Foram encontradas 346 questões.
- MorfologiaEstrutura das Palavras
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetonímia
Texto 2
Leia o texto abaixo para responder às questões 33 a 35.
Palavras têm origens diversas
Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.
Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.
Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)
Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.
São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.
THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 2.
1. O mesmo processo de formação das palavras cinema e de pneu, referenciados no texto, sofreu a palavra você.
2. A palavra gilete, como sinônimo de lâmina de barbear, sofreu processo chamado de metonímia.
3. O processo de redução ou abreviação das palavras pneu e cinema também foi empregado em Belô, Sampa e Floripa, referindo-se às cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Provas
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa na qual a palavra destacada foi empregada corretamente no significado conotativo.
Provas
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Identifique abaixo as construções (retiradas do texto 1) que podem ser passadas para a voz passiva como verdadeiras ( V ) e as que não podem como falsas ( F ).
( ) Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose …
( ) … já fiz um levantamento do papel …
( ) O restaurante inteiro parou …
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Provas
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Atente ao trecho retirado do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho em destaque.
1. Se retirássemos o artigo uma diante do substantivo reunião, estariam plasmadas as condições para o acento indicativo de crase.
2. Poderíamos substituir “… e desdenha do executivo…”, por “e o desdenha”, sem infração à gramática.
3. Poderíamos substituir “… que ele odeie o papel…” por “…que ele lhe odeie…”, sem infração à gramática.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Provas
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Leia o trecho abaixo extraído do texto 1:
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho, do ponto de vista coesivo.
1. A palavra que na primeira ocorrência (sublinhada) retoma o substantivo almoço e é classificada morfologicamente de conjunção integrante.
2. A expressão dessa ferramenta funciona como hiperônimo de celulose ou de papel.
3. A palavra que, na última ocorrência (sublinhada), retoma o substantivo humanidade e é morfologicamente pronome relativo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Provas
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividade
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Observe o trecho abaixo extraído do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Assinale a alternativa correta.
Provas
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas ao texto 1:
1. O enunciador se vale de recurso dialógico classificado como citação.
2. Na expressão brado retumbante há recurso dialógico conhecido como alusão.
3. No último período do texto, encontramos figura de linguagem conhecida como comparação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Provas
Texto 1
Leia o texto abaixo para responder às questões 26 a 32.
O papel decadente do papel
“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.
De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.
Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.
Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.
Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, e meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.
O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.
Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.
CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 1.
Provas
Assinale a alternativa em que a crase foi corretamente empregada.
Provas
Assinale a alternativa em que a concordância está correta.
Provas
Caderno Container