Foram encontradas 29 questões.
É chamado Plano de Contas o conjunto de contas criado pelo contador para atender às necessidades de registro das transações dos eventos econômicos.
De acordo com os conceitos relacionados a Plano de Contas, relacione as colunas abaixo com base no exemplo de estrutura de Balanço Patrimonial, apresentado a seguir (considerando a conta “1.” para o Ativo e a conta “2.” para o Passivo) e, em seguida, marque a alternativa CORRETA:

| (1) | 1.1.2 | ( ) | Fornecedores |
| (2) | 1.2.2 | ( ) | Empréstimos |
| (3) | 2.1.1 | ( ) | Bancos |
| (4) | 2.1.3 | ( ) | Veículos |
| (5) | 2.2.1 | ( ) | IPI a recolher |
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a Lei Orgânica do Município de Betim.
São Poderes do Município, independentes e harmônicos entre si:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Suponha que Paulo precisa de R$ 39.744,00, daqui a 11 meses, para complementar o pagamento de seu novo apartamento. Considere uma aplicação que rende 2,2% ao mês. Com Capitalização Simples, a quantia que ele precisa investir hoje nesta aplicação para ter daqui a 11 meses o montante que precisa é de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Seu apartamento é feliz?
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas muitas vezes vivem em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que ela pretende explorar.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2011. p.126)
Analise as proposições a seguir e indique (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Ao se adquirir um imóvel, não é importante observar aspectos práticos, como tamanho, localização e estado de conservação.
( ) O êxito de uma decoração está relacionado à dedicação e à afetividade do proprietário ao fazê-la.
( ) O objetivo de uma decoração de ambientes é promover a felicidade dos moradores.
( ) Observar os aspectos funcionais é condição suficiente para morar bem.
( ) O êxito de uma decoração está relacionado à dedicação e à afetividade do proprietário ao fazê-la.
( ) O objetivo de uma decoração de ambientes é promover a felicidade dos moradores.
( ) Observar os aspectos funcionais é condição suficiente para morar bem.
A opção CORRETA é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao Município de Betim, compete, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Seu apartamento é feliz?
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas muitas vezes vivem em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes?(A) Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza?(B) Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?(D)
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?(C)
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que ela pretende explorar.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2011. p.126)
No texto há o predomínio da subjetividade e, em determinado trecho, a autora questiona seu potencial leitor.
Isso ocorre em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Seu apartamento é feliz?
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas muitas vezes vivem em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que ela pretende explorar.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2011. p.126)
As afirmações a seguir referem-se a este trecho: “Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé.”
I- Há referência à linguagem cartorial, porém o trecho grifado não surte efeito, pois está desvinculada de seu contexto de uso.
II- A autora se utiliza de linguagem cartorial, porém relaciona o conteúdo do trecho grifado a elementos afetivos do seu cotidiano.
III- A seriedade do contexto em que normalmente é usado o trecho grifado contrasta com a linguagem adotada no restante do texto.
II- A autora se utiliza de linguagem cartorial, porém relaciona o conteúdo do trecho grifado a elementos afetivos do seu cotidiano.
III- A seriedade do contexto em que normalmente é usado o trecho grifado contrasta com a linguagem adotada no restante do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Conforme estabelece a Constituição do Estado de Minas Gerais, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do Documento
A questão refere-se ao texto a seguir.
AMJAI
Associação de Moradores do Jardim Arco-Íris
Fundada em 01/10/1987 – CNPJ ---------------
Sede Provisória: Rua --------- nº---- Bairro-----
Rodovia ------------ - São Pedro da Aldeia – RJ
Telefone:---------- Site:----------------------------
Associação de Moradores do Jardim Arco-Íris
Fundada em 01/10/1987 – CNPJ ---------------
Sede Provisória: Rua --------- nº---- Bairro-----
Rodovia ------------ - São Pedro da Aldeia – RJ
Telefone:---------- Site:----------------------------
Ofício nº: 005/10
São Pedro da Aldeia, 24 de Maio de 2010.
