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Foram encontradas 185 questões.

2116789 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Segundo Bellotto (2007), há três idades documentais que compõem o ciclo vital dos documentos de arquivo. Em relação a esse ciclo vital, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2116788 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Um campo de futebol tem as medidas conforme a figura a seguir:

Enunciado 2116788-1

O perímetro desse campo é igual a:

 

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2116786 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A questão refere-se ao texto abaixo.

A triste história de Vivien Leigh

Por Ana Cláudia Paixão

Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.

Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.

Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.

Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.

A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.

A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter perdido Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.

(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:

I. No primeiro parágrafo, a dupla vírgula separa um adjunto adverbial.

II. No segundo parágrafo, o primeiro parêntese poderia ser substituído por um travessão, e o segundo, omitido, pois eles separam uma expressão explicativa.

III. No último parágrafo, o uso das aspas deve-se ao uso de uma palavra proveniente do discurso de terceiros.

Quais estão corretas?

 

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2116785 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A questão refere-se ao texto abaixo.

A triste história de Vivien Leigh

Por Ana Cláudia Paixão

Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.

Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.

Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.

Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.

A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.

A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter perdido Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.

(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica uma palavra que NÃO poderia substituir o vocábulo “desequilibrada”, pois haveria alteração do sentido original do texto.

 

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Uma das primeiras medidas do Governo Bolsonaro, logo após tomar posse em janeiro de 2019, foi a extinção do Ministério da Cultura (MinC) e sua substituição por uma Secretaria Especial da Cultura. Ocuparam o cargo de Secretário(a) desta pasta:

I. Carla Zambelli.

II. Regina Duarte.

III. Ricardo Braga.

IV. Roberto Alvim.

Quais estão corretos?

 

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2116783 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS

A questão refere-se ao texto abaixo.

O que vai ser da Amazônia?

Eu já lidei com o desmatamento. Lembro que, em 2015, acordava na região onde trabalho, meu cabelo tomado pelo cheiro da fumaça, igual quando a gente ia pra noitada na década de 1990 e voltava com o cheiro do cigarro impregnado na roupa! Agora, é a mesma coisa, só que na Amazônia. E o que estava acontecendo não era porque tinha alguém fumando no meu quarto. Era simplesmente porque estava acontecendo o maior churrasco da maior floresta tropical do mundo. Ela estava sendo queimada, e o cheiro da fumaça fedia por todo o meu corpo. O carro ficava coberto de fuligem. Eu tinha que jogar água no vidro pra limpá-lo e, assim, conseguir enxergar. Eu dirigia com o farol alto e o pisca alerta ligado porque não via nada. Então, eu dirigia bem devagar para evitar algum acidente.

Um dos motivos pelos quais as pessoas têm problemas respiratórios é o efeito dessa fumaça demasiadamente tóxica. Em anos de muitas queimadas e desenfreado desmatamento, constata-se um aumento de 200% no atendimento hospitalar de crianças com problemas respiratórios. E criança não vai sozinha em busca de atendimento médico. Ela precisa do pai ou da mãe, que vai parar a sua atividade econômica para levá-la ao hospital.

Um estudo da Fiocruz mostra que, em maio e junho de 2019, o SUS teve um custo extra de 1,5 milhão de reais por conta de problemas respiratórios decorrentes das fumaças da Amazônia. Ou seja, a gente gera um custo extra ao SUS por causa dos problemas respiratórios. Além disso, essa fumaça é tão tóxica que pode destruir o DNA das células do pulmão e aumentar as chances de incidência de câncer no aparelho pulmonar.

