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Foram encontradas 564 questões.

3999486 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4937328-1
Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)
O diálogo entre o pai e o filho, ilustrado nos quadrinhos apresentados, utiliza uma linguagem de registro:
 

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3999485 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4937327-1
Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)
Na oração “Eu pedi pra você me ajudar” (4º quadrinho), o sujeito e o predicado classificam-se, respectivamente como:
 

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3999484 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Enunciado 4937326-1
Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)
No primeiro quadrinho do texto, a fala do filho “Pai, me ajuda?”, é constituída por termos, classificados, quanto à classe de palavras a que pertencem, respectivamente, como:
 

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3999483 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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O anúncio em destaque possui o objetivo de conscientizar os leitores acerca do tratamento adequado com os animais.  

Enunciado 4937325-1
Disponível em: https://www.pmvc.ba.gov.br/. Acesso em: 30 de setembro de 2025.

Desse modo, o termo que preenche a lacuna presente no texto está corretamente grafado em:
 

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3999482 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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A campanha do “Dezembro verde” é realizada em alusão ao dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos dos Animais. O movimento surgiu no ano de 2015, após divulgação de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de saúde (OMS), a qual apontava que, em 2014, o Brasil já tinha cerca de 30 milhões de cães e gatos nas ruas, sendo 10 milhões só de felinos.

Disponível em: https://www.petlove.com.br/dicas/ dezembro-verde-conscientizacao-ao-nao-abandono-de-animais. Acesso em: 30 de setembro de 2025. (Texto adaptado).

De acordo com o texto, o movimento “Dezembro verde”, existe há 11 anos. A expressão em destaque pode ser reescrita por meio do emprego do verbo “fazer”, substituindo o verbo “existir”. Desse modo, determine a alternativa que apresenta a reescrita da expressão conforme as regras de concordância verbal.
 

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3999481 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
De acordo com o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, confiável ferramenta on-line para consulta de palavras, o termo em destaque no trecho “Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.”, refere-se a uma pessoa que se dedica ao estudo dos fósseis de hominídeos.

Sobre o processo de construção de tal vocábulo, julgue os itens a seguir.

I. A palavra é formada pela união dos termos “paleo” e “antropo”.
II. Ao se unirem para formar a palavra, os radicais “paleo” e “antropo” constroem o vocábulo por meio do processo de composição.
III. “-logo”, parte final da palavra, é um sufixo.

Pode-se afirmar o que consta:
 

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3999480 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
No trecho “Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.”, o termo em destaque pode ser substituído, sem que o sentido do texto sofra alterações, pelo vocábulo:
 

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3999479 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Analise as alternativas a seguir e assinale a que apresenta a justificativa adequada para a acentuação gráfica da palavra em destaque.
 

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3999478 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Quanto à posição da sílaba tônica, indique a alternativa cujo vocábulo é classificado corretamente.
 

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3999477 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
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Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
De acordo com o texto, julgue as assertivas a seguir.

I. O estudo científico do paleoantropólogo David Lieberman comprova que nascemos para evoluir por meio da corrida.
II. A pesquisa realizada por Lieberman e sua equipe defende que os seres humanos são atletas natos.
III. Para o paleoantropólogo os seres humanos são os únicos a terem bumbum e ligamento nucal.
IV. O especialista em evolução humana, John Hawks, concorda e valida a pesquisa desenvolvida por Lieberman e sua equipe.

Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas.
 

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