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A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno e talvez também porque era filho de uma professora, os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio. Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. E de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Arrancaram-me as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas… Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
Moacir Scliar
Em todas as alternativas aparecem palavras do texto com seus sinônimos, exceto em:
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A expressão “Psicologia na Comunidade” (Freitas, 1986, p.62) surgiu durante:
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Como surgiu o grampo? E o grampeador?
Os antigos persas precisavam de uma solução para manter firmemente unidos os blocos de pedra que utilizavam nas construções de Pasárgada, sua primeira capital imperial (hoje, no Irã). Foi então que um dos construtores inventou um pedaço de metal torto, como se fossem dois pregos unidos por uma mesma cabeça, que era fincado contra dois blocos. Nasciam os famosos grampos, que serviriam para unir vários objetos ao longo da história.
A primeira máquina de grampear papéis foi feita à mão para uso exclusivo do rei francês Luís 15, no século 18. A partir do século 19, com o crescente uso do papel, novos grampeadores surgiram: eles suportavam grampos de vários tamanhos, um por vez, e prendiam desde livros até carpete e caixas de madeira. A base do modelo que utilizamos hoje foi patenteada em 1866, e desde então tem diminuído de tamanho e peso.
Disponível em: http://super.abril.com.br/cotidiano
De acordo com o texto inicial, coloque (C) para os sinônimos corretos e (I) para os incorretos.
I- capital (linha 2).
( ) Cidade ou povoação principal de um país, estado, província.
( ) Riqueza.
( ) Cidade ou povoação principal de um país, estado, província.
( ) Riqueza.
II- cabeça (linha 3).
( ) Parte do corpo.
( ) A parte anterior ou superior de um objeto, mais grossa ou larga que a restante.
( ) Parte do corpo.
( ) A parte anterior ou superior de um objeto, mais grossa ou larga que a restante.
III- grampos (linha 4).
( ) Alfinetes com que as senhoras prendem o chapéu na cabeça.
( ) Espécie de ganchos metálicos com que se ligam duas pedras de uma construção.
( ) Alfinetes com que as senhoras prendem o chapéu na cabeça.
( ) Espécie de ganchos metálicos com que se ligam duas pedras de uma construção.
A correlação correta entre os blocos acima é:
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1204083
Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Assinale o significado da placa abaixo.
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O volume é uma grandeza que pode ser medida em metros cúbicos ou em litros. Dois metros cúbicos de água correspondem, em litros, a:
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Cientistas esperam resfriar o planeta antes que seja tarde demais
Enquanto a maioria dos ambientalistas defende o controle das emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa, alguns cientistas já preveem o pior e se dedicam a inventar métodos mirabolantes para interferir de maneira drástica nas mudanças climáticas do mundo.
Os geo-engenheiros buscam soluções para evitar o aquecimento global sem depender de que indústrias reduzam seu impacto no meio ambiente. Enquanto uns consideram pintar ruas e telhados de branco, outros querem criar nuvens artificiais ou "melhorar" plantas e árvores tornando-as capazes de absorver mais gás carbônico.
As ideias são polêmicas, e algumas tão arriscadas que poderiam causar mais danos que benefícios.
Apesar de algumas propostas serem promissoras, nenhuma delas resolve o verdadeiro problema do aquecimento global, apenas mascaram os efeitos da ação humana. A única maneira segura de garantir a manutenção das temperaturas do planeta é com a redução da emissão de gases do efeito estufa. Como já diz o ditado, é melhor prevenir do que remediar.
Disponível em:http://www.terra.com.br/noticias/ciência
Escreve-se como “capazes”, a palavra da alternativa:
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Assinale “V”, se verdadeiro, ou “F”, se falso.
( ) Pertencem aos Estados e ao Distrito Federal o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem.
( ) Pertencem aos Municípios vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios.
( ) Pertencem aos Municípios vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.
( ) A União entregará do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados vinte e cinco por cento ao Fundo de Participação dos Municípios.
A sequência correta é:
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1203769
Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Complete a lacuna abaixo assinalando a alternativa correta.
A NR-36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados estabelece em seu item 36.5.7.1 “É vedado o levantamento não eventual de cargas quando a distância de alcance horizontal da pega ____________________ em relação ao corpo”.
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A ameaça humana
Esqueça a colisão inesperada de asteroides, erupções vulcânicas globais ou alterações no campo magnético da Terra. Um vilão muito mais perigoso está nesse momento promovendo uma silenciosa extinção em massa de espécies. É, você adivinhou: o ser humano.
Nosso planeta presenciou cinco grandes extinções em massa nos últimos 500 milhões de anos. Dentre elas, a dos dinossauros é a mais famosa. E, ao que tudo indica, o homem iniciou a sexta grande matança há milhares de anos, quando adquiriu inteligência suficiente para manipular os ecossistemas a seu bel-prazer. E hoje estamos presenciando a maior extinção em massa de plantas e animais já vista na história da Terra.
Hoje, nosso planeta possui cerca de 2 milhões de espécies identificadas. Nos próximos 100 anos, metade delas estará extinta! No mundo inteiro, sempre que humanos penetram em um novo ambiente, a maior parte da mega fauna desaparece.
No curto período de tempo em que o homem está sobre a Terra, já poluiu o ar, o solo e o mar, promoveu o desmatamento descontrolado, a caça e a pesca predatórias e explorou recursos naturais ao extremo. Agora ele está até mesmo alterando o clima do planeta inteiro pela emissão de combustíveis fósseis. Diversas espécies de mamíferos, pássaros, répteis, peixes, insetos e até vegetais já foram extintas. Muitas delas são extintas antes mesmo de serem descobertas.
Colocar a natureza em risco também coloca em perigo a humanidade. Os serviços e o valor econômico proporcionado pelas espécies são insubstituíveis e essenciais ao nosso bem-estar. Aí entram medicamentos extraídos da biodiversidade, recursos naturais para alimentar a população humana e até mesmo a matéria-prima para a produção dos bens de consumo mais supérfluos. O que antes estava disponível quase de graça na natureza terá de ser recriado artificialmente, custando muito caro.
No ritmo atual de destruição, num futuro próximo até os zoológicos serão coisas do passado. Sobrará apenas o lamento humano do progresso conquistado à custa de uma rica biodiversidade.
Há, contudo, quem afirme que a sobrevivência dos seres vivos na Terra tem solução, e o desaparecimento de animais e vegetais pode ser evitado com a extinção de uma única espécie: nós.
Convenhamos, pode até ser uma solução. Mas é decepcionante pensar que somos incapazes de coexistir pacificamente com a natureza, ainda mais levando em conta todo o conhecimento que adquirimos dela nas últimas décadas. Parte dele sugere que simplesmente não podemos viabilizar nossa própria existência se destruirmos o resto da biosfera, de onde tiramos nosso sustento. E o consenso é que dá para fazer melhor.
Disponível em: http://super.abril.com.br
Na frase retirada do texto, o pronome grifado substitui a palavra:
“Agora ele está até mesmo alterando o clima do planeta inteiro pela emissão de combustíveis fósseis.”
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Do total de funcionários de uma empresa, um terço fez o exame médico periódico ontem, metade do restante fez o exame médico hoje e, para amanhã, restaram apenas 10 funcionários para fazer o exame médico periódico. Dessa forma, o número total de funcionários dessa empresa é:
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