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MEC assina novo Plano de Transformação Digital
Documento busca melhorar qualidade e acessibilidade na prestação de serviços digitais da
pasta, além de otimizar e simplificar relação entre governo e cidadão. Medida atende a
decreto presidencial de 2024.
O Ministério da Educação (MEC) – por meio da Secretaria-Executiva (SE) e da Secretaria
de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais (Segape) –
assinou o novo Plano de Transformação Digital. Com o documento, a pasta visa promover a
efetividade das políticas, a qualidade dos serviços públicos, assim como a inclusão e
participação de todas as pessoas pelo uso de tecnologias digitais. O plano do MEC
alinha-se à Estratégia Federal de Governo Digital, de modo que seu escopo se define por
processos de mudança coerente e sustentada de serviços públicos, sistemas e
infraestrutura de dados.
“O Plano de Transformação Digital do MEC é uma estratégia pactuada com o Ministério da
Gestão e Inovação em Serviços Públicos [MGI] para atender bem tanto o cidadão quanto os
gestores estaduais e municipais e todos aqueles que buscam os serviços digitais do MEC”,
apontou o secretário da Segape, Evânio Araújo. “Os serviços públicos são a face mais
visível das políticas da pasta e é através deles que os cidadãos fazem adesão aos
programas e acessam seus direitos. Precisam ser inclusivos e intuitivos a todos”, explicou.
Entre os objetivos do plano, estão: mapear, revisar processos, redesenhar e digitalizar
serviços públicos prestados pelo MEC e pelas suas organizações vinculadas; transformar
os 12 serviços mais acessados do MEC em serviços de excelência, integrando bases e
aplicando sempre que possível princípios como proatividade e predição; revisar sistemas
legados do MEC de maneira a amplificar sua robustez, capacidade e registro de
informações de maneira segura e confiável; promover o treinamento e o letramento digital
das redes e escolas para adoção de tecnologias digitais; entre outros.
Construção – Todas as secretarias da pasta se uniram para elaborar o novo Plano de
Transformação Digital, com a finalidade de definir as prioridades de cada área em relação a
sistemas, serviços e dados. A ação busca atender ao Decreto Presidencial nº 12.198/2024,
de 24 de setembro, o qual estabelece que todos os ministérios devem pactuar um plano
como esse.
PDA – Ainda em janeiro deste ano, o MEC publicou o Plano de Dados Abertos (PDA) para
o biênio 2024-2026 por meio da Portaria nº 69/2025. O documento reafirma o compromisso
do MEC com a transparência e o alinhamento às normas legais, além de contribuir para
uma gestão pública mais responsável e participativa.
O plano dá visibilidade às ações e estratégias organizacionais que vão nortear as atividades
de implementação e promoção da abertura de dados, de forma institucionalizada e
sistematizada.
Ele descreve as ações para abertura, sustentação, monitoramento e fomento ao reuso dos
conjuntos de dados, a fim de organizar e padronizar seus processos de publicação. Isso
resulta em maior disponibilidade, acesso, qualidade e ampla reutilização dos dados abertos pelas partes interessadas – tanto a sociedade quanto a própria administração pública
federal.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Segape
(Fonte: MEC assina novo Plano de Transformação Digital. Ministério da Educação, [s.d.].
Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mec-assina-novo-plano-de-tra
nsformacao-digital. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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MEC assina novo Plano de Transformação Digital
Documento busca melhorar qualidade e acessibilidade na prestação de serviços digitais da
pasta, além de otimizar e simplificar relação entre governo e cidadão. Medida atende a
decreto presidencial de 2024.
O Ministério da Educação (MEC) – por meio da Secretaria-Executiva (SE) e da Secretaria
de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais (Segape) –
assinou o novo Plano de Transformação Digital. Com o documento, a pasta visa promover a
efetividade das políticas, a qualidade dos serviços públicos, assim como a inclusão e
participação de todas as pessoas pelo uso de tecnologias digitais. O plano do MEC
alinha-se à Estratégia Federal de Governo Digital, de modo que seu escopo se define por
processos de mudança coerente e sustentada de serviços públicos, sistemas e
infraestrutura de dados.
“O Plano de Transformação Digital do MEC é uma estratégia pactuada com o Ministério da
Gestão e Inovação em Serviços Públicos [MGI] para atender bem tanto o cidadão quanto os
gestores estaduais e municipais e todos aqueles que buscam os serviços digitais do MEC”,
apontou o secretário da Segape, Evânio Araújo. “Os serviços públicos são a face mais
visível das políticas da pasta e é através deles que os cidadãos fazem adesão aos
programas e acessam seus direitos. Precisam ser inclusivos e intuitivos a todos”, explicou.
Entre os objetivos do plano, estão: mapear, revisar processos, redesenhar e digitalizar
serviços públicos prestados pelo MEC e pelas suas organizações vinculadas; transformar
os 12 serviços mais acessados do MEC em serviços de excelência, integrando bases e
aplicando sempre que possível princípios como proatividade e predição; revisar sistemas
legados do MEC de maneira a amplificar sua robustez, capacidade e registro de
informações de maneira segura e confiável; promover o treinamento e o letramento digital
das redes e escolas para adoção de tecnologias digitais; entre outros.
