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Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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3676246
Ano: 2025
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Brejo Santo-CE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: Pref. Brejo Santo-CE
Provas:
Text 1 – How children learn languages
Questions 31 to 39
How long does it take to learn a language?
Many different factors affect the time it takes. These include
your child’s age, first language, their reason for BLANK I English and their teachers. You can help your child learn quickly
by BLANK II them lots of opportunities to use English. It helps
to have real reasons for BLANK III a language, rather than just
BLANK IV grammar.
Is it true that boys and girls learn languages differently?
Yes. At early ages, girls tend to develop language more quickly. Remember that it’s OK for children to develop at different
speeds. It will be more similar by secondary school age. However, by this stage children might think that languages are ‘more
of a girl thing’. Attitudes to learning can have a big impact on
educational success so it’s important to find ways to encourage
your child and help them enjoy their learning.
Do primary and secondary children learn languages differently?
Yes, there are differences.
Primary school children are learning their first and second languages at the same time. It’s really important
to support both languages. Children with a strong foundation in their first language will find it easier to learn
a second language. Encourage your child to play, sing
and read in both their first and second languages. Remember to plan separate times to focus on each language.
If you say something in English and then in another language,
your child will automatically listen for their stronger language
and ‘tune out’ the other language.
Teenagers are interested in exploring their personalities and
identities. This creates lots of opportunities to use popular culture, films, TV, music and video games. Teenagers also enjoy
challenging authority, which provides opportunities for debates
and discussion.
Will learning another language affect how well my child
does at school?
Multilingual children learn at a young age that they can express their ideas in more than one way. This helps their
thought process and makes them better, more flexible, learners. Research has found that children who speak more than one
language do better in school, and have better memories and
problem-solving skills.
What kind of learner is my child?
Watch your child playing. What do they enjoy doing? Puzzles and problem-solving? Physical play and sports? Word games?
Writing stories? Creative play? Try doing these types of activities in English and make a note of what your child responds to
best. Alternatively, ask your child to create in English their own
one-week ‘dream timetable of activities’. Let them choose how
to present it. For example, they could act it out, prepare a written
fact file, make a video, draw pictures, go on a treasure hunt or
make a scrap book.
Source: https://www.cambridgeenglish.org/learning-english/parents-and-children/how-to-support-your-child/howchildren-learn-languages/. Accessed on 01/22/25
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Questão presente nas seguintes provas
A Lei nº 13.005/2014 — que aprova o Plano Nacional de Educação
(PNE) —, em seu Art. 2º, assegura as diretrizes do PNE, dentre elas:
I. erradicação do analfabetismo;
II. universalização do atendimento escolar;
III. superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
I. erradicação do analfabetismo;
II. universalização do atendimento escolar;
III. superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
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Questão presente nas seguintes provas
“O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará registrou crescimento de 6,67% no terceiro
trimestre de 2024 em comparação a igual período de 2023. O resultado estadual é maior do
que o registrado no Brasil, de 4%, na mesma relação. O desempenho cearense, quando comparado com o segundo trimestre de 2024, apresenta elevação de 0,42%, contra 0,9%
do nacional. A previsão do PIB do Ceará para 2024 é de um índice de 5,57%.”
(IPCE, 2024. Disponível em https://www.ipece.ce.gov.br/2024/12/16/pib-cearense-cresce-667-no-3otrim-2024-e-supera-d esempenhos-de-pe-ba-e-nacional/#: :text=A%20previs%C3%A3o%20do%20PIB%20do,%2C%2%0 de%204%2C9%25.)
No que diz respeito ao PIB de maneira geral e ao PIB do Ceará de modo específico, assinale a alternativa correta:
(IPCE, 2024. Disponível em https://www.ipece.ce.gov.br/2024/12/16/pib-cearense-cresce-667-no-3otrim-2024-e-supera-d esempenhos-de-pe-ba-e-nacional/#: :text=A%20previs%C3%A3o%20do%20PIB%20do,%2C%2%0 de%204%2C9%25.)
No que diz respeito ao PIB de maneira geral e ao PIB do Ceará de modo específico, assinale a alternativa correta:
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