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ENTENDA A 'MENTALIDADE DE TURBA'.
CONCEITO QUE AJUDA A EXPLICAR A AÇÃO DE GRUPOS VIOLENTOS
Psiquiatras explicam que pessoas mudam de comportamento quando estão, por exemplo, em um grupo violento e agressivo, como vemos em brigas de torcidas organizadas de futebol.
O psiquiatra Alexandre Valverde diz que uma pessoa que não necessariamente teria coragem de quebrar uma vidraça acaba fazendo ao ver outros com a mesma atitude. O especialista explica que o termo têm nome e é chamado de "mentalidade de turba", quando as pessoas tendem a ter comportamentos similares quando estão em grupo pois sentem que a responsabilidade individual é menor.
Segundo Valverde, a "mentalidade de rebanho", como também é conhecida, caracteriza-se quando as pessoas querem sentir-se parte do grupo pois acreditam que estão todos lutando por um bem em comum.
Compilado. Giovanna BaloghDisponível em [https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/01/entenda-a- mentalidade-
de-turba-conceito-que-ajuda-explicar-a-acao-de-grupos-violentos.shtml, consultado em 7.2.2023.
Produziu-se no texto original uma alteração, introduzindo-se um desvio à norma culta no que se refere à concordância verbal.
Tal fragmento está reproduzido em qual alternativa?
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ENTENDA A 'MENTALIDADE DE TURBA'.
CONCEITO QUE AJUDA A EXPLICAR A AÇÃO DE GRUPOS VIOLENTOS
Psiquiatras explicam que pessoas mudam de comportamento quando estão, por exemplo, em um grupo violento e agressivo, como vemos em brigas de torcidas organizadas de futebol.
O psiquiatra Alexandre Valverde diz que uma pessoa que não necessariamente teria coragem de quebrar uma vidraça acaba fazendo ao ver outros com a mesma atitude. O especialista explica que o termo têm nome e é chamado de "mentalidade de turba", quando as pessoas tendem a ter comportamentos similares quando estão em grupo pois sentem que a responsabilidade individual é menor.
Segundo Valverde, a "mentalidade de rebanho", como também é conhecida, caracteriza-se quando as pessoas querem sentir-se parte do grupo pois acreditam que estão todos lutando por um bem em comum.
Compilado. Giovanna BaloghDisponível em [https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/01/entenda-a- mentalidade-
de-turba-conceito-que-ajuda-explicar-a-acao-de-grupos-violentos.shtml, consultado em 7.2.2023.
Da leitura do texto concluímos que a "mentalidade de turba":
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Disponível em [http://www.arionaurocartuns.com.br/search?q=chargo+colular+consumo), consultado em 7.2.2023.
Considere os fragmentos a seguir.
I. "Chegou o novo celular da moda".
II. "Legal! Vou comprar".
Os tempos verbais nos fragmentos I e II, indicam, respectivamente:
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Disponível em [http://www.arionaurocartuns.com.br/search?q=chargo+colular+consumo), consultado em 7.2.2023.
Na charge acima podemos constatar uma crítica:
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A QUÍMICA DA FELICIDADE
Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder.
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para reaparecer tempos depois.
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio social- os critérios usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma nação.
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38a posição; e os países mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão - o percentual mais alto da União Europeia.
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de deprimidos na sociedade segue crescendo.
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior parte dos antidepressivos trata.
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos a testes e passaram.
O mais provável é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais complexos do que se imagina.
Compilado e adaptado. Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em [https://super.abril.com.br/
ciencia/ a-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.
A correta interpretação do fragmento, considerando-se o contexto, deu-se apenas em qual alternativa?
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A QUÍMICA DA FELICIDADE
Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder.
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para reaparecer tempos depois.
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio social- os critérios usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma nação.
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38a posição; e os países mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão - o percentual mais alto da União Europeia.
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de deprimidos na sociedade segue crescendo.
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior parte dos antidepressivos trata.
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos a testes e passaram.
O mais provável é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais complexos do que se imagina.
Compilado e adaptado. Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em [https://super.abril.com.br/
ciencia/ a-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.
"ela começa a escorrer como areia por entre os dedos" - a regência do verbo em destaque está de acordo com a nossa gramática normativa.
Aponte em qual das alternativas a seguir ocorre um desvio da norma culta no tocante à regência verbal.
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A QUÍMICA DA FELICIDADE
Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder.
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para reaparecer tempos depois.
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio social- os critérios usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma nação.
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38a posição; e os países mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão - o percentual mais alto da União Europeia.
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de deprimidos na sociedade segue crescendo.
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior parte dos antidepressivos trata.
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos a testes e passaram.
O mais provável é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais complexos do que se imagina.
Compilado e adaptado. Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em [https://super.abril.com.br/
ciencia/ a-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.
Avalie as afirmações a seguir.
I. Os critérios utilizados pelo World Happiness Report para medir o grau de felicidade de uma nação foram baseados em critérios apresentados nas obras do escritor brasileiro Machado de Assis.
II. O Brasil lidera o ranking dos países mais felizes do mundo, tendo à frente apenas Finlândia, Dinamarca e Islândia.
III. O aumento no consumo dos antidepressivos, apesar dos comprovados efeitos colaterais que produzem, reduziu substancialmente a porcentagem de indivíduos deprimidos.
IV. Cientistas ingleses, que revisaram os dados de 17 grandes estudos, publicaram um trabalho no qual avaliaram não existir relação entre a depressão e baixos índices de serotonina no cérebro.
Representa conclusão possível da leitura do texto o afirmado em:
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A QUÍMICA DA FELICIDADE
Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder.
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para reaparecer tempos depois.
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio social- os critérios usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma nação.
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38a posição; e os países mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão - o percentual mais alto da União Europeia.
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de deprimidos na sociedade segue crescendo.
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior parte dos antidepressivos trata.
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos a testes e passaram.
O mais provável é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais complexos do que se imagina.
Compilado e adaptado. Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em [https://super.abril.com.br/
ciencia/ a-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.
"A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos" - o termo sublinhado, da forma que está grafado, foi corretamente empregado, considerando-se a norma culta da língua, apenas em qual das frases abaixo?
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A QUÍMICA DA FELICIDADE
Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder.
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para reaparecer tempos depois.
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio social- os critérios usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma nação.
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38a posição; e os países mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão - o percentual mais alto da União Europeia.
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de deprimidos na sociedade segue crescendo.
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior parte dos antidepressivos trata.
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos a testes e passaram.
O mais provável é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais complexos do que se imagina.
Compilado e adaptado. Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em [https://super.abril.com.br/
ciencia/ a-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.
Para Machado de Assis, a felicidade:
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A QUÍMICA DA FELICIDADE
Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder.
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para reaparecer tempos depois.
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio social- os critérios usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma nação.
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38a posição; e os países mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão - o percentual mais alto da União Europeia.
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de deprimidos na sociedade segue crescendo.
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior parte dos antidepressivos trata.
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos a testes e passaram.
O mais provável é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais complexos do que se imagina.
Compilado e adaptado. Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em [https://super.abril.com.br/
ciencia/ a-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.
Analise as sentenças abaixo.
I. "você provavelmente hesitou um pouquinho".
II. "Porque a felicidade é fugidia":
Para que não haja alteração no sentido do texto, os termos sublinhados nos excertos I e II podem ser substituídos, respectivamente, por:
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