Construção – Todas as secretarias da pasta se uniram para elaborar o novo Plano de
Transformação Digital, com a finalidade de definir as prioridades de cada área em relação a
sistemas, serviços e dados. A ação busca atender ao Decreto Presidencial nº 12.198/2024,
de 24 de setembro, o qual estabelece que todos os ministérios devem pactuar um plano
como esse.
PDA – Ainda em janeiro deste ano, o MEC publicou o Plano de Dados Abertos (PDA) para
o biênio 2024-2026 por meio da Portaria nº 69/2025. O documento reafirma o compromisso
do MEC com a transparência e o alinhamento às normas legais, além de contribuir para
uma gestão pública mais responsável e participativa.
O plano dá visibilidade às ações e estratégias organizacionais que vão nortear as atividades
de implementação e promoção da abertura de dados, de forma institucionalizada e
sistematizada.
Ele descreve as ações para abertura, sustentação, monitoramento e fomento ao reuso dos
conjuntos de dados, a fim de organizar e padronizar seus processos de publicação. Isso
resulta em maior disponibilidade, acesso, qualidade e ampla reutilização dos dados abertos pelas partes interessadas – tanto a sociedade quanto a própria administração pública
federal.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Segape
(Fonte: MEC assina novo Plano de Transformação Digital. Ministério da Educação, [s.d.].
Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mec-assina-novo-plano-de-tra
nsformacao-digital. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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pasta, além de otimizar e simplificar relação entre governo e cidadão. Medida atende a
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O Ministério da Educação (MEC) – por meio da Secretaria-Executiva (SE) e da Secretaria
de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais (Segape) –
assinou o novo Plano de Transformação Digital. Com o documento, a pasta visa promover a
efetividade das políticas, a qualidade dos serviços públicos, assim como a inclusão e
participação de todas as pessoas pelo uso de tecnologias digitais. O plano do MEC
alinha-se à Estratégia Federal de Governo Digital, de modo que seu escopo se define por
processos de mudança coerente e sustentada de serviços públicos, sistemas e
infraestrutura de dados.
“O Plano de Transformação Digital do MEC é uma estratégia pactuada com o Ministério da
Gestão e Inovação em Serviços Públicos [MGI] para atender bem tanto o cidadão quanto os
gestores estaduais e municipais e todos aqueles que buscam os serviços digitais do MEC”,
apontou o secretário da Segape, Evânio Araújo. “Os serviços públicos são a face mais
visível das políticas da pasta e é através deles que os cidadãos fazem adesão aos
programas e acessam seus direitos. Precisam ser inclusivos e intuitivos a todos”, explicou.
Entre os objetivos do plano, estão: mapear, revisar processos, redesenhar e digitalizar
serviços públicos prestados pelo MEC e pelas suas organizações vinculadas; transformar
os 12 serviços mais acessados do MEC em serviços de excelência, integrando bases e
aplicando sempre que possível princípios como proatividade e predição; revisar sistemas
legados do MEC de maneira a amplificar sua robustez, capacidade e registro de
informações de maneira segura e confiável; promover o treinamento e o letramento digital
das redes e escolas para adoção de tecnologias digitais; entre outros.
Construção – Todas as secretarias da pasta se uniram para elaborar o novo Plano de
Transformação Digital, com a finalidade de definir as prioridades de cada área em relação a
sistemas, serviços e dados. A ação busca atender ao Decreto Presidencial nº 12.198/2024,
de 24 de setembro, o qual estabelece que todos os ministérios devem pactuar um plano
como esse.
PDA – Ainda em janeiro deste ano, o MEC publicou o Plano de Dados Abertos (PDA) para
o biênio 2024-2026 por meio da Portaria nº 69/2025. O documento reafirma o compromisso
do MEC com a transparência e o alinhamento às normas legais, além de contribuir para
uma gestão pública mais responsável e participativa.
O plano dá visibilidade às ações e estratégias organizacionais que vão nortear as atividades
de implementação e promoção da abertura de dados, de forma institucionalizada e
sistematizada.
Ele descreve as ações para abertura, sustentação, monitoramento e fomento ao reuso dos
conjuntos de dados, a fim de organizar e padronizar seus processos de publicação. Isso
resulta em maior disponibilidade, acesso, qualidade e ampla reutilização dos dados abertos pelas partes interessadas – tanto a sociedade quanto a própria administração pública
federal.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Segape
(Fonte: MEC assina novo Plano de Transformação Digital. Ministério da Educação, [s.d.].
Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mec-assina-novo-plano-de-tra
nsformacao-digital. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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O Ministério da Educação (MEC) – por meio da Secretaria-Executiva (SE) e da Secretaria
de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais (Segape) –
assinou o novo Plano de Transformação Digital. Com o documento, a pasta visa promover a
efetividade das políticas, a qualidade dos serviços públicos, assim como a inclusão e
participação de todas as pessoas pelo uso de tecnologias digitais. O plano do MEC
alinha-se à Estratégia Federal de Governo Digital, de modo que seu escopo se define por
processos de mudança coerente e sustentada de serviços públicos, sistemas e
infraestrutura de dados.