Assunto: Solicitação de ronda policial com patrulha móvel.
Senhor Comandante,
Solicitamos através deste, a possibilidade dessa nobre instituição disponibilizar uma patrulha móvel neste bairro, já que temos grandes índices de arrombamentos e furtos de residências.
1. Essa viatura poderia ser a mesma que se encontra hoje estacionada em frente ao condomínio Portal da Âncora, Km 105, mais precisamente na saída da via lagoa.
2. Sabemos da grande demanda e da deficiência deste comando, porém, pedimos uma análise criteriosa da situação, haja vista que nos períodos de feriados os índices de vandalismos aumentam.
Certo da colaboração do seu comando, aproveitamos o ensejo para expressar a Vossa Senhoria os protestos de elevada estima e admiração.
Fulano de Tal
Presidente
Presidente
A Sua Senhoria o Senhor
Ten. Cel. -------------
Comandante do 25º BPM de Cabo Frio
Rua ---- nº -----
CEP.----- Cabo Frio – RJ
Ten. Cel. -------------
Comandante do 25º BPM de Cabo Frio
Rua ---- nº -----
CEP.----- Cabo Frio – RJ
(Fonte: http://amjaispa.webnode.com.br/album/oficios-enviados/oficio-005-jpg/.Acesso em 30.abr.2012)
Para responder à questão, analise as proposições e assinale a opção CORRETA:
I. A escolha do gênero ofício está inadequada, já que se trata de comunicação emitida por entidade privada destinada a órgão público.
II. As informações do destinatário no cabeçalho do documento são opcionais.
III. A correspondência foi redigida corretamente, atentando para a forma e estrutura do padrão ofício.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
AMJAI
Associação de Moradores do Jardim Arco-Íris
Fundada em 01/10/1987 – CNPJ ---------------
Sede Provisória: Rua --------- nº---- Bairro-----
Rodovia ------------ - São Pedro da Aldeia – RJ
Telefone:---------- Site:----------------------------
Associação de Moradores do Jardim Arco-Íris
Fundada em 01/10/1987 – CNPJ ---------------
Sede Provisória: Rua --------- nº---- Bairro-----
Rodovia ------------ - São Pedro da Aldeia – RJ
Telefone:---------- Site:----------------------------
Ofício nº: 005/10
São Pedro da Aldeia, 24 de Maio de 2010.
Assunto: Solicitação de ronda policial com patrulha móvel.
Senhor Comandante,
Solicitamos através deste, a possibilidade dessa nobre instituição disponibilizar uma patrulha móvel neste bairro, já que temos grandes índices de arrombamentos e furtos de residências.
1. Essa viatura poderia ser a mesma que se encontra hoje estacionada em frente ao condomínio Portal da Âncora, Km 105, mais precisamente na saída da via lagoa.
2. Sabemos da grande demanda e da deficiência deste comando, porém, pedimos uma análise criteriosa da situação, haja vista que nos períodos de feriados os índices de vandalismos aumentam.
Certo da colaboração do seu comando, aproveitamos o ensejo para expressar a Vossa Senhoria os protestos de elevada estima e admiração.
Fulano de Tal
Presidente
Presidente
A Sua Senhoria o Senhor
Ten. Cel. -------------
Comandante do 25º BPM de Cabo Frio
Rua ---- nº -----
CEP.----- Cabo Frio – RJ
Ten. Cel. -------------
Comandante do 25º BPM de Cabo Frio
Rua ---- nº -----
CEP.----- Cabo Frio – RJ
(Fonte: http://amjaispa.webnode.com.br/album/oficios-enviados/oficio-005-jpg/.Acesso em 30.abr.2012)
Há erro de construção em: “... já que temos grandes índices de arrombamentos e furtos de residências”, pois as residências não são furtadas, mas sim os furtos ocorrem nas residências.
Seria mais correto, portanto, “arrombamentos e furtos a residências”.
Erros semelhantes também ocorreram em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container