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Piaget propõe alguns fatores responsáveis pelo desenvolvimento humano, como, por exemplo: maturidade orgânica, experiência, experiência física, experiência lógico-matemática, experiência com as pessoas, equilibração.
Sobre esses fatores, analise as proposições abaixo:
I - Maturidade Orgânica: É uma condição imprescindível ao desenvolvimento cognitivo. A maturidade orgânica permite, por exemplo, certas capacidades perceptivas, como coordenação da visão, capacidade de apreensão. Podemos ver que a maturidade orgânica é de fundamental importância para o desenvolvimento, mas não é o único fator responsável por ele.
II - Experiência: Não há construção de conhecimento sem experiência. Piaget, sendo um teórico interacionista, admite que o conhecimento seja construído na relação que o sujeito estabelece com o objeto. Ao interagir com o objeto, a pessoa adquire experiência.
III - A função da equilibração é produzir uma coordenação entre a assimilação e a acomodação. Para Piaget, o desenvolvimento é uma equilibração progressiva a partir de um estado inferior até um estado mais elevado de equilíbrio.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) proposição(ões)
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MUDAR O MUNDO
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei, mas basta pensar nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência
por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
(Luft, Lya, Mudar o Mundo. Revista Veja. p. 22, 19 de junho de 2013.)
“Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão...”
Sobre a palavra negritada, assinale a alternativa INCORRETA, tendo em vista o contexto em que foi empregada.
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São princípios que se vinculam especialmente à justiça tributária, EXCETO
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Durante o período colonial, a América Portuguesa sofreu ataques e/ou invasões de diversos povos, entre eles é INCORRETO elencar:
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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade.\( ^{(D)} \) Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado.\( ^{(C)} \) Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação\( ^{(A)} \): "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína.\( ^{(B)} \) Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Entre os recursos de expressão usados pelo autor se encontra a linguagem figurada. Assinale a alternativa em que NÃO se verifica o uso desse recurso.
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“Portugal está a comemorar os 40 anos da Revolução dos Cravos. Uma das últimas aventuras políticas românticas do ocidente estourou no dia 25 de abril de 1974, quando o Capitão Salgueiro Maia tomou o centro de Lisboa e liquidou com quase 50 anos de ditadura fascista. Muitos acadêmicos dizem que o Brasil só entrou no século XX quando Getúlio Vargas apeou a República Velha do poder, em 1930. Não é nenhum exagero dizer que Revolução dos Cravos marcou a atrasada entrada de Portugal no século XX, que já se encaminhava para seu fim.”
(Disponível em http://www.sul21.com.br/jornal/25-de-abril-utopia-realidade-e-frustracao/)
Acerca da Revolução dos Cravos, é INCORRETO afirmar
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632517
Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
A mamite ou mastite pode ser considerada a doença mais comum da pecuária leiteira; atinge a parte mais importante da vaca – o ÚBERE. Em relação às alterações provocadas pela mamite clínica, considere as informações abaixo, atribuindo V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) Alterações dos aspectos físicos do leite.
( ) Aumento na produção de leite.
( ) Aumento no volume da glândula mamária.
( ) Aumento da temperatura local da glândula mamária.
( ) Perda de um ou mais quartos do úbere.
A sequência CORRETA é:
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632436
Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Read the text below and answer the question.
The "tip of the tongue" phenomenon
The common experience of having a name or word on the tip of the tongue seems related to specific perceptual attributes. In particular, people who report the tip-of-the-tongue feeling tend to identify the word's first letter and number of syllables with an accuracy that far exceeds mere guessing. There is evidence that the mind may encode data about when information\( {(A)} \) was learned and about how often it\( {(A)} \) has been experienced. Some memories seem to embrace spatial information; e.g., one remembers a particular news item to be on the lower right-hand side of the front page of a newspaper. Research indicates that the rate of forgetting varies for different attributes. For example, memories\( ^{(B)} \) in which auditory attributes seem dominant tend to be more rapidly forgotten than those\( ^{(B)} \) with minimal acoustic characteristics.
If a designated (target) memory consists of a collection of attributes, its recall or retrieval should be enhanced by any cue that indicates one of the attributes. For example, on failing to recall the term horse (included in a list they\( ^{(C)} \) have just seen), people\( ^{(C)} \) may be asked if an associated term (say, barn or zebra) helps them recall the word. While some additional recall\( ^{(D)} \) has been observed with this kind of help, failures are common even with ostensibly relevant cues. Though it\( ^{(D)} \) is possible that the cues frequently are inappropriate, nevertheless, if words were not learned (encoded or stored) with accompanying attributes, cueing of any kind should be ineffective.
Adapted from: A Practice TOEFL: Form 2 in The Newbury House TOEFL Preparation Kit.
All the following are correct, EXCEPT
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Leia o texto a seguir.
Para Libâneo (1985, p. 39), “... os conteúdos são realidades exteriores ao aluno, que devem ser assimilados e não simplesmente reinventados; eles não são fechados e refratários às realidades sociais”, pois não basta que os conteúdos sejam apenas ensinados, ainda que bem ensinados, é preciso que se liguem, de forma indissociável, à sua significação humana e social”.
A partir da reflexão acerca dos princípios curriculares relacionados ao trato com o conhecimento, é CORRETO afirmar que o texto acima faz referência ao princípio da
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Em relação aos jogos, algumas afirmações são feitas. Analise-as e assinale a INCORRETA.
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