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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. \( ^{(A)} \)O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público\( ^{(B)} \), e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o.\( ^{(D)} \) O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto.\( ^{(C)} \) Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Assinale a alternativa em que há um pronome oblíquo átono usado com valor semântico de posse.
 

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613647 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
O conhecimento científico das religiões, através da Ciência da Religião pode proporcionar esclarecimentos sobre as religiões e estimular o senso crítico. Tal conhecimento não tem a pretensão de substituir os especialistas religiosos, mas fornecer àqueles que os escutam instrumentos críticos de percepção da realidade, evitando, dessa forma, que leituras pessoais suplantem, ganhem força em lugar de conhecimentos verdadeiros. Educação não é formar seres acríticos ou dogmáticos, mas seres capazes de elaborar, de forma autônoma, juízos sobre a realidade e sobre o mundo.
Sobre a posição da Ciência da Religião em relação ao seu objeto de estudo, analise as proposições abaixo:
I - As religiões são produções das culturas humanas e, como tais, são diferentes.
II - Cada religião possui sua especificidade e singularidade.
III - A compreensão de uma religião passa pela compreensão de seu contexto sócio-histórico-cultural.
IV - Da mesma forma que não existem culturas superiores e inferiores, não existem religiões superiores ou inferiores.
V - Não se consideram religiões mais evoluídas ou menos evoluídas.
Estão CORRETAS as proposições
 

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613434 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Analise as afirmativas abaixo sobre a psicanálise freudiana e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
I - A neurose é um transtorno mental, resultado de um conflito entre “o ego e o id”.
II - A constituição da personalidade, para Freud, não passa pelas vicissitudes da libido.
III - Segundo a psicanálise, as fixações infantis da libido e a tendência à regressão (a esses pontos de fixação) acabam por determinar tanto os diversos tipos de neuroses, como o perfil de personalidade do adulto.
Assinale a alternativa que contém a sequência de afirmações CORRETAS, de cima para baixo:
 

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Conforme as definições dos comandos do AutoCAD, assinle a resposta INCORRETA.
 

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610593 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Read the text below and answer the question.
The "tip of the tongue" phenomenon
The common experience of having a name or word on the tip of the tongue seems related to specific perceptual attributes. In particular, people who report the tip-of-the-tongue feeling tend to identify the word's first letter and number of syllables with an accuracy that far exceeds mere guessing. There is evidence that the mind may encode data about when information was learned and about how often it has been experienced. Some memories seem to embrace spatial information; e.g., one remembers a particular news item to be on the lower right-hand side of the front page of a newspaper. Research indicates that the rate of forgetting varies for different attributes. For example, memories in which auditory attributes seem dominant tend to be more rapidly forgotten than those with minimal acoustic characteristics.
If a designated (target) memory consists of a collection of attributes, its recall or retrieval should be enhanced by any cue that indicates one of the attributes. For example, on failing to recall the term horse (included in a list they have just seen), people may be asked if an associated term (say, barn or zebra) helps them recall the word. While some additional recall has been observed with this kind of help, failures are common even with ostensibly relevant cues. Though it is possible that the cues frequently are inappropriate, nevertheless, if words were not learned (encoded or stored) with accompanying attributes, cueing of any kind should be ineffective.
Adapted from: A Practice TOEFL: Form 2 in The Newbury House TOEFL Preparation Kit.
All the alternatives explain the "tip of the tongue" phenomenon, EXCEPT
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens\( ^{(A)} \) que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em
meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger\( ^{(B)} \) — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada\( ^{(D)} \). E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos\( ^{(C)} \), ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Todos os termos e expressões abaixo foram usados pelo autor para referir-se aos manifestantes, EXCETO
 

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606840 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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A escolha de um material de engenharia, para uma aplicação específica, deve levar em conta sua capacidade de resistir a uma força aplicada. Em relação às propriedades dos materiais, todas as afirmativas abaixo são verdadeiras, EXCETO
 

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605282 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre.\( ^{(D)} \) Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.\( ^{(B)} \)
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo\( ^{(C)} \), e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas\( ^{(A)} \), o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Um dos recursos usados pelo autor para construir o discurso é a ironia. Assinale a alternativa em que esse recurso está presente.
 

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604956 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Read the text below and answer the question.
The "tip of the tongue" phenomenon
The common experience of having a name or word on the tip of the tongue seems related to specific perceptual attributes. In particular, people who report the tip-of-the-tongue feeling tend to identify the word's first letter and number of syllables with an accuracy that far exceeds mere guessing. There is evidence that the mind may encode data about when information was learned and about how often it has been experienced. Some memories seem to embrace spatial information; e.g., one remembers a particular news item to be on the lower right-hand side of the front page of a newspaper. Research indicates that the rate of forgetting varies for different attributes. For example, memories in which auditory attributes seem dominant tend to be more rapidly forgotten than those with minimal acoustic characteristics.
If a designated (target) memory consists of a collection of attributes, its recall or retrieval should be enhanced by any cue that indicates one of the attributes. For example, on failing to recall the term horse (included in a list they have just seen), people may be asked if an associated term (say, barn or zebra) helps them recall the word. While some additional recall has been observed with this kind of help, failures are common even with ostensibly relevant cues. Though it is possible that the cues frequently are inappropriate, nevertheless, if words were not learned (encoded or stored) with accompanying attributes, cueing of any kind should be ineffective.
Adapted from: A Practice TOEFL: Form 2 in The Newbury House TOEFL Preparation Kit.
According to the text, words learned with few attributes will be
 

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601216 Ano: 2014
Disciplina: Educação Física
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
A avaliação da aprendizagem é um dos pontos mais complexos quando se discute o processo ensino-aprendizagem como um todo. Existem várias maneiras, instrumentos e finalidades vinculadas ao processo avaliativo. A despeito dessas diferenças, a avaliação deve ser encarada como uma possibilidade de reorientação para uma aprendizagem mais significativa.
Com base no assunto abordado e focando-se especificamente na avaliação formativa, é INCORRETO afirmar:
 

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