Foram encontradas 49 questões.
De acordo com os dados disponibilizados pelo Perfil Municipal,
divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE), o município
de Brejo Santo foi criado em 26 de agosto de 1890, por força do Decreto nº 49, assinado
pelo então Presidente do Estado (como era chamado antes) Luiz Antônio Ferraz.
Com relação à sede do município e aos seus distritos legalmente criados, marque a alternativa correta:
Com relação à sede do município e aos seus distritos legalmente criados, marque a alternativa correta:
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3675697
Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: URCA
Orgão: Pref. Brejo Santo-CE
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: URCA
Orgão: Pref. Brejo Santo-CE
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Um dos poderes da República Federativa do Brasil é o Poder
Executivo. Esse poder possui como função principal a realização da Administração Pública
que, por sua vez, pode ser dividida, em linhas gerais, em Administração Pública Direta e
Indireta. Com relação à Administração Pública Direta, pode-se afirmar corretamente que:
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A Região Metropolitana do Cariri (RMC) foi instituída pela Lei
Complementar nº 78, de 26 de junho de 2009, com base no disposto no art. 43 da
Constituição do Estado do Ceará. Com relação aos municípios que a compõem e que estão
previstos na mencionada lei de criação da RMC, marque a alternativa correta:
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“O PIB do Nordeste deverá crescer 3,4% em 2024, um avanço maior do que a média
nacional, que é de 3%, segundo projeção do Banco do Brasil. O cenário mostra a resiliência
da atividade econômica do país, especialmente da Região [...] Destaque para a Paraíba,
com maior dinamismo no setor de serviços, que deverá crescer 6,8%, a maior taxa entre
todos os estados brasileiros.”
(SUDENE, 2024. Disponível em https://www.gov.br/sudene/pt-br/assuntos/noticias/crescimento-do-pib-do-nordeste-acima-da -media-nacional-com-destaque-para-o-setor-industrial-e-de-servicos).
Com base no texto acima, é possível afirmar que o recente crescimento do PIB da região Nordeste se deve, entre outros fatores:
(SUDENE, 2024. Disponível em https://www.gov.br/sudene/pt-br/assuntos/noticias/crescimento-do-pib-do-nordeste-acima-da -media-nacional-com-destaque-para-o-setor-industrial-e-de-servicos).
Com base no texto acima, é possível afirmar que o recente crescimento do PIB da região Nordeste se deve, entre outros fatores:
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Apesar da existência de variações teóricas sobre quais e quantos são os Elementos do
Estado contemporâneo, é possível afirmar que, de modo geral, os estudiosos consideram
em número de três os principais Elementos do Estado Moderno, a saber: Povo, Governo e
Território.
No que diz respeito ao elemento Governo, que para alguns também diz respeito à Soberania, é correto afirmar que:
No que diz respeito ao elemento Governo, que para alguns também diz respeito à Soberania, é correto afirmar que:
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“Hoje, a história das instituições não só se emancipou da história das doutrinas, como
ampliou o estudo dos ordenamentos civis para além das formas jurídicas que os
modelaram; dirige suas pesquisas para a análise do concreto funcionamento, num
determinado período histórico, de um específico instituto, através de documentos escritos,
de testemunhos dos atores, de avaliação dos contemporâneos [...] Mais que em seu
desenvolvimento histórico, o Estado é estudado em si mesmo, em suas estruturas, funções,
elementos constitutivos, mecanismos, órgãos etc.”
(Bobbio, N. Estado, governo, sociedade: fragmentos de um dicionário político. 2017. p. 71).
Tendo como fundamento o conhecimento sobre a história antiga e contemporânea da instituição “Estado”, bem como tendo como referência o texto acima, assinale a opção correta:
(Bobbio, N. Estado, governo, sociedade: fragmentos de um dicionário político. 2017. p. 71).
Tendo como fundamento o conhecimento sobre a história antiga e contemporânea da instituição “Estado”, bem como tendo como referência o texto acima, assinale a opção correta:
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Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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Questão presente nas seguintes provas
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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