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A professora da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte Joana D’Arc Mártir da França, atenta aos eixos norteadores e capacidades a serem desenvolvidas no 3º ciclo, de acordo com o documento Desafios da formação proposições curriculares Ensino fundamental história rede municipal de educação de Belo Horizonte, vai realizar a seguinte atividade com seus alunos: eles vão visitar o Museu das Minas e Metais, localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Depois, em sala, eles vão trabalhar as vivências proporcionadas pela visita.
Avalie as proposições a seguir sobre o planejamento da atividade por Joana D’arc:
I. Iniciar o seu planejamento, em um trabalho de preparação que começa em sala de aula, com o levantamento das expectativas e conhecimentos prévios dos educandos.
II. Evitar o contato com profissionais ligados aos setores e finalidades educativas da instituição com a qual pretende proporcionar ações educativas, aprendendo com seus profissionais, expondo-lhes seus objetivos e compartilhando uma proposta de ação.
III. Criar estratégias para que, durante a visita, favoreçam um ambiente de aprendizagem e fruição estética, garantindo que os educandos tenham alguma autonomia para construir seus percursos no Museu.
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Durante a década de 1930, “foi assim, com uma política de aproximações alternadas e simultâneas dos Estados Unidos e Alemanha [...] que o Brasil seguiu na sua busca por autonomia procurando tirar proveito da disputa entre os dois países”.
PINHEIRO, Letícia. Política Externa Brasileira (1889-2002). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 23-24
O elemento que definiu a alteração desse posicionamento da política externa brasileira foi a
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Em 9 de janeiro de 2003, foi aprovada a Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afrobrasileira nos níveis fundamental e médio. De acordo com a Lei, os currículos devem incluir "o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política (…)"
Mônica Lima questiona:
“Por que uma lei para fazer valer conteúdo tão fundamental na história, especialmente na história nacional? O fato é que nossos antigos historiadores trataram indevidamente, ou ignoraram, a participação africana em nossa formação, influenciados por preconceitos originários da sociedade escravista, entre os quais os ideais de branqueamento da população brasileira nutridos, desde meados do século XIX, por boa parte das elites nacionais”.
LIMA, Mônica. A África na sala de aula, 8 de julho de 2015,
Blog Prof. Márcio Ramos. Disponível em:<htpp://profmarcionamos.blogspot.com.br/2015/07/a-africa-na-sala- de-aula.html>
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Entre as capacidades a serem desenvolvidas nos alunos, está a percepção da historicidade, percebida como elemento que está na vida social.
BELO HORIZONTE, Prefeitura Municipal. Secretaria
Municipal de Educação. Proposições Curriculares Ensino
Fundamental – História - 3º Ciclo. Belo Horizonte, SMED.
2012. Disponível
em:<http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/files.do?evento=download&urlArqPlc=historia2012_-_revisado_semcapa.pdf>
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Observe o cartum de Henfil

No dia 25 de outubro de 2015, completaram-se 40 anos da morte do jornalista Wladimir Herzog em uma prisão do DOI-CODI, em São Paulo. Preso, torturado e morto sob a alegação de pertencer ao Partido Comunista Brasileiro, sua morte foi encenada para parecer suicídio.
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Ângela de Castro Gomes, ao comentar sobre a visão historiográfica que classifica a República do pós-45 como populista, aponta que é fundamental indagar pela construção dessa nomeação e sua divulgação. Sobre essa trajetória do conceito de populismo, para Castro, analise as afirmativas seguintes:
I. A palavra “populismo” e seus derivados não integravam o vocabulário da política brasileira até os anos 1950. Tais termos começaram a circular, tanto na imprensa, quanto em textos acadêmicos, mais ou menos por volta do ano de 1953, ou com um sentido valorativo muito ambivalente, ou com uma conotação positiva.
II. Nos textos acadêmicos, a palavra também surgiu mais ou menos por volta de 1953, referindo-se às figuras de Vargas e de Goulart, e o termo era diagnosticado como uma característica que era positiva em termos de política eleitoral, pois dava acesso a um grande número de votos. Ser “populista” significava ser “popular”, estar se comunicando com o “povo”, mais especificamente com o povo trabalhador.
III. O discurso político no pós-64 produziu uma tipologia de populismos no Brasil que, embora reconheça as diferenças entre os vários tipos, mantinha como ponto fundamental o diagnóstico de uma relação social de dominação, na qual, de um lado, existe a contínua presença de elites políticas personalistas e voltadas para “seus” interesses; e, de outro, um povo fundamentalmente crédulo, apático e/ou inconsciente, sempre capaz de ser manipulado/enganado.
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- História do BrasilRepública de 1954 a 1964
- História do BrasilRegime Militar (1964:1984)
- História do BrasilNova RepúblicaGoverno Sarney
- História do BrasilNova RepúblicaGoverno Collor e o Impeachment
- História do BrasilNova RepúblicaGovernos FHC
- História do BrasilNova RepúblicaGovernos Lula e Dilma
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Observe a charge abaixo:

O caricaturista Fortuna publicou essa charge em 2 denovembro de 1965, Dia de Finados, no jornal cariocaCorreio da Manhã.
A charge contextualiza um momento do movimentoiniciado por civis e militares em 31 de março de 1964.Sobre esse momento, analise as afirmativas seguintes:
I. O Ato Institucional nº. 2 (AI-2), de outubro de 1965,determinou o fim dos partidos políticos criados aofinal do Estado Novo.
II. O governo Costa e Silva regulamentou aorganização de dois partidos: o MovimentoDemocrático Brasileiro (MDB) e a AliançaRenovadora Nacional (Arena). De modo geral, oMDB assumiu o papel de partido de oposição, e aArena se tornou o partido do governo.
III. A formação da Aliança Renovadora Nacional(Arena) reuniu políticos não só da UDN e do PSD,mas também de outros partidos, tornando-se umagrande expressão do apoio civil à ditadura e umaevidência do seu caráter civil-militar.
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O estudioso José Alves de Freitas Neto (2003) propõe renovações no ensino de História com a implantação dos eixos temáticos transversais preconizados pelo Ministério da Educação no documento Parâmetros Curriculares Nacionais, de 1998.
FREITAS NETO, José Alves. A Transversalidade e a renovação no ensino de História. In: KARNAL, Leandro (org.). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003.
Sobre as propostas de trabalho com os temas transversais apresentados pelo autor, analise os itens abaixo que trazem essas propostas:
I. valorizar o aluno e seu universo.
II. ser possível estudar tudo e assim o professor poderá contemplar toda a história.
III. saber identificar o esgotamento de um tópico pela maturidade, envolvimento e proximidade com o que foi vivido pelos alunos.
IV. dar a dimensão de que o conhecimento histórico é um meio para compreender o mundo e as questões da atualidade
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