2020 foi um ano muito diferente. A gente tem uma pandemia de um vírus que ataca o sistema respiratório. Então, a gente está juntando um aumento do desmatamento, que significa o aumento de uma fumaça tóxica, com uma pandemia já existente e que também ataca o pulmão. Com certeza, é muito sério o que o Brasil está passando. Porém, isso não se restringe ao nosso país. A devastação da Amazônia pode acarretar desequilíbrios inimagináveis no planeta inteiro... As pesquisas comprovam que, de janeiro a abril de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, houve um aumento de aproximadamente 55% no desmatamento. Em 2019, porém, já havia sido registrado um aumento de mais de 200% das queimadas em relação a 2018. Já pensou? É assustador! Não podemos ficar calados diante desse cenário gritante. A natureza está implorando por clemência da nossa parte. Se não houver forças para frear esses homens devastadores, não demorará tanto tempo e poderá vir algo ainda mais sério do que o coronavírus e que causará a morte de um número ainda maior de pessoas!

Basta que olhemos um pouco pra trás no tempo. Só do início do século até agora já houveram surtos imensos de Ebola, SARS e H1N1, e agora veio o coronavírus, sem contar os males provocados pela proliferação de dengue, Zika e Chikungunya. Perceba, meu prezado leitor! De 2000 a 2020 são apenas 20 anos. Continuando com a perversidade que está estampada nos telejornais, o que podemos esperar para os anos 2025, 2026?

É muito, muito sério o que estamos enfrentando, e a última coisa que eu faria num momento como esse é ficar calado. Informações de qualidade precisam chegar aos olhos e ouvidos de um número cada vez maior de pessoas! É assim que o processo de elevação de consciência coletiva acontece. Concluo com a frase dita pelo querido Chico Mendes, esse homem maravilhoso que lutou a vida inteira por uma sociedade mais justa e feliz: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/o-que-vai-ser-da-amazonia-em-2020/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Com base estritamente no que é expresso pelo texto, é correto afirmar que:

 

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2116782 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS

A questão refere-se ao texto abaixo.

O que vai ser da Amazônia?

Eu já lidei com o desmatamento. Lembro que, em 2015, acordava na região onde trabalho, meu cabelo tomado pelo cheiro da fumaça, igual quando a gente ia pra noitada na década de 1990 e voltava com o cheiro do cigarro impregnado na roupa! Agora, é a mesma coisa, só que na Amazônia. E o que estava acontecendo não era porque tinha alguém fumando no meu quarto. Era simplesmente porque estava acontecendo o maior churrasco da maior floresta tropical do mundo. Ela estava sendo queimada, e o cheiro da fumaça fedia por todo o meu corpo. O carro ficava coberto de fuligem. Eu tinha que jogar água no vidro pra limpá-lo e, assim, conseguir enxergar. Eu dirigia com o farol alto e o pisca alerta ligado porque não via nada. Então, eu dirigia bem devagar para evitar algum acidente.

Um dos motivos pelos quais as pessoas têm problemas respiratórios é o efeito dessa fumaça demasiadamente tóxica. Em anos de muitas queimadas e desenfreado desmatamento, constata-se um aumento de 200% no atendimento hospitalar de crianças com problemas respiratórios. E criança não vai sozinha em busca de atendimento médico. Ela precisa do pai ou da mãe, que vai parar a sua atividade econômica para levá-la ao hospital.

Um estudo da Fiocruz mostra que, em maio e junho de 2019, o SUS teve um custo extra de 1,5 milhão de reais por conta de problemas respiratórios decorrentes das fumaças da Amazônia. Ou seja, a gente gera um custo extra ao SUS por causa dos problemas respiratórios. Além disso, essa fumaça é tão tóxica que pode destruir o DNA das células do pulmão e aumentar as chances de incidência de câncer no aparelho pulmonar.

2020 foi um ano muito diferente. A gente tem uma pandemia de um vírus que ataca o sistema respiratório. Então, a gente está juntando um aumento do desmatamento, que significa o aumento de uma fumaça tóxica, com uma pandemia já existente e que também ataca o pulmão. Com certeza, é muito sério o que o Brasil está passando. Porém, isso não se restringe ao nosso país. A devastação da Amazônia pode acarretar desequilíbrios inimagináveis no planeta inteiro... As pesquisas comprovam que, de janeiro a abril de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, houve um aumento de aproximadamente 55% no desmatamento. Em 2019, porém, já havia sido registrado um aumento de mais de 200% das queimadas em relação a 2018. Já pensou? É assustador! Não podemos ficar calados diante desse cenário gritante. A natureza está implorando por clemência da nossa parte. Se não houver forças para frear esses homens devastadores, não demorará tanto tempo e poderá vir algo ainda mais sério do que o coronavírus e que causará a morte de um número ainda maior de pessoas!