“O Plano de Transformação Digital do MEC é uma estratégia pactuada com o Ministério da
Gestão e Inovação em Serviços Públicos [MGI] para atender bem tanto o cidadão quanto os
gestores estaduais e municipais e todos aqueles que buscam os serviços digitais do MEC”,
apontou o secretário da Segape, Evânio Araújo. “Os serviços públicos são a face mais
visível das políticas da pasta e é através deles que os cidadãos fazem adesão aos
programas e acessam seus direitos. Precisam ser inclusivos e intuitivos a todos”, explicou.
Entre os objetivos do plano, estão: mapear, revisar processos, redesenhar e digitalizar
serviços públicos prestados pelo MEC e pelas suas organizações vinculadas; transformar
os 12 serviços mais acessados do MEC em serviços de excelência, integrando bases e
aplicando sempre que possível princípios como proatividade e predição; revisar sistemas
legados do MEC de maneira a amplificar sua robustez, capacidade e registro de
informações de maneira segura e confiável; promover o treinamento e o letramento digital
das redes e escolas para adoção de tecnologias digitais; entre outros.
Construção – Todas as secretarias da pasta se uniram para elaborar o novo Plano de
Transformação Digital, com a finalidade de definir as prioridades de cada área em relação a
sistemas, serviços e dados. A ação busca atender ao Decreto Presidencial nº 12.198/2024,
de 24 de setembro, o qual estabelece que todos os ministérios devem pactuar um plano
como esse.
PDA – Ainda em janeiro deste ano, o MEC publicou o Plano de Dados Abertos (PDA) para
o biênio 2024-2026 por meio da Portaria nº 69/2025. O documento reafirma o compromisso
do MEC com a transparência e o alinhamento às normas legais, além de contribuir para
uma gestão pública mais responsável e participativa.
O plano dá visibilidade às ações e estratégias organizacionais que vão nortear as atividades
de implementação e promoção da abertura de dados, de forma institucionalizada e
sistematizada.
Ele descreve as ações para abertura, sustentação, monitoramento e fomento ao reuso dos
conjuntos de dados, a fim de organizar e padronizar seus processos de publicação. Isso
resulta em maior disponibilidade, acesso, qualidade e ampla reutilização dos dados abertos pelas partes interessadas – tanto a sociedade quanto a própria administração pública
federal.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Segape
(Fonte: MEC assina novo Plano de Transformação Digital. Ministério da Educação, [s.d.].
Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mec-assina-novo-plano-de-tra
nsformacao-digital. Acesso em: 17 fev. 2025.)
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O povoamento do Cariri cearense ocorreu a partir do ciclo da “civilização do couro” dos
séculos XVII e XVIII. A partir do enunciado, pode-se afirmar que:
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“Assim, se a religião é uma das formas de ver o mundo, ela pode fornecer matrizes para
construção deste mesmo mundo, impregnando-o de signos e valores que ultrapassam o
próprio sistema religioso. Portanto, seria possível ‘ler’ a cultura brasileira a partir dos
códigos do sistema religioso afro-brasileiro e, ao mesmo tempo, ‘ler’ os códigos deste
sistema a partir dos valores da cultura brasileira.”
(AMARAL, Rita. SILVA, Vagner Gonçalves. Religiões afro-brasileiras e cultura nacional: uma etnografia em hipermídia).
Sobre o tema das religiões afro-brasileiras, assinale a única alternativa que está consonante com a realidade:
(AMARAL, Rita. SILVA, Vagner Gonçalves. Religiões afro-brasileiras e cultura nacional: uma etnografia em hipermídia).
Sobre o tema das religiões afro-brasileiras, assinale a única alternativa que está consonante com a realidade:
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“E aí então, as pessoas têm que ir para a periferia e observar como é o modo de vida e
tentar então agora incorporar o olhar do outro que é a grande contribuição que a
Antropologia tem frente a outros recortes em Ciências Sociais, é valorizar o discurso do
outro e fazer um contraponto entre um discurso daquele que nunca foi ouvido porque
parecia que era lá no fundo escondido, com outros discursos dominantes”.
(Mendoza, Edgar Salvador Gutiérrez. Sociologia da Antropologia Urbana no Brasil: a década de 70).
De acordo com o texto acima e com os conhecimentos sobre a evolução da Antropologia Urbana, é correto afirmar:
(Mendoza, Edgar Salvador Gutiérrez. Sociologia da Antropologia Urbana no Brasil: a década de 70).
De acordo com o texto acima e com os conhecimentos sobre a evolução da Antropologia Urbana, é correto afirmar:
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Não é possível afirmar, a partir dos conceitos da Antropologia
Urbana:
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A luta contra as nações indígenas e o consequente domínio das
terras constituíam-se em um pré-requisito para a conquista de poder e da expansão da
atividade pecuária para subsidiar o litoral canavieiro. A partir do enunciado, podemos
afirmar que:
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A Constituição Federal de 1988 estabelece que os povos
indígenas têm direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. É incorreto
afirmar que:
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