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Foram encontradas 346 questões.

Analise as afirmativas abaixo com relação aos Fundamentos da Matemática.

1. A sentença 22 < π é uma proposição.

2. Uma proposição só pode ser verdadeira ou falsa, não existindo outra opção.

3. Uma proposição pode ser verdadeira ou falsa ao mesmo tempo, ao que se denomina intersecção.

4. Dadas duas proposições P e Q as quais formam uma nova proposição “se P então Q” e que é denotada por P ⇒ Q. Pode-se dizer que P é denominada “condição necessária ou conclusão” e Q é chamada de “condição suficiente ou hipótese”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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Uma escola preparatória para concursos está com uma promoção: a escola disponibiliza 5 cursos preparatórios online (inglês instrumental, gramática, legislação, matemática básica e raciocínio lógico), onde o aluno escolhe 3 cursos e paga somente 50% do valor da mensalidade de cada um deles.

Diante da situação, qual o número de possibilidades que um aluno tem para escolher três cursos?

 

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Foi feito um levantamento em uma escola de idiomas para saber a quantidade de alunos matriculados em alemão, inglês e espanhol.

O resultado desse levantamento está apresentado na tabela a seguir:

Idioma

Alunos matriculados

Alemão

109

Inglês

203

Espanhol

162

Alemão e inglês

25

Alemão e espanhol

28

Inglês e espanhol

41

Alemão, inglês e espanhol

5

Outros idiomas

115

Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de alunos que foram contabilizados do levantamento.

 

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3394866 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 3

Leia o texto abaixo para responder às questões 36 a 38.

A Última Bola de Garrincha

Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.

Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,

20 de dezembro de 1973 – texto editado.

O livro mais conhecido de Euclides da Cunha foi Os Sertões. A obra retrata o conflito havido no sertão da Bahia (Guerra de Canudos) entre 1897 e 1898. Euclides publica a 1ª edição em 1902.

Em edição crítica sobre a obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, Walnice Nogueira Galvão fez análises comparativas das mudanças na linguagem entre as edições do livro, feitas por Euclides. Essas alterações tinham por objetivo corrigir as infrações à gramática, bem como fazer alguns ajustes de linguagem. No começo do século, já havia discussões em torno de escrever à brasileira ou à lusitana. Essa polêmica desaguaria no movimento modernista que se seguiria.

Sobre estas mudanças feitas por Euclides, destacam-se as duas seguintes, A e B:

A) Para logo conteirados os canhões da divisão Salomão, a metralha explodiu no matagal rasteiro, cujos arbustos dobraram acamando-se, como à passagem de ventanias ríspidas. (p. 324, 3ª ed.)

Para logo conteirados os canhões da divisão Salomão, a metralha explodiu no matagal rasteiro. Os arbustos dobraram acamando-se, como à passagem de ventanias ríspidas. (p. 324, edição corrigida pelo autor)

B) (…) se lhe não salvaria a alma. (p. 584 1ª ed)

(…) não se salvaria a sua alma. (p. 562 2ª ed)

Analise as afirmativas abaixo sobre estas alterações.

  1. No caso A, houve a substituição do pronome relativo cujo, desdobrando a construção em dois períodos simples.
  2. Em B, houve a substituição do pronome lhe, que exerce a função sintática de objeto indireto, pelo pronome possessivo sua.
  3. As substituições feitas pelo autor, ou seja, eliminação dos pronomes lhe e cujo, também atendiam à necessidade de tornar a escrita mais próxima do português brasileiro, haja vista serem tais pronomes lusitanismos.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3394865 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 3

Leia o texto abaixo para responder às questões 36 a 38.

A Última Bola de Garrincha

Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.

Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,

20 de dezembro de 1973 – texto editado.

A seguir, estão destacados dois trechos do autor brasileiro João Guimarães Rosa.

A) – Aqueles bois se sumiam e surgiam de magros, suas ossadas espinhando. Tanta miséria em mal-amparo, em maus cavacos, no cabo de olhar dava gastura. Os vaqueiros, mascarados, que de só poeira, e desgosto. (…)

Dito que, logo, no redemoinhar de parar, umas das reses se desceram, de joelhos e deitadas, pra não prosseguirem dali. Assaz os outros entravam no cano do ribeirão, pelo fresco, por água, e catando folhagens, abaixo e arriba.

Estas Estórias.

B) Boi bem bravo bate baixo, bota baba, boi berrando… Dansa doido dá de dura, dá de dentro, dá direito… Vai, vem, volta, vem na vara, vai não volta, vai varando…

Sagarana, “O Burrinho Pedrês”.

Analise as afirmativas abaixo sobre o autor e os trechos A e B destacados acima.

1.O autor fazia parte da Terceira Geração Modernista. Tinha o regionalismo como característica, como revelam os trechos acima.

2.O trecho A traz uma das características do autor em relação à inovação na linguagem: neologismos.

3.O trecho B assinala uma característica marcante do autor: a linguagem poética, no caso, musicalidade com aliterações fonéticas.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3394864 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 3

Leia o texto abaixo para responder às questões 36 a 38.

A Última Bola de Garrincha

Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.

Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,

20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Em relação ao trecho “…mas Garrincha também foi mais do que Pelé.”, retirado do texto 3, assinale a alternativa correta.

 

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3394863 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 3

Leia o texto abaixo para responder às questões 36 a 38.

A Última Bola de Garrincha

Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.

Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,

20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Analise as afirmativas abaixo:

  1. O acento gráfico da palavra destacada em “Pelé nunca pôde ser espontâneo…” é facultativo.
  2. A palavra o, em “…sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar”, morfologicamente, é um pronome.
  3. Em “… se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.”, poderíamos reescrever o trecho sublinhado, sem infração à norma culta e sem alteração semântica por “… por ser Pelé jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol…”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3394862 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 3

Leia o texto abaixo para responder às questões 36 a 38.

A Última Bola de Garrincha

Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.

Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,

20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 3.

 

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3394861 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 2

Leia o texto abaixo para responder às questões 33 a 35.

Palavras têm origens diversas

Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.

THAÍS NICOLETI DE CAMARGO

- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.

Qual das palavras abaixo, retiradas do texto, também existe em nossa língua, porém sem acento gráfico?

 

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Questão presente nas seguintes provas
3394860 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Brusque-SC
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Texto 2

Leia o texto abaixo para responder às questões 33 a 35.

Palavras têm origens diversas

Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.

THAÍS NICOLETI DE CAMARGO

- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.

Analise a frase abaixo, retirada do texto 2.

“Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem.”

Se substituíssemos palavras na frase por palavra, quantas outras palavras também sofreriam obrigatoriamente alteração a fim de manter a concordância?

 

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