Basta que olhemos um pouco pra trás no tempo. Só do início do século até agora já houveram surtos imensos de Ebola, SARS e H1N1, e agora veio o coronavírus, sem contar os males provocados pela proliferação de dengue, Zika e Chikungunya. Perceba, meu prezado leitor! De 2000 a 2020 são apenas 20 anos. Continuando com a perversidade que está estampada nos telejornais, o que podemos esperar para os anos 2025, 2026?

É muito, muito sério o que estamos enfrentando, e a última coisa que eu faria num momento como esse é ficar calado. Informações de qualidade precisam chegar aos olhos e ouvidos de um número cada vez maior de pessoas! É assim que o processo de elevação de consciência coletiva acontece. Concluo com a frase dita pelo querido Chico Mendes, esse homem maravilhoso que lutou a vida inteira por uma sociedade mais justa e feliz: “No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/o-que-vai-ser-da-amazonia-em-2020/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Em relação à regra de vocábulos paroxítonos que são acentuados por terminarem em ditongo, seguido ou não de “s”, analise as palavras abaixo:

I. alguém.

II. país.

III. desequilíbrios.

Quais estão de acordo com essa regra?

 

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2091146 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Para Moojen e França (2016), a dislexia é um transtorno grave da aprendizagem escolar. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo:

I. É um problema persistente até a vida adulta (com atenuações), mesmo com tratamento adequado, o que torna o prognóstico reservado.

II. Ocorre em sujeitos que têm visão e audição normal ou corrigida e que não são portadores de problemas psíquicos ou neurológicos graves que possam justificar, por si só, as dificuldades escolares.

III. O comprometimento dos disléxicos é específico de ordem fonética e não envolve memória de trabalho.

Quais estão corretas?

 

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2091145 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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O Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), no documento “Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital”, elaborado no ano de 2005, até o momento apresenta orientações fundamentais para o processo de preservação digital de documentos arquivísticos. No mesmo documento, o Conarq faz um alerta aos governos, às organizações públicas e privadas, bem como às instituições de ensino e pesquisa e a todos os setores da sociedade brasileira comprometidos com a inclusão informacional para alguns problemas. Com base nisso, relacione os problemas citados na Coluna 1 aos seus respectivos significados descritos na Coluna 2.

Coluna 1

1. Dependência social da informação digital.

2. Rápida obsolescência da tecnologia digital.

3. Fragilidade intrínseca do armazenamento digital.

4. Complexidade e custos da preservação digital.

5. Multiplicidade de atores envolvidos.

Coluna 2

( ) A preservação de longo prazo das informações digitais está seriamente ameaçada pela vida curta das mídias.

( ) A preservação de documentos digitais pressupõe uma constante atualização de suporte e de formato, exigindo investimento financeiro elevado e contínuo em infraestrutura tecnológica, pesquisa científica aplicada e capacitação de recursos humanos.

( ) A preservação da informação em formato digital não se limita ao domínio tecnológico, exigindo compromissos de longo prazo entre os vários segmentos da sociedade.

( ) As instituições dependem cada vez mais de documentos digitais, não disponíveis em outra forma, para o exercício de suas atividades.

( ) A tecnologia digital é comprovadamente um meio mais frágil e mais instável de armazenamento, comparado com os meios convencionais de registrar informações.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2091144 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Levando em consideração o conjunto verdade proposicional e sabendo que o valor lógico de uma proposição “p” é falso e o de uma proposição “q” é verdadeiro, assinale a alternativa correta.

 

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