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A questão refere-se ao texto abaixo.
A triste história de Vivien Leigh
Por Ana Cláudia Paixão
Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos VivienI) sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qualI) nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
SuasII) brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por elesIII). Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. No segundo parágrafo, o referente do pronome relativo “qual” é “Vivien”.
II. No quarto parágrafo, o pronome possessivo “suas” estabelece uma relação entre “Vivien” e “brigas” .
III. No quarto parágrafo, o pronome pessoal “eles” substitui a palavra “dois”.
Quais estão corretas?
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A triste história de Vivien Leigh
Por Ana Cláudia Paixão
Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta reescrita do trecho a seguir, mantendo-se a mesma relação de significado e a correção gramatical do trecho: “apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale”.
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A triste história de Vivien Leigh
Por Ana Cláudia Paixão
Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica uma palavra que NÃO poderia substituir o vocábulo “desequilibrada”, pois haveria alteração do sentido original do texto.
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A triste história de Vivien Leigh
Por Ana Cláudia Paixão
Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
A triste história de Vivien Leigh
Por Ana Cláudia Paixão
Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
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De acordo com o texto, o cartaz a seguir ilustra:

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-27782/fotos/
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Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
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Assinale a alternativa que indica o único adjetivo que NÃO descreve a trajetória da atriz Vivien Leigh.
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A triste história de Vivien Leigh
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Vivien Leigh nasceu em 1913, na Índia, filha de uma família rica. Cresceu na Inglaterra, estudando em internatos longe dos pais. Casou-se e teve uma filha antes de completar 20 anos, mas já era determinada a ter uma carreira como atriz. Algo escandaloso para a época, quando se esperava que as mulheres ficassem em casa. Conseguiu entrar para o teatro e foi sucesso imediato, migrando para o cinema simultaneamente. Já famosa no Reino Unido, ela mais uma vez desafiou a sociedade conservadora de seu tempo ao deixar o marido e a filha por um homem casado, o ator Laurence Olivier, e viver uma história de amor digna de livros de romance.
Entre os amigos Vivien sempre foi considerada espirituosa. Gostava de festas e dormia pouco. Aos 30 anos, descobriu estar com tuberculose, uma doença da qual nunca se recuperou cem por cento e, dois anos depois, grávida de Olivier pela primeira vez, sofreu um aborto espontâneo durante as filmagens de César e Cleópatra (depois de uma queda em uma cena). Ela ficou internada por várias semanas. Nunca mais foi a mesma.
Após o aborto, crises de depressão profunda começaram a ganhar frequência. O casamento começou a ruir, mas o desconhecimento do que estava acontecendo com ela piorou tudo. Até hoje não se sabe a origem da bipolaridade, ela é uma combinação de genética e química cerebral, sendo que Vivien tinha os sintomas, desde a euforia à irritabilidade, intercaladas por fases de tristeza e vergonha.
Suas brigas com Olivier eram testemunhadas pelos amigos e cresceu em violência física até a separação dos dois. O único tratamento disponível eram os choques terapêuticos e Vivien passou por eles. Segundo amigos, ela ficou com cicatrizes e marcas de queimadura nas têmporas que disfarçava com maquiagem. Ela ficou traumatizada com as intervenções, a ponto de surtar – literalmente igual à Blanche Dubois, de Um Bonde Chamado Desejo – em uma briga com Olivier durante uma turnê dos dois. O ator escreveu em sua biografia que chegou a temer que os dois se matassem de tão difícil que ficou o relacionamento com a doença de Vivien.
A dedicação à arte e a escolha de papéis contribuíram também para solidificar a imagem de uma mulher desequilibrada, especialmente depois que Vivien estrelou a versão inglesa da peça Um Bonde Chamado Desejo. Nos Estados Unidos, o papel na Broadway foi de Jessica Tandy (anos mais tarde, vencedora do Oscar por Conduzindo Miss Daisy), mas Tandy não tinha a força do nome de Vivien para as bilheterias e o filme acabou sendo estrelado por ela e Marlon Brando, mais uma vez provocando ressentimento entre o elenco americano. A essa altura, o público desconhecia a verdadeira condição de saúde de quem ainda viam como Scarlett O’Hara, de E O Vento Levou, e a atuação icônica como Blanche DuBois rendeu à Vivien seu segundo Oscar de Melhor Atriz.
A condição psicologicamente instável reduziu consideravelmente a capacidade de Vivien de se dedicar ao teatro ou cinema. O casamento com Olivier acabou em divórcio, em 1960, e, apesar de ter se unido ao ator Jack Merrivale nos últimos anos de sua vida, todos que a conheceram dizem que ela nunca se perdoou por ter “perdido” Olivier. Ainda trabalhou em alguns filmes, mas com muita dificuldade. Seu corpo foi encontrado ao lado de sua cama, já sem vida, em 1967, depois de terminar as gravações de A Nau dos Insensatos. Tinha 53 anos.
(Disponível em: www.claudia.abril.com – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. O texto faz um resumo da vida atribulada da atriz Vivien Leigh, explicando seu comportamento instável devido a um transtorno psicológico.
II. Vivien sofreu muito, pois seus conhecidos sabiam de seu problema e não o aceitavam.
III. A atriz teve papeis que ajudaram a formar a visão de uma pessoa instável.
Quais estão corretas?
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Há diferenças básicas entre os arquivos e as bibliotecas, como retrata Bellotto (2007). Assinale a alternativa correta no que tange às diferenças.
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A microfilmagem está amparada por Lei desde o ano de 1968 (Lei nº 5.433/1968), e somente no ano de 1996 ela foi regulamentada em decreto (nº 1.799/1996). Conforme o Decreto, no final da microfilmagem de cada série, será reproduzida a imagem de encerramento, imediatamente após o último documento, com os seguintes elementos:
I. Número do microfilme.
II. Identificação do detentor dos documentos microfilmados.
III. Ordenação, identificação e resumo da série de documentos a serem microfilmados.
IV. Menção, quando for o caso, de que a série de documentos microfilmados continua em microfilme posterior.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Leia a seguinte notícia divulgada no site da Prefeitura Municipal de Bom Jesus, em 05/03/2020: “Jovem Aprendiz constrói estufa para viveiro municipal – Na manhã de sexta-feira, dia 1 de março, os integrantes do programa Jovem Aprendiz fizeram a entrega e a instalação da estufa para produção de mudas no Viveiro Municipal de Bom Jesus. A execução foi coordenada pelo instrutor José Sérgio Müller, que é técnico agrícola e desenvolveu o módulo Produção de Estufas com a turma do Programa.”
No que se refere ao Programa Jovem Aprendiz, que se apoia na Lei da Aprendizagem, Lei nº 10.097/2000, assinale a alternativa INCORRETA.
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