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Utilize os dispostos sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) lançada em 2017, para responder as Questões 29 e 30.
“A Música é a expressão artística que se materializa por meio dos sons, que ganham forma, sentido e significado no âmbito tanto da sensibilidade subjetiva quanto das interações sociais, como resultado de saberes e valores diversos estabelecidos no domínio de cada cultura. A ampliação e a produção dos conhecimentos musicais passam pela percepção, experimentação, reprodução, manipulação e criação de materiais sonoros diversos, dos mais próximos aos mais distantes da cultura musical dos alunos”.
(BRASIL, 2017, p.198)
No Ensino Fundamental II, segundo a BNCC, se espera um aprofundamento das aprendizagens com vistas a possibilitar aos estudantes maior autonomia nas experiências, assegurando aos alunos a ampliação de suas interações com manifestações artísticas e culturais nacionais e internacionais, de diferentes épocas e contextos. Dessa forma, dentre os objetivos da unidade temática Música na BNCC para os estudantes do Ensino Fundamental II está/estão
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Utilize os dispostos sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) lançada em 2017, para responder as Questões 29 e 30.
“A Música é a expressão artística que se materializa por meio dos sons, que ganham forma, sentido e significado no âmbito tanto da sensibilidade subjetiva quanto das interações sociais, como resultado de saberes e valores diversos estabelecidos no domínio de cada cultura. A ampliação e a produção dos conhecimentos musicais passam pela percepção, experimentação, reprodução, manipulação e criação de materiais sonoros diversos, dos mais próximos aos mais distantes da cultura musical dos alunos”.
(BRASIL, 2017, p.198)
Sabendo que a BNCC trabalha habilidades para cada ano letivo, dentro da unidade temática de Música, uma dessas habilidades a serem desenvolvidas no Ensino Fundamental I está voltada para
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Bom Jesus-RN
Em julho de 2021 foi confirmada a criação do Museu da Música Potiguar Brasileira. Sobre isso Leide Câmara, pesquisadora e organizadora do Dicionário da Música do Rio Grande do Norte, lançado em 2011, disse que será possível conhecer a música potiguar em todos os gêneros, segmentos e desdobramentos. O cantor e compositor Pedro Mendes acredita que o museu pode ser um divisor de águas na exposição da música potiguar. “É preciso mostrar que a nossa música não começa com Tonheca Dantas. Antes disso tem os folguedos, as rodas, as músicas dos índios e dos negros.”.
Quando Leide Câmara e Pedro Mendes defendem o conhecimento da música potiguar e a importância de contextualização do começo da música no RN, estão manifestando a necessidade de valorizarmos as origens. Em relação a esse posicionamento, pode-se pensar em uma raiz mais antiga, local, mas que chegou a ser personagem de textos ficcionais de Mário de Andrade. O encontro entre Mário de Andrade e o homem que inspirou esse personagem está registrado no livro “O turista aprendiz”. Este fato refere-se a:
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Observe a tabela abaixo.

Entendendo que a figura da linha (A1) semibreve vale 1 tempo de duração musical, as relações entre as figuras, notas e pausas representadas na tabela estabelecem que
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Bom Jesus-RN
O forró se consagrou nacionalmente na década de 1940 a partir do sucesso mercadológico de Luiz Gonzaga. Posteriormente artistas como Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino e Marinês ampliaram o repertório do gênero. Assim marcou o tema sertanejo no mercado ancorado na ideia de autoria e mitificação de alguns artistas representantes do gênero. Na década de 1990, bandas de forró passam a atuar no mercado nordestino e nacional, promovendo alteração nos referenciais estéticos, ideológicos e comerciais do gênero. Dá-se início ao chamado “forró eletrônico” tendo como marco a estruturação da banda “Mastruz com Leite”, pelo empresário e produtor cearense Emanoel Gurgel, que montou um sistema de controle total a partir de rádios via satélite, para criar e divulgar produtos musicais e construir marcas sonoras em grandes shows.
O êxito no lançamento desta e de outras bandas de “forró eletrônico” no mercado musical
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O início do século XX foi o grande marco para o surgimento de procedimentos didáticos e metodológicos na pedagogia musical. Sabemos que Carl Orff, Villa-Lobos, Kodály e Koellreuter são alguns desse pesquisadores que contribuiram para o amadurecimento do ensino musicais. (Paz, 2013).
Na construção de princípios para educação musical, a concepção de
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A textura musical é muitas vezes associada a “tecido”, no sentido da forma com que os fios sonoros são tecidos. Assim, temos diferentes formas de textura exemplificadas pelo canto individual, mantras indianos, cantos com acompanhamento, cantos corais, cantochão dos monges medievais, que dão origem à divisão em pelo menos 3 formas de tessitura: monofônica, homofônica e polifônica. Esta divisão entende que
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Observe a imagem a seguir.

Em relação aos princípios básicos da partitura ilustrado pela imagem acima, é correto afirmar que:
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Os primeiros instrumentos musicais eram de osso, pedaços de madeira, bambu ou conchas gerando flautas, trombetas de concha, tambores e apitos. Os de metal e de corda surgiram entre 5 mil e 4mil anos atrás, e eram soprados, percutidos, sacudidos ou dedilhados. Tanto foi a evolução tecnológica dos instrumentos musicais que chegamos a diversas classificações, ou seja, uma organologia que leva em consideração características melódicas, tímbricas, mecanismos das vibrações, diferentes frequências ou identificação dos sons. Pensando na natureza do vibrador (forma de produção do som) temos os: idiofones, membranofones, aerofones, cordofones, eletrofones e instrumentos complexos.
Para produção dos sons, os instrumentos do tipo
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Segundo Violeta Gainza uma das principais tarefas da Educação Musical consiste em estudar para chegar a influenciar positivamente a conduta do ser humano em relação ao som e à música diante da enorme diversidade cultural e inclusiva, já que “através do ritmo a música afeta o indivíduo a nível corporal, pela melodia chega a sua afetividade, por sua harmonia e estrutura formal e artística desperta (...) uma resposta superior de ordem mental ou supramental.” (GAINZA, 1977, p.7). Nesse sentido, ela classifica o processo musical em três fases (sincrética, analítica e sintética), considerando três possibilidades de educação (sentido, razão e sentimento) que torne a educação musical uma abordagem integral e holística ao ser humano.
A partir da reflexão e conceitos de Gainza no processo de educação musical proposto, é correto concluir:
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