Foram encontradas 30 questões.
Considere a seguinte frase do renomado escritor Machado de Assis:
Nessa frase, o termo destacado "o sabor da infância" exerce a função sintática de:
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Leia a frase abaixo e complete a lacuna com a forma correta, de acordo com as regras de concordância nominal da Língua Portuguesa.
"A tranquilidade e o bom humor dos idosos eram _______ para a convivência pacífica no asilo."
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Observe a frase a seguir:
"No meu estojo, tenho lápis _ canetas _ e borracha."
Assinale a alternativa que indica o uso correto da vírgula para completar a frase.
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Complete a frase abaixo com a forma correta do "porquê":
"Elas não vieram à festa ______ estavam trabalhando."
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Texto I para trabalhar a questão.
A Importância do Tempo, por Mário Quintana
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
Leia o verso do poema de Mário Quintana:
Nesse verso, o verbo "ser" (conjugado como "é") é classificado como um verbo de ligação porque ele:
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Texto I para trabalhar a questão.
A Importância do Tempo, por Mário Quintana
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
Considere o trecho do poema de Mário Quintana:
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores."
No último verso destacado ("Mas ele pode estar cheio de novas flores."), o termo que funciona como sujeito da oração é:
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Texto I para trabalhar a questão.
A Importância do Tempo, por Mário Quintana
De tudo ficará um pouco.De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
Leia o último verso do poema de Mário Quintana:
A palavra destacada, dá, é acentuada graficamente porque, de acordo com as regras de acentuação da Língua Portuguesa, é um(a):
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Texto I para trabalhar a questão.
A Importância do Tempo, por Mário Quintana
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
Leia o trecho do poema de Mário Quintana:
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
No verso "De tudo há sempre um pouco", o verbo haver é empregado com o sentido de "existir". De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quando usado nesse sentido, o verbo "haver" é:
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Texto I para trabalhar a questão.
A Importância do Tempo, por Mário Quintana
De tudo ficará um pouco.
De tudo há sempre um pouco.
Não há caminho novo: é um só caminho.
Mas ele pode estar cheio de novas flores.
O tempo não para.
A gente é que se move.
E move-se no tempo.
Não se vive para sempre.
Se vive o bastante.
E o bastante é um tanto assim.
É o que basta.
É o que dá."
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