor – mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água, com um canivete na barriga alheia, e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e, quando o inocente cidadão pede picolé de manga, eis que ele abre a caixa e de lá puxa a arma. Cada dia inventam um golpe novo: a juventude é muito criativa, e os assaltantes são quase sempre muito jovens.

Rubem Braga

Em relação a esse texto, é CORRETO afirmar:
 

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1156733 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Belo Horizonte-MG
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“Nos últimos anos, o ensino de Língua Portuguesa vem passando por reformulações teóricas e metodológicas. Dentre elas, muito se tem enfatizado, em propostas curriculares, políticas de avaliação do ensino, de formação do professor, de análise de materiais didáticos, dentre outras, a necessidade de desenvolver as capacidades comunicativas dos alunos em diferentes tipos de situação de uso da linguagem, com o objetivo de ampliar suas possibilidades de participação na vida em sociedade. Grande parte dessas reformulações é fundamentada por uma visão discursiva da linguagem. ”

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE, (SMED).

Proposições Curriculares do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa 3º ciclo. Belo Horizonte: SMED,

2010.

Disponível em: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.doevento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=educacao&tax=8489&lang=pt_BR&pg=5564&taxp=0&. Acesso em 02 nov. 2015

Levando em consideração as suas reformulações teóricas e metodológicas, o ensino atual de Língua Portuguesa propõe o, EXCETO:

